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Ministério da Saúde afirma que SUS está preparado para identificação precoce da mpox

  • há 3 horas
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Reprodução
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O Ministério da Saúde declarou nesta quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026, que o Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe de estrutura e capacidade para identificação precoce de casos de mpox (anteriormente chamada de varíola dos macacos), em resposta à confirmação do primeiro caso da doença no Brasil em 2026, registrado em Porto Alegre (RS).

No comunicado divulgado pela pasta, o governo federal informou que a rede pública de saúde está apta a diagnosticar, notificar e acompanhar pacientes suspeitos de mpox, com protocolos atualizados de vigilância epidemiológica para detecção e resposta rápida a novos surtos da doença.

Segundo dados disponíveis, até o momento o Brasil já contabilizou 47 casos confirmados de mpox em 2026, com a maioria das infecções apresentando sintomas leves ou moderados e sem registro de óbitos associados à doença, o que reforça, conforme o Ministério da Saúde, a capacidade de controle e resposta pelo SUS.

A declaração do ministério ocorre em um contexto de vigilância reforçada após a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmar a identificação de uma nova variante recombinante do vírus mpox, que reúne material genético de dois clados distintos — 1b e 2b — e foi detectada em casos isolados no Reino Unido e na Índia nos últimos meses.

Especialistas em saúde destacam que, apesar da identificação dessa nova linhagem, ainda não há evidências suficientes para determinar se ela apresenta maior transmissibilidade ou diferença significativa nos sintomas clínicos, e o risco à população em geral segue considerado baixo, segundo avaliações da OMS.

A mpox é uma doença viral zoonótica cuja transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões na pele, exposição a secreções corporais ou contato físico prolongado com indivíduos infectados. Os sintomas mais comuns incluem lesões cutâneas, febre, inchaço dos linfonodos, dores musculares e fadiga, com um período de incubação que pode variar de 3 a 21 dias.

Com a confirmação de novos casos e a presença de uma variante recombinante em circulação global, as autoridades de saúde enfatizam a importância da vigilância contínua, da detecção precoce e da notificação imediata de casos suspeitos, além de medidas preventivas básicas, como evitar contato próximo com pessoas que apresentem sintomas suspeitos.

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Gazeta de Varginha

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