O que esperar do Novo PAC, aposta de Lula para retomar o crescimento
11 de ago. de 2023
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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), durante agenda oficial no Rio de Janeiro — Foto: Mauro PIMENTEL / AFP
O programa tem objetivo de chegar a R$ 1,7 trilhão em todos os estados do Brasil, selando uma parceria entre parceria entre governo, estados, municípios, setor privado e movimentos sociais. A expectativa é que a maior parte desse montante venha da Petrobras, por meio de projetos da estatal
No entanto, para viabilizar o gasto federal, o governo depende da aprovação do arcabouço fiscal. Não há, ainda, a previsão de quando a votação ocorrerá, que impacta na possibilidade de investimento.
Segundo o governo, os investimentos serão dividos da seguinte forma:
Orçamento Geral da União (OGU: R$ 371 bilhões;
Empresas estatais: R$ 343 bilhões;
Financiamentos: R$ 362 bilhões;
Setor privado: R$ 612 bilhões.
A principal frente da terceira fase do programa é a retomada de obras paradas, aceleração de obras em andamento e novos empreendimentos nos seguintes eixos:
Inclusão digital e conectividade: R$ 28 bilhões;
Saúde: R$ 31 bilhões;
Educação: R$ 45 bilhões;
Infraestrutura social e inclusiva: R$ 2 bilhões;
Cidades sustentáveis e resilientes: R$ 610 bilhões;
Água para todos: R$ 30 bilhões;
Transporte eficiente e sustentável: R$ 349 bilhões;
Transição e segurança energética: R$ 540 bilhões;
Defesa: R$ 53 bilhões.
Emendas parlamentares
Na última semana, os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais) realizaram diversas reuniões com a cúpula do Congresso e lideranças para apresentar o novo PAC.
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