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Luigi Mangione admite culpa em caso envolvendo morte de executivo da UnitedHealthcare

  • 14 de ago.
  • 2 min de leitura

Reprodução
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Luigi Mangione, de 28 anos, declarou-se culpado nesta sexta-feira (14) em um processo federal relacionado à morte de Brian Thompson, executivo da UnitedHealthcare. A declaração ocorreu durante uma audiência em um tribunal federal de Manhattan, em Nova York.

Mangione admitiu responsabilidade por duas acusações federais de perseguição que resultou em morte. Embora o processo federal não seja formalmente uma acusação de homicídio, as acusações estão diretamente relacionadas à morte de Thompson, ocorrida em dezembro de 2024.

Durante a audiência, Mangione confirmou diante da juíza Margaret Garnett que pretendia se declarar culpado. A magistrada explicou que ele poderia mudar de decisão antes da conclusão do procedimento e informou que cada uma das duas acusações pode resultar em prisão perpétua.

Ao responder às perguntas da Justiça, Mangione também admitiu ter atirado contra Thompson em Manhattan. A declaração encerra o processo federal sem a realização de um julgamento sobre essas acusações. A sentença está marcada para 18 de dezembro de 2026.

A decisão, porém, não encerra o processo estadual que tramita em Nova York. Mangione ainda responde a uma acusação de homicídio no âmbito estadual, e o julgamento está previsto para começar em 8 de setembro. A defesa sustenta que os dois processos estão relacionados aos mesmos fatos e pode questionar a continuidade da ação estadual.

O caso envolvendo Mangione ganhou grande repercussão nos Estados Unidos desde a morte de Thompson, em dezembro de 2024. O executivo era responsável pela divisão de seguros da UnitedHealth Group e foi morto enquanto se dirigia para uma conferência de investidores em Nova York.

A Promotoria de Manhattan ainda mantém o processo estadual, enquanto a defesa deverá avaliar os efeitos da declaração de culpa feita na Justiça federal sobre o julgamento previsto para setembro. O impacto da decisão sobre a ação estadual ainda será analisado pelos tribunais.
Fonte: G1

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Gazeta de Varginha

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