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  • Gabinete de crise apresenta balanço e desafios em coletiva nesta sexta-feira

    Divulgação MPF convoca coletiva para apresentar ações do gabinete de crise em Juiz de Fora. O Ministério Público Federal, em conjunto com instituições que integram o Gabinete de Crise de Resposta ao Desastre de Juiz de Fora, realizará nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para atualizar informações sobre o enfrentamento da situação no município. O encontro acontecerá às 9h, na sede da 4ª Região Integrada de Segurança Pública, e tem como objetivo apresentar um panorama detalhado das ações em andamento. Durante a coletiva, representantes das instituições envolvidas irão divulgar dados atualizados, apontar os principais desafios enfrentados, além de apresentar soluções já implementadas. Também será aberto espaço para esclarecimento de dúvidas da imprensa sobre temas relacionados ao desastre, incluindo questões ambientais, urbanísticas, sociais e educacionais, além da transparência na aplicação de recursos e estratégias de prevenção. O MPF será representado pelo procurador da República Thiago Almeida. Já o Ministério Público de Minas Gerais contará com a participação dos promotores Alex Fernandes Santiago (Meio Ambiente), Samyra Ribeiro Namen (Educação), Danielle Vignoli (Patrimônio Público) e Helvio Vidal (Direitos Humanos). Também participarão representantes do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, da Polícia Militar de Minas Gerais, do Exército Brasileiro e das Defesas Civis em nível nacional, estadual e municipal. A força-tarefa ainda conta com apoio de diversas secretarias estaduais e órgãos públicos, incluindo áreas de desenvolvimento social, habitação, educação e assistência social, além de instituições que atuam diretamente nas operações de resposta ao desastre. Fonte: MPF

  • PF e MPF revelam rede criminosa que lucrava com maus-tratos a animais

    Divulgação MPF denuncia grupo por produção e venda de vídeos de extrema violência contra animais no Pará. O Ministério Público Federal denunciou à Justiça Federal no Pará integrantes de um esquema criminoso voltado à produção, comercialização e compartilhamento de vídeos de extrema violência contra animais. A denúncia foi apresentada no último dia 18 e tem como base investigações conduzidas pela Polícia Federal. De acordo com as apurações, os envolvidos submetiam animais domésticos e silvestres a práticas de tortura, mutilação e morte, frequentemente com conotações sexuais, atendendo a pedidos de usuários no exterior. Os conteúdos eram comercializados em moeda estrangeira, como dólar e euro. Investigação e provas A investigação teve início após denúncia da organização internacional Campaigns and Activism for Animals in the Industry, que identificou material violento supostamente produzido no Brasil. A partir disso, a PF, por meio da unidade especializada em crimes cibernéticos, realizou o rastreamento financeiro e digital, identificando transações realizadas por plataformas online e via Pix. Durante as diligências, os investigadores conseguiram vincular perfis utilizados para disseminação dos vídeos a endereços no Brasil, por meio da análise de protocolos de internet (IP). Em mandados de busca e apreensão, foram encontrados dispositivos eletrônicos com registros inéditos dos crimes, além de objetos compatíveis com os utilizados nas gravações, como instrumentos cortantes e outros materiais. Crueldade sob encomenda Segundo o MPF, o grupo mantinha contato direto com compradores internacionais, utilizando linguagem codificada para ocultar a atividade criminosa. As investigações apontam que os crimes eram cometidos de forma sistemática, transformando a violência contra animais — incluindo gatos, coelhos e aves — em fonte de renda. A perícia da PF confirmou a identidade dos investigados nos vídeos, descartando qualquer hipótese de manipulação digital. Um dos denunciados está preso, enquanto outro teve a prisão preventiva decretada e é considerado foragido. Crimes e pedidos O MPF imputou aos acusados os crimes de maus-tratos a animais — com agravantes em casos envolvendo cães e gatos — e associação criminosa. Devido à gravidade dos fatos, o órgão optou por não oferecer acordo de não persecução penal (ANPP), entendendo que a medida seria insuficiente diante da brutalidade dos atos. Além das penas criminais, o MPF solicitou à Justiça a fixação de indenização por danos morais coletivos, em razão da violação aos princípios de proteção à fauna e aos valores éticos da sociedade. Fonte: MPF

  • Butantan e MSD firmam parceria para produzir medicamento contra o câncer no SUS

    Divulgação Butantan e farmacêutica firmam parceria para produção de medicamento contra o câncer no SUS. O Instituto Butantan e a farmacêutica MSD firmaram uma parceria para a produção de um medicamento avançado contra o câncer no Brasil, voltado a pacientes do Sistema Único de Saúde. O acordo é resultado de um edital lançado em 2024 pelo Ministério da Saúde. O medicamento, chamado pembrolizumabe, atua estimulando o sistema imunológico a reconhecer e combater células cancerígenas. Considerado menos tóxico que a quimioterapia tradicional, o tratamento tem apresentado resultados eficazes, especialmente em casos de melanoma metastático — um tipo agressivo de câncer de pele. Atualmente, o remédio já é adquirido pelo Ministério da Saúde diretamente da MSD e utilizado no SUS para atender cerca de 1,7 mil pacientes por ano, com custo aproximado de R$ 400 milhões. Expansão do tratamento A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS avalia a ampliação do uso do medicamento para outros tipos de câncer, como colo do útero, esôfago, mama triplo-negativo e pulmão. Caso aprovado, a expectativa é que o número de pacientes atendidos chegue a aproximadamente 13 mil por ano. Segundo a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Fernanda De Negri, a parceria trará benefícios como redução de custos, segurança no abastecimento e desenvolvimento tecnológico nacional. “O objeto dessa parceria é uma molécula nova, e o Butantan vai desenvolver a capacidade de produzir esta molécula e, acima de tudo, desenvolver a competência para produzir outras moléculas similares no futuro”, afirmou. Ela destacou ainda que a produção no Brasil garante maior estabilidade no fornecimento. “A gente produzir aqui deixa o paciente brasileiro com mais garantias de que esse medicamento não vai faltar por conta de eventos externos que causem a interrupção de cadeias logísticas.” Transferência de tecnologia O acordo prevê transferência gradual de tecnologia ao longo de até dez anos, permitindo que o Butantan assuma integralmente a produção do medicamento no futuro. De acordo com o diretor de Relações Governamentais da MSD Brasil, Rodrigo Cruz, o processo começará pelas etapas iniciais, como rotulagem e envase, avançando posteriormente para formulação e produção completa do fármaco. “Leva até oito anos para produzir o IFA [ingrediente farmacêutico ativo] nacional e, a partir daí, finalizar o remédio 100% nacional”, explicou. Estratégia nacional A parceria integra uma estratégia do governo federal para fortalecer a produção nacional de insumos de saúde. A meta é que, em até dez anos, cerca de 70% desses produtos utilizados pelo SUS sejam fabricados no Brasil. O anúncio foi feito durante o evento “Diálogo Internacional - Desafios e Oportunidades para a Cooperação em Tecnologias em Saúde”, no Rio de Janeiro, com participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. “Não tem como enfrentar esses desafios sem forte cooperação internacional. A saúde deixou de ser apenas uma política social e passou também a ser um eixo central do desenvolvimento econômico, inovação tecnológica e geração de empregos qualificados”, destacou. O ministro também ressaltou o papel do SUS no cenário global. “O SUS não é apenas o maior sistema público universal do mundo, mas também um dos maiores mercados estruturados do planeta em escala, previsibilidade, demanda e capacidade de absorção tecnológica.” Fonte: AgBrasil

  • Sem vencedores, Mega-Sena acumula e aumenta expectativa para prêmio milionário

    Divulgação Mega-Sena acumula e próximo prêmio chega a R$ 40 milhões. A Mega-Sena acumulou no concurso 2.988, realizado nesta quinta-feira (26), e o prêmio principal está estimado em R$ 40 milhões para o próximo sorteio. As dezenas sorteadas foram: 06 - 14 - 28 - 31 - 56 - 59. Nenhum apostador acertou os seis números. Na faixa da quina, 44 apostas acertaram cinco dezenas e cada uma receberá R$ 33.183,44. Já na quadra, 2.443 apostas foram premiadas com R$ 985,14 cada. Como apostar As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (28), em casas lotéricas de todo o país ou pelos canais digitais da Caixa Econômica Federal. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6. Fonte: AgBrasil

  • Quaresma aquece vendas de peixe e preços podem subir até 15%

    Divulgação O período da Quaresma tem aquecido o comércio de pescados em diversas regiões do país. Em Jundiaí, comerciantes licenciados esperam um aumento médio de 30% nas vendas em comparação com outros períodos do ano, consolidando a época como a mais lucrativa para o setor. Entre os produtos mais procurados, destacam-se a tilápia e a merluza, consideradas opções mais acessíveis e populares entre os consumidores. Aumento na procura e nos preços Durante os 37 dias que antecedem a Páscoa, o consumo de pescados e proteínas alternativas cresce significativamente. A tradição de evitar carnes vermelhas nesse período leva muitas famílias a incluírem peixes no cardápio, o que impacta diretamente na demanda e, consequentemente, nos preços. Entre os itens mais buscados estão o robalo, a pescada amarela, o salmão, a tilápia e o tradicional bacalhau. Também há procura por itens usados em pratos especiais, como camarão, lula e polvo. A expectativa do setor é de que os preços subam entre 10% e 15% até a Sexta-feira Santa, acompanhando o aumento da demanda. O bacalhau, um dos produtos mais tradicionais do período, costuma apresentar os valores mais elevados, já que é importado, principalmente da Noruega e de Portugal. Por isso, o preço também sofre influência da variação do dólar. Dicas para os consumidores Para garantir a qualidade e evitar prejuízos, órgãos de defesa do consumidor recomendam alguns cuidados na hora da compra: Peso do produto: acompanhe a pesagem e a embalagem do peixe, especialmente em feiras. Conservação: produtos frescos devem estar refrigerados ou cobertos com gelo, protegidos do sol e de insetos. Congelados: devem ser mantidos a temperaturas inferiores a -18°C. Atenção ao gelo: evite pagar pelo peso do gelo junto com o peixe. Bacalhau: verifique a procedência e evite peças com manchas ou sinais de deterioração. Desconfie de preços muito baixos: podem indicar problemas na qualidade. O Procon orienta que qualquer irregularidade seja denunciada, garantindo maior segurança nas relações de consumo. O cenário reforça a força da tradição da Quaresma no Brasil, que, além do significado religioso, movimenta significativamente a economia e o comércio de alimentos em todo o país. Fonte: Info AgBrasil

  • Opinião com Luiz Fernando Alfredo - 26/03/2026

    Por Luiz Fernando Alfredo O Estatuto que não pode ser refém do improviso político Há um vício crônico na administração pública brasileira: transformar o Estatuto do Servidor - que deveria ser uma lei estrutural - em um “puxadinho legislativo”, abarrotado de penduricalhos conjunturais, como valores de auxílio-alimentação, gratificações episódicas e reajustes casuísticos. O resultado é previsível: insegurança jurídica, instabilidade fiscal e uma máquina pública refém de maiorias políticas voláteis. Desde a promulgação da Constituição Federal de 1988, o regime jurídico dos servidores exige coerência com princípios basilares da administração pública: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência (art. 37, caput). Um estatuto que precisa ser alterado a cada oscilação econômica ou conveniência política viola, na prática, todos esses pilares — sobretudo a eficiência e a segurança jurídica. O erro é conceitual. Estatuto não é folha de pagamento. Estatuto não é tabela de benefícios. Estatuto é norma de estrutura, não de circunstância. O núcleo duro: o que deve permanecer intocável Um Estatuto sério precisa se limitar ao que é permanente: • Regime jurídico (natureza do vínculo, estabilidade, estágio probatório); • Formas de provimento e vacância; • Direitos fundamentais do servidor (licenças, férias, garantias mínimas); • Deveres, proibições e regime disciplinar (com devido processo legal administrativo); • Estrutura básica da remuneração (sem valores); • Normas gerais de aposentadoria, conforme o art. 40 da Constituição. Esse é o “esqueleto institucional”. Mexer nisso a todo momento não é gestão - é desorganização normativa. O erro recorrente: detalhismo que envelhece mal Quando se insere no Estatuto: • valor de ticket alimentação, • percentuais de gratificações, • tabelas salariais, • critérios financeiros específicos, cria-se uma bomba-relógio legislativa. Qualquer ajuste inflacionário, crise fiscal ou mudança de governo exige alteração da própria lei estruturante. Isso não é apenas ineficiente - é juridicamente temerário. Pior: abre-se espaço para populismo administrativo. Benefícios são inflados em momentos de bonança política e depois comprimidos via reformas apressadas, sempre com custo institucional elevado. A solução técnica (e ignorada): separação normativa A arquitetura correta é simples - e amplamente conhecida no direito administrativo: 1. Estatuto (lei complementar ou ordinária estruturante) Define princípios, direitos gerais e organização do regime. 2. Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) Estabelece tabelas salariais, progressões e estrutura remuneratória. 3. Leis ordinárias específicas ou decretos regulamentares Fixam valores de benefícios como auxílio-alimentação, diárias e gratificações. Essa separação não é capricho técnico - é uma exigência de governança. Permite ajustes rápidos sem mutilar o ordenamento jurídico central. Técnica legislativa mínima: cláusulas abertas e remissão legal Um estatuto bem redigido não fixa valores. Ele estabelece direitos com remissão normativa: “O servidor fará jus ao auxílio-alimentação, nos termos de lei específica. ” Simples, elegante e juridicamente sólido. Evita que cada reajuste vire uma batalha legislativa estrutural. O ponto cego político A insistência em estatutos inchados não é ignorância - é conveniência. Ao atrelar benefícios diretamente ao Estatuto, governos criam instrumentos de barganha política de alto impacto simbólico. Cada alteração vira espetáculo legislativo. Mas esse modelo cobra seu preço: judicialização, insegurança para o servidor e descontrole fiscal - frequentemente em violação à Lei de Responsabilidade Fiscal. Um Estatuto de Servidores não pode ser tratado como um panfleto administrativo sujeito ao humor do governante de plantão. Ele deve ser uma peça jurídica estável, técnica e blindada contra o improviso. Se precisa ser alterado constantemente, há apenas duas hipóteses: ou foi mal concebido, ou está sendo deliberadamente utilizado como instrumento político - e, em ambos os casos, quem paga a conta é o contribuinte e o próprio servidor. A administração pública séria não legisla para o próximo reajuste. Legisla para as próximas décadas. Toma que é de graça! Luiz Fernando Alfredo

  • Supremo Tribunal Federal derruba decisão que prorrogava a CPMI do INSS

    Reprodução O plenário do Supremo Tribunal Federal formou maioria para derrubar a decisão do ministro André Mendonça que havia determinado a prorrogação dos trabalhos da CPMI do INSS. A medida anterior estendia o funcionamento da comissão parlamentar responsável por investigar irregularidades relacionadas ao Instituto Nacional do Seguro Social. De acordo com a reportagem, os ministros entenderam que a decisão individual não poderia se sobrepor às regras estabelecidas para o funcionamento de comissões parlamentares. O entendimento predominante foi de que a prorrogação depende de ato do Congresso Nacional, e não de determinação judicial isolada. Outro ponto considerado foi que o prazo de funcionamento da comissão já havia sido definido previamente, e que sua extensão exigiria cumprimento dos trâmites legislativos próprios. Para a maioria dos ministros, a intervenção do Judiciário nesse caso não deveria substituir a competência do Poder Legislativo. Os votos também destacaram que decisões monocráticas devem respeitar limites institucionais, especialmente em situações que envolvem a organização interna do Congresso. Nesse contexto, foi ressaltado que a atuação do STF não pode avançar sobre atribuições típicas do Legislativo. A decisão de Mendonça havia sido tomada no âmbito de um pedido que questionava o encerramento da comissão. No entanto, ao analisar o caso no plenário, a maioria dos ministros concluiu que não havia fundamento para manter a prorrogação determinada anteriormente. Com a decisão, fica invalidada a extensão do prazo da CPMI, encerrando o funcionamento da comissão conforme o período originalmente previsto. O julgamento reafirma a separação entre os poderes e os limites de atuação do Judiciário em relação ao Congresso Nacional.

  • IBGE aponta leve alta no desemprego, com 6,2 milhões em busca de trabalho

    Divulgação A taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro de 2026, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O índice representa alta em relação ao trimestre anterior, quando estava em 5,2%, mas queda na comparação com o mesmo período de 2025, que registrou 6,8%. Apesar do avanço no curto prazo, o resultado é o menor já registrado para um trimestre encerrado em fevereiro desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, iniciada em 2012. No período analisado, o país contabilizou cerca de 102,1 milhões de pessoas ocupadas, enquanto aproximadamente 6,2 milhões estavam em busca de emprego. No trimestre anterior, encerrado entre setembro e novembro de 2025, esse contingente era de 5,6 milhões de desocupados. Critérios da pesquisa A PNAD Contínua considera pessoas com 14 anos ou mais e abrange todas as formas de trabalho, incluindo empregos com e sem carteira assinada, ocupações temporárias e atividades por conta própria. De acordo com a metodologia do IBGE, só é considerada desocupada a pessoa que procurou efetivamente trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa. O levantamento é realizado em cerca de 211 mil domicílios distribuídos por todos os estados e pelo Distrito Federal, oferecendo um retrato abrangente do mercado de trabalho brasileiro. Série histórica A maior taxa de desocupação já registrada desde o início da série, em 2012, foi de 14,9%. O pico ocorreu nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e março de 2021, durante o período mais crítico da pandemia de COVID-19. Fonte: AgBrasil

  • Obras e ações preventivas da EPR podem causar lentidão em trechos da BR-146 e MG-167

    Divulgação Serviços de remoção de árvores e manutenção no pavimento podem causar interdições parciais e lentidão em rodovias da região. Com foco na segurança viária e na prevenção de riscos, a concessionária EPR Vias do Café realizará, entre esta sexta-feira (27) e domingo (29), a remoção de árvores não nativas com risco de queda sobre a pista na BR-146, no trecho entre os quilômetros 510 e 525, em Guaxupé. A ação é preventiva e busca reduzir riscos de acidentes, principalmente em situações de ventos fortes ou chuvas intensas. Durante os trabalhos, haverá interdições parciais com operação no sistema “Pare e Siga”, o que pode causar lentidão no tráfego. A concessionária orienta que os motoristas programem seus deslocamentos e redobrem a atenção ao passar pelo trecho em obras. Os serviços estão programados para ocorrer das 7h às 17h na sexta-feira (27) e no sábado (28), e das 7h às 15h no domingo (29). Em caso de condições climáticas desfavoráveis, o cronograma poderá sofrer alterações. Equipes operacionais e viaturas estarão posicionadas ao longo da rodovia para garantir a sinalização adequada, organizar o fluxo de veículos e assegurar a segurança de motoristas e trabalhadores. Segundo o gerente de Operações da concessionária, Marcelo Aguiar, a iniciativa tem caráter preventivo. “Essa é uma ação preventiva, voltada à redução de riscos e à preservação de vidas. Durante a execução dos serviços, é fundamental que os motoristas respeitem a sinalização, os comandos de parada e os limites de velocidade no trecho”, destacou. Os usuários podem acionar os serviços da concessionária gratuitamente, 24 horas por dia, pelo telefone 0800 265 0491. Intervenção no pavimento Além da remoção de árvores, a EPR Vias do Café também realizará obras de manutenção no pavimento da MG-167, entre os quilômetros 40 e 41, em Varginha. Os serviços estão previstos para o sábado (28), das 7h às 17h, com operação em sistema “Pare e Siga”, podendo ocasionar retenções no tráfego. A recomendação é que os condutores redobrem a atenção e respeitem a sinalização para garantir a segurança durante a execução das obras. Fonte: EPR

  • Por 8 a 2, STF barra continuidade da CPMI do INSS e encerra comissão

    Divulgação STF barra prorrogação da CPMI do INSS e determina encerramento dos trabalhos. O Supremo Tribunal Federal decidiu, nesta quinta-feira (26), derrubar a liminar do ministro André Mendonça que havia determinado a prorrogação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. Com isso, os trabalhos da comissão devem ser encerrados no próximo sábado (28). A decisão foi tomada pelo plenário da Corte, com placar de 8 votos a 2 contra a continuidade da investigação. Apenas o relator, Mendonça, e o ministro Luiz Fux votaram a favor da prorrogação. A CPMI foi criada para investigar fraudes e descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social, além de possíveis irregularidades envolvendo empréstimos consignados. Divergência no STF O relator André Mendonça defendeu que o pedido de prorrogação atendia aos requisitos legais, como o número mínimo de assinaturas parlamentares, e destacou que a Constituição garante às minorias o direito de investigação. Para ele, impedir a continuidade da CPMI representaria uma violação ao direito de oposição no Congresso Nacional. Já a divergência foi aberta pelo ministro Flávio Dino, cujo entendimento prevaleceu. Segundo ele, as comissões parlamentares de inquérito devem respeitar o requisito constitucional de prazo determinado. Dino argumentou que permitir prorrogações sucessivas ou automáticas comprometeria o equilíbrio entre os poderes e poderia abrir espaço para investigações sem limite de tempo. O posicionamento contrário à prorrogação também foi acompanhado pelos ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Nunes Marques, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Edson Fachin. Vazamentos e críticas Durante o julgamento, ministros também criticaram o vazamento de conversas pessoais atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que é alvo das investigações. Gilmar Mendes classificou a situação como “deplorável”, enquanto Alexandre de Moraes afirmou que o vazamento é “criminoso”. Contexto político A ação que motivou a decisão foi apresentada pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da comissão, que alegou omissão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e da Mesa Diretora ao não darem andamento ao pedido de prorrogação. Na decisão individual anterior, Mendonça havia determinado que o requerimento fosse analisado em até 48 horas, sob pena de aceitação automática em caso de omissão. Apesar disso, o plenário do STF entendeu que a prorrogação não é automática e deve respeitar limites constitucionais, especialmente o prazo determinado das CPIs. Com a decisão, a CPMI do INSS encerra seus trabalhos após meses de investigação iniciados em agosto de 2025, em meio a debates sobre o alcance dos poderes das comissões parlamentares e o equilíbrio entre maioria e minoria no Congresso. Fonte: Info AgBrasil

  • Jovem espanhola relata sofrimento em última entrevista antes de eutanásia autorizada

    Reprodução Uma jovem espanhola que conseguiu autorização judicial para realizar eutanásia concedeu uma última entrevista dias antes do procedimento, na qual detalhou o sofrimento físico e emocional que enfrentava. O caso foi marcado por um longo processo judicial e por conflitos familiares relacionados à decisão de encerrar a própria vida. Segundo a reportagem, a jovem havia sido vítima de violência sexual, episódio que desencadeou uma série de consequências ao longo dos anos. Após o trauma, desenvolveu um quadro grave de fragilidade emocional, associado a transtornos psiquiátricos diagnosticados ainda na adolescência. Em meio a esse contexto, tentou suicídio ao se jogar de um prédio, o que resultou em uma lesão severa na medula e a deixou paraplégica. Desde então, passou a conviver com dores crônicas, limitações físicas e sofrimento psicológico contínuo. Esses fatores foram considerados em avaliações médicas que embasaram o pedido de eutanásia, aceito pela Justiça espanhola após mais de 600 dias de análises. O procedimento foi autorizado após a conclusão de que a jovem atendia aos critérios legais, com quadro irreversível, dor constante e sofrimento incapacitante. Na entrevista, ela relatou o conflito com familiares e a intensidade de sua dor. A jovem afirmou que, embora parentes destacassem o sofrimento causado por sua partida, ela questionava a dor que já havia enfrentado ao longo da vida. Também descreveu sentimentos persistentes de solidão, incompreensão e falta de empatia, além de afirmar que não se identificava com os rumos da sociedade. Além do sofrimento emocional, relatou dores físicas constantes, dificuldade para dormir e ausência de vontade para realizar atividades cotidianas, como sair ou se alimentar. Apesar disso, destacou que mantinha certa autonomia, afirmando que conseguia realizar tarefas sozinha, como se levantar, tomar banho e se organizar. A jovem reforçou que sua decisão era pessoal e que não pretendia servir de exemplo. Ao ser questionada sobre arrependimento, afirmou que sempre teve clareza sobre sua escolha. A mãe declarou não concordar com a decisão, embora a respeitasse, e mencionou a esperança de que a filha desistisse no último momento. O pai, por sua vez, tentou barrar o procedimento judicialmente, alegando incapacidade psicológica, argumento que foi rejeitado após avaliações técnicas. O caso envolveu uma longa disputa judicial e levantou discussões sobre saúde mental, impactos de traumas e os limites legais da eutanásia. A autorização final foi concedida após a confirmação de que a jovem possuía capacidade para decidir e atendia aos critérios previstos na legislação.

  • Propriedades rurais viram destinos turísticos e impulsionam economia no interior de Minas

    Divulgação Turismo rural cresce em Minas Gerais e transforma rotina do campo em experiência para visitantes. As propriedades rurais têm se consolidado como importantes destinos turísticos no interior de Minas Gerais, oferecendo aos visitantes vivências autênticas do cotidiano no campo. Atividades como ordenha nas primeiras horas do dia, preparo de alimentos no fogão a lenha, produção artesanal de cachaça e histórias familiares que atravessam gerações passaram a atrair turistas em busca de experiências diferenciadas. O fortalecimento desse segmento conta com o apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais, que orienta produtores na estruturação das atividades turísticas. Em 2025, a entidade realizou cerca de 3,4 mil atendimentos em propriedades que investem no turismo rural, contribuindo para a organização e valorização das iniciativas. Tradição que gera renda Em São João del-Rei, a Cachaça Morro Grande abriu seu alambique para visitação, transformando uma tradição familiar em atrativo turístico. O produtor José do Carmo Rezende retomou a atividade após a aposentadoria e hoje recebe visitantes interessados em conhecer todas as etapas da produção. “Aqui o turista vai ver todo o processo de produção da cachaça, desde o plantio e a moagem até a degustação. Não é só conhecer o produto pronto para ser consumido”, explica. Com produção anual entre 15 mil e 20 mil litros, ele ressalta o impacto positivo do turismo. “É um grande gerador de renda”, afirma. Já em Tiradentes, a Pousada Campestre Vila Tiradentes aposta na integração entre hospedagem e vivências rurais. O espaço oferece contato com animais, passeios a cavalo, visita ao alambique, degustação de produtos locais e até pista de motocross. “As pessoas querem fugir da rotina. Aqui o visitante vê os bichos, toma um café, come um queijinho que a gente fabrica, toma a cachaça do nosso alambique”, afirma a proprietária Josiele Darly, que administra o local ao lado do marido, Rodrigo Barbosa. Segundo ele, a procura pelo segmento tem aumentado. “A aceitação é muito boa. As pessoas estão gostando muito. O turismo rural cresceu demais”, completa. No município de Ritápolis, na região do Campo das Vertentes, a Queijaria Seu Jorge representa bem essa tendência. Administrada por sete mulheres da mesma família, a propriedade recebe turistas interessados em acompanhar a produção do Queijo Minas Artesanal e vivenciar a rotina no campo. “O turista chega da cidade grande com muitas expectativas. É uma troca muito interessante de quem vive no campo com quem vem da cidade. Aqui ele pode acompanhar a ordenha, ver o processo de produção do queijo, que depois será saboreado com café. É uma delícia”, destaca a proprietária Vera Lúcia Cardoso. A produtora explica que o turismo começou de forma espontânea, durante a pandemia, quando aumentou a busca por experiências fora dos grandes centros. Além da vivência, as visitas também impulsionaram as vendas. “Ele vem para conhecer, degusta e acaba gostando. Aí quer levar para ele, para a família ou para um amigo. Leva uma geleia, leva um queijo”. Apoio técnico e desenvolvimento Além de incentivar a produção, o trabalho da Emater-MG também envolve a criação de experiências para os visitantes. Segundo a coordenadora técnica de Turismo Rural da instituição, Thatiana Garcia, o objetivo é transformar o cotidiano do produtor em uma atividade sustentável. “É entender o que o produtor tem e transformar isso em um produto turístico viável, que gere renda extra”, explica. O crescimento do turismo rural em Minas Gerais reforça a valorização das tradições locais e abre novas oportunidades de desenvolvimento econômico para produtores, ao mesmo tempo em que proporciona aos visitantes uma imersão na cultura e no modo de vida do interior. Fonte: AgMinas

  • Usuário e rede social são responsabilizados por conteúdo ofensivo e terão que indenizar vítima

    Divulgação TJMG condena usuário e rede social por divulgação de vídeo com conteúdo ofensivo e fixa indenização de R$ 20 mil. A 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) reformou decisão da Comarca de Poços de Caldas, no Sul de Minas, e determinou que um usuário de rede social e a própria plataforma indenizem, de forma solidária, uma mulher que teve um vídeo divulgado sem autorização. O valor da indenização por danos morais foi fixado em R$ 20 mil. De acordo com o processo, o homem publicou imagens da vítima, registradas em via pública, acompanhadas de comentários depreciativos. Após decisão judicial que determinou a remoção do conteúdo, o material chegou a ser retirado, mas acabou sendo repostado pelo próprio usuário, descumprindo a ordem da Justiça. A vítima relatou que as imagens se espalharam por outras plataformas digitais e que, apenas no Instagram, o vídeo alcançou cerca de 11,6 milhões de visualizações. Ela também apontou falha da plataforma, ao não impedir a republicação do conteúdo mesmo após notificação judicial. O réu apresentou contestação por meio de curador especial, negando de forma geral as acusações. Já a empresa responsável pela rede social alegou que seria necessário especificar o material publicado e sustentou não haver obrigação de indenizar. Em primeira instância, o pedido da autora foi negado. No entanto, ao recorrer da decisão, o caso foi reavaliado pelo TJMG, que reconheceu a responsabilidade tanto do usuário quanto da plataforma. O relator do processo, desembargador José Américo Martins da Costa, destacou que a publicação não se tratou de um compartilhamento acidental, mas sim de uma “divulgação deliberada de vídeo íntimo, com o claro intuito de ridicularizar e atingir a honra da autora”. Segundo o magistrado, a conduta violou direitos fundamentais, como a honra, a imagem e a dignidade da vítima, garantidos pela Constituição Federal. Em relação à responsabilidade da rede social, o relator explicou que, embora o Marco Civil da Internet exija ordem judicial para responsabilização das plataformas por conteúdos de terceiros, houve falha na prestação do serviço ao não impedir a republicação do material após a primeira remoção. “Ao confirmar a retirada inicial do conteúdo, a plataforma assumiu o ônus de impedir a republicação. Caso contrário, age com negligência”, afirmou. Na fixação da indenização, o desembargador levou em consideração o caráter doloso e reincidente da conduta do usuário, que descumpriu decisão judicial, além da omissão da empresa em evitar a nova divulgação do conteúdo. Fonte: TJMG

  • Justiça mantém condenação por feminicídio em Santa Margarida e confirma indenização de R$ 100 mil às filhas da vítima.

    Divulgação TJMG mantém condenação de homem por feminicídio com 10 tiros em Santa Margarida e indenização de R$ 100 mil às filhas da vítima. A 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) manteve, nesta quinta-feira (26/3), a condenação de um homem responsável pelo assassinato da ex-companheira em Santa Margarida, na Zona da Mata mineira. O crime ocorreu em 28 de outubro de 2023, quando a vítima foi morta com 10 tiros. Além da pena de 18 anos e nove meses de prisão, também foi mantida a indenização de R$ 100 mil que deverá ser paga pelo réu às filhas da vítima. Segundo os autos, a mulher foi surpreendida pelo ex-companheiro no momento em que estava com as malas prontas para deixar a cidade com as filhas. O crime teria sido motivado pelo inconformismo do homem com o término do relacionamento e por ciúme possessivo. Ao analisar o caso, o relator, desembargador Dirceu Walace Baroni, destacou a “extrema brutalidade” e o “total desapreço pela vida humana” demonstrados pelo réu. O magistrado ressaltou ainda que o Conselho de Sentença acolheu a tese da acusação de feminicídio. De acordo com o relator, a versão apresentada pela filha menor da vítima, que relatou o crime à polícia, foi considerada espontânea e com alto valor probatório, sendo confirmada no conjunto das provas do processo. “Existindo no processo uma vertente probatória consistente que dá suporte ao veredicto condenatório, a opção dos jurados por esta tese não pode ser tachada de manifestamente contrária à prova dos autos”, registrou o desembargador. A defesa também questionava a indenização, alegando ausência de pedido formal e de consulta ao Conselho de Sentença. No entanto, o TJMG rejeitou o argumento, afirmando que o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) já havia solicitado a reparação financeira. O relator destacou ainda que a fixação da indenização decorre da própria condenação. “A fixação do valor de indenização é consequência direta da condenação e não necessita de quesitação do Conselho de Sentença. O valor fixado de R$ 100 mil revela-se proporcional diante da gravidade do delito. O feminicídio é a expressão máxima da violência de gênero, e o dano moral, neste contexto, é evidente”, afirmou. Fonte: TJMG

  • Bombeiros de Alfenas aprimoram técnicas de atuação em edificações verticais durante instrução

    Divulgação Corpo de Bombeiros de Alfenas realiza treinamento especializado em combate a incêndio em edificações verticais. Durante a última semana de março, o Corpo de Bombeiros de Alfenas promoveu uma instrução técnica de Combate a Incêndio Urbano, com foco na montagem de estabelecimento de mangueiras em edificações verticais. A atividade teve como objetivo aprimorar as técnicas operacionais das guarnições em ocorrências em prédios, onde a altura e as barreiras físicas exigem maior precisão e agilidade. Durante o treinamento, os militares revisaram e praticaram táticas de progressão e montagem de linhas de ataque, utilizando colunas de hidrantes das próprias edificações e sistemas de transporte de mangueiras por escadarias. A instrução buscou garantir maior eficiência na atuação em situações reais, com foco na correta pressurização das linhas e na segurança das equipes durante intervenções em ambientes confinados e elevados. O objetivo principal foi reduzir o tempo de resposta em ocorrências de incêndio em estruturas verticais, assegurando uma atuação mais rápida e eficaz no combate às chamas. Com o avanço da verticalização urbana, o Corpo de Bombeiros destaca que esse tipo de capacitação é fundamental para manter o efetivo da 3ª Companhia preparado para enfrentar os desafios operacionais em edificações multifamiliares e comerciais, garantindo a proteção da vida e do patrimônio da população de Alfenas. Fonte: CBMG

  • Manutenção e zeladoria urbana mobilizam equipes em vários bairros de Varginha nesta sexta

    Divulgação Varginha realiza manutenção asfáltica e serviços de limpeza urbana em diversos bairros nesta sexta-feira (27). A Prefeitura de Varginha informou que nesta sexta-feira, 27, estão sendo realizados serviços de manutenção asfáltica em diferentes regiões do município. As intervenções fazem parte das ações contínuas de melhoria da infraestrutura urbana. Os trabalhos de recapeamento e manutenção estão concentrados nos bairros Jardim Ribeiro, Sagrado Coração e Jardim Europa. A administração municipal orienta motoristas e pedestres que transitarem por essas localidades a redobrarem a atenção durante a execução dos serviços. Paralelamente, equipes da Prefeitura também atuam em ações de limpeza urbana e capina em várias regiões da cidade, reforçando o trabalho de manutenção de vias públicas, praças e espaços de convivência. Entre os locais atendidos nesta sexta-feira estão os bairros São José, Sion, Imaculada, Corcetti, Porto Príncipe, Princesa do Sul, além da Avenida dos Imigrantes, Avenida Manoel Vida, Ribeirão Santa Maria, Praça dos Carvalhos, Centenário, Jardim Ribeiro, Belo Horizonte, Nossa Senhora Aparecida, Urupês e Cidade Nova. A Secretaria Municipal de Obras informou que está monitorando os pontos mais críticos do município, priorizando as demandas de capina e zeladoria urbana conforme a necessidade de cada região. A Prefeitura reforça o pedido para que a população redobre a atenção ao trafegar pelos locais em manutenção, garantindo mais segurança tanto para trabalhadores quanto para os cidadãos. Fonte: PMV

  • Feira Compra Minas reúne agronegócio e Varginha reforça promoção do comércio local

    Divulgação A Feira Compra Minas movimentou Varginha entre os dias 24 e 27 de março, reunindo, na sede da Minasul, empresas e profissionais do agronegócio em um ambiente voltado à geração de negócios e ao fortalecimento do setor. Durante o evento, a Secretaria Municipal de Turismo e Comércio participou com um estande institucional, onde foram apresentadas as potencialidades do município, além de ações voltadas ao fortalecimento do comércio e incentivo ao desenvolvimento econômico local. A iniciativa buscou ampliar a visibilidade de Varginha no cenário regional, reforçando a importância do agronegócio como um dos principais motores da economia local e promovendo oportunidades de conexão entre empresários e investidores. Durante a programação, o prefeito Leonardo Ciacci destacou a relevância da feira para o desenvolvimento econômico do município. Segundo ele, o agronegócio tem papel fundamental na economia regional, e eventos como esse ajudam a impulsionar investimentos e ampliar oportunidades de negócios. O secretário municipal de Turismo e Comércio, Marcus Madeira, também ressaltou a participação do município na feira como forma de promoção de Varginha e valorização dos empresários locais. “Aproveitem, vocês estão em Varginha. Nosso comércio é excelente, temos o shopping e o Memorial do ET, o ponto turístico mais visitado no Sul de Minas. Comprem bastante em Varginha e visitem o museu do ET”, destacou. A presença do município na Feira Compra Minas reforça a estratégia de fortalecimento do turismo, do comércio e da economia local, aproximando Varginha de novos mercados e oportunidades de crescimento. Fonte: PMV

  • Unis Sênior visita Memorial do ET e revive história do Caso Varginha em atividade cultural

    Divulgação Alunos do Unis Sênior vivem experiência no Memorial do ET e conhecem de perto o Caso Varginha. Os alunos do projeto Unis Sênior participaram, nesta quinta-feira, 26 de março, de uma visita especial ao Memorial do ET, um dos principais pontos turísticos de Varginha. A atividade proporcionou um momento de aprendizado, cultura e integração entre os participantes. A programação contou com uma palestra sobre o famoso Caso ET, além da exibição de vídeos que relembraram o episódio que colocou o município no cenário mundial das histórias envolvendo o suposto visitante misterioso. Ao final, os alunos participaram de um lanche ao ar livre, em um ambiente de convivência e descontração. Durante a visita, o secretário de Turismo e Comércio, Marcus Madeira, destacou a importância de iniciativas que fortalecem o turismo local e ampliam o acesso à informação histórica e cultural. “Nosso objetivo é transformar cada visita em uma experiência completa, que una informação, lazer e valorização da nossa história. O Caso ET desperta curiosidade no mundo todo, e iniciativas como essa fortalecem o turismo local.” O encontro foi encerrado em clima de descontração, com os participantes aproveitando o espaço externo do memorial e celebrando mais um momento de aprendizado coletivo. Opinião Um dos participantes, o motorista João Bosco, de 77 anos, destacou a importância da visita e a relevância de preservar a memória do caso. "É importante resgatar a história do ET. E o museu está muito bonito". Já a coordenadora do Unis Sênior, Mônica Ferreira, ressaltou a receptividade dos alunos e o impacto da experiência para o grupo. "Muita gente lembrou do caso, alguns alunos comentaram que têm parentes na zona rural que também viram algo relativo ao caso". Ela também destacou que a maioria dos participantes ainda não conhecia o espaço. Os alunos são de Varginha e Elói Mendes. Fonte: PMV

  • Páscoa Feliz mobiliza doações de chocolates para crianças em Varginha

    Reprodução A Associação Oficina do Ser deu início à campanha solidária “Páscoa Feliz”, com o objetivo de incentivar a comunidade de Varginha a contribuir com a doação de chocolates. A iniciativa é conduzida pela presidente da instituição, Max Tovar, e pela vice-presidente, Thereza Zambotti, que atuam na mobilização de esforços para ampliar a arrecadação destinada a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. A ação tem como foco principal a coleta de caixas de bombom, que serão distribuídas ao público atendido pela entidade no bairro Padre Vítor. Quem desejar colaborar pode realizar as doações até o dia 31 de março em dois pontos de coleta na cidade. Um dos locais é a sede da Associação Oficina do Ser, localizada na Rua Joaquim Caetano, 30, no bairro Padre Vítor, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 08h às 11h e das 13h às 16h. O outro ponto é a Maison Thereza Zambotti, situada na Rua Presidente Antônio Carlos, 631, no Centro, com funcionamento de segunda a sexta-feira, das 09h às 18h, e aos sábados, das 09h às 13h. Além da entrega presencial, a instituição também disponibiliza a opção de doações em dinheiro, que serão destinadas à compra dos chocolates. As contribuições podem ser feitas via Pix, utilizando o CNPJ 41.884.263/0001-98 (Banco Sicredi, Agência 0218, Conta 48368-0). Fundada em 1993, a Associação Oficina do Ser atua no Sul de Minas com projetos voltados às áreas de educação, cultura e sustentabilidade. A entidade desenvolve ações que buscam promover a transformação social de famílias, oferecendo oficinas, alimentação, atividades de lazer e apoio ao desenvolvimento pessoal e à autonomia financeira dos participantes. Mais informações sobre a campanha podem ser obtidas pelo telefone (35) 99891-7298.

  • Coluna Fatos e Versões com Rodrigo Silva Fernandes 27/03/2026

    RODRIGO SILVA FERNANDES é advogado e articulista político da Gazeta escreve as quartas e sextas.  Email : Rs.fernandes@fiemg.com.br Câmara vota cassação: Povo mineiro atento ao Legislativo de Varginha Hoje os olhos de Minas vão olhar para o voto de cada um dos vereadores de Varginha no processo de cassação aberto contra o vereador Marquinho da Cooperativa. A imprensa em peso vai estar presente na Câmara, levando as imagens e resultados para todo o Brasil, visto que as emissoras de TV planejam usar a pauta para divulgação nacional, devido a repercussão do tema. O caso Marquinho da Cooperativa ganhou proporção por conta de vários fatores. O vereador sempre manteve perfil belicoso e de confronto, seja com os colegas de plenário que sofreram ameaças veladas do mesmo ou atritos com a imprensa e instituições. Além disso, o desempenho legislativo de Marquinho também é baixo, sem nenhum projeto de relevância aprovado na Câmara, ou mesmo nenhuma ação de destaque na fiscalização do Executivo ou redução dos gastos públicos. Pelo contrário, no período em que esteve na presidência da Câmara, tentou gastar milhões na construção de uma nova e desnecessária sede para o Legislativo. Mas embora o baixo desempenho do vereador não fosse foco da atenção de seus colegas de plenário, o crescente desgaste do Legislativo provocado pelo ex-presidente da Câmara, começou a incomodar os vereadores, principalmente os novatos que sabem da necessidade de retidão e ética na função pública legislativa. Diante deste histórico de conflitos internos e externos, bem como o crescente desgaste do Legislativo que chega na forma de cobranças de eleitores pela cidade, os vereadores de Varginha vão votar o pedido de cassação de Marquinho nesta sexta. A expectativa é de “casa cheia” e amplo acompanhamento da sessão nas plataformas digitais e redes sociais, que gravam hoje as falas e votos dos vereadores, para futura apresentação em eleições futuras, o que é sempre um risco para quem não vota com responsabilidade e consciência! Câmara vota cassação: Povo mineiro atento ao Legislativo de Varginha - 02 Surpreendeu a dedicação da Comissão Processante que analisou o caso Marquinho da Cooperativa, com um trabalho idôneo e primoroso na construção do parecer final sobre o caso. A observação do processo legal, critérios técnicos fundamentados e isenção nas oitivas e condução do caso. Em que pese dois dos vereadores da comissão processante da Câmara serem novatos em primeiro mandato, surpreende o profissionalismo e capacitação da comissão na condução do processo, o que pode ser indício que os vereadores da comissão são realmente capacitados ou tiveram bom apoio técnico do Legislativo. De qualquer forma, fica claro que o caso Marquinho da Cooperativa, embora seja um enorme desgaste para todo o Legislativo, será um aprendizado social e político para esta legislatura e tem tudo para marcar história como o primeiro caso de cassação da cidade. E por certo que, se a cassação for aprovada, não será um demérito para o Legislativo, pelo contrário. Será a prova que esta legislatura está atenta e vigilante da necessidade de critérios mínimos de ética e decoro público no desempenho do cargo político de vereador de Varginha. Aliás, a opinião pública está atenta e revoltada com o caso Marquinho, o que pode ser verificado nas inúmeras manifestações nas redes sociais e questionamentos dos munícipes aos vereadores desta legislatura. Os vereadores e vereadoras desta legislatura não podem se omitir a dar resposta sobre este caso à população, bem como responsabilizar-se pelo posicionamento individual de cada um dos integrantes do Legislativo. A conferir! Sai atirando? Fontes da Coluna indicam que o desespero tomou conta do (ainda) vereador Marquinho da Cooperativa, que depois de muito pressionar (e fazer ameaças veladas) a colegas de plenário, identifica que pode mesmo perder o mandato nesta sexta. Nos bastidores o ex-presidente da Câmara alega que vai tentar judicializar o tema, caso venha a ser cassado nesta noite. Se isso realmente ocorrer, a Justiça vai receber o pedido do vereador, afinal a Justiça é a última opção de socorro para todo cidadão. Contudo, não se acredita que uma sentença judicial definitiva seja deferida antes do final do mandato. Ou seja, se mesmo depois de perder no plenário Marquinho da Cooperativa judicializar, corre o risco de se vier a ganhar, não levar! Os casos na Justiça são demorados e o mandato desta legislatura termina em dezembro de 2028. Ademais, diante de toda a robusta documentação probatória do caso, dificilmente algum magistrado daria ganho de causa ou mesmo uma liminar neste caso. Além disso, tem também a questão estratégica e política que envolve o caso. Embora o Governo Ciacci tenha abandonado publicamente Marquinho para evitar ser contaminado pelo desgaste eleitoral na opinião pública. Nos bastidores Ciacci ainda colabora com o ex-presidente da Câmara, que possui cargos indicados no Executivo e, (por tudo que sabe e já fez), pode vir a conseguir outras benesses, mesmo que deixe o cargo. Contudo, se “sair atirando, corre o risco de perder realmente o pouco que ainda lhe resta”, dizem fontes dentro do Executivo e Legislativo. Caso Marquinhos trilhe o caminho do ataque aos vereadores que “diz ter debaixo do balaio”, vai encontrar nestes mesmos vereadores a iniciativa para barrar qualquer tipo de apoio posterior por parte do Executivo ou Legislativo ao ex-presidente e seus aliados e indicados. Pinga Fogo O ex-secretário que saiu do Governo Ciacci para integrar a banca de advocacia sabe que o relacionamento entre poder público e iniciativa privada tem critérios éticos e legais. Deveria ter dado estas informações ao seu ex-colega da Secretaria de Obras! A greve prevista na empresa de transporte público coletivo de Varginha é um claro desleixo e pouco caso da empresa e do Município com o cidadão que usa o transporte coletivo. Empresa e Município não tiveram interesse em debater o caso na Câmara! Discreto e dedicado, o reitor do UNIS Felipe Flausino vem realizando grande trabalho de bastidores para estruturar o Centro Universitário e conquistar apoios importantes para o UNIS continuar sua trajetória de crescimento. Após o encerramento da janela eleitoral em 04 de abril, quando saberemos a filiação partidária de cada um dos candidatos das eleições de 2026, teremos uma “nova fase” da relação entre o ex-prefeito Vérdi Melo e o atual prefeito Ciacci. Aguardem! Parque São Francisco: Como utilizar este patrimônio em favor do Meio Ambiente e da população de Varginha? O Parque Natural Municipal São Francisco de Assis (PNMSFA), um dos mais antigos do Brasil e importante patrimônio ambiental de Varginha, acaba de alcançar um marco histórico para sua preservação e gestão. A unidade de conservação foi oficialmente contemplada com o reconhecimento para recebimento do ICMS Ecológico, benefício que bonifica municípios pela existência de áreas protegidas em seu território. A conquista representa um alívio financeiro aos cofres públicos municipais, e, também, um importante avanço na valorização da biodiversidade local. Com 147,25 hectares, o PNMSFA está estrategicamente localizado entre os bairros Padre Vitor, São Francisco e Imperial, fazendo divisa ainda com o Jardim Sion e a fazenda Experimental da Fundação Procafé. Criado em 1957, o parque protege uma área de transição entre dois dos biomas mais ricos e ameaçados do país: a Mata Atlântica e o Cerrado. Apesar de atualmente encontrar-se fechado para visitação, a unidade guarda em seus domínios um verdadeiro santuário ecológico, com nascentes, fauna diversificada e espécies vegetais nativas que despertam interesse de pesquisadores de todo o estado. A adequação do parque aos critérios exigidos para o ICMS Ecológico demandou um esforço coletivo da administração municipal, com o apoio de parceiros institucionais. A Prefeitura de Varginha atualizou o Plano de Manejo da unidade, promoveu a reformulação da legislação que denomina o Parque e reestruturou o Conselho Consultivo do PNMSFA, o COPARQUE. Essas medidas foram fundamentais para comprovar a efetiva gestão da área protegida e garantir o ingresso no programa estadual. Com a regularização concluída, a expectativa agora se volta para a reabertura do espaço à população. Em breve, o Parque São Francisco — como é carinhosamente chamado pelos moradores — poderá receber atividades de recreação, turismo ecológico, esportes ao ar livre, programas de educação ambiental e projetos de pesquisa científica. Parque São Francisco: Como utilizar este patrimônio em favor do Meio Ambiente e da população de Varginha? – 02 O Parque São Francisco possui um enorme potencial de apoio ao meio ambiente, não apenas arrecadando recursos estaduais, mas também desenvolvendo projetos turísticos e ambientais voltados à sociedade. Trazer para Varginha projetos de ecoturismo, ações com alunos das escolas públicas, projetos de cultivo e de plantas e árvores nativas que podem ser plantadas pela cidade. O município poderia, inclusive, desenvolver um viveiro de mudas no local. Além disso, o cuidado e desenvolvimento de nascentes no parque poderia melhorar a vazão da água que abastece os aquíferos da cidade, entre muitos outros benefícios. Todavia, atualmente, o Parque São Francisco e sua enorme área está fechado para uso da sociedade. Mas não para a invasão de delinquentes que já provocaram incêndios e muitas perdas no local. As cercas de fechado do parque estão surradas e muitas frágeis sendo um convite para meliantes e usuários de drogas. A criação de projetos ambientais e sociais é um ideal projetado pela Prefeitura de Varginha, que pode ou não sair do papel, a depender da competência do prefeito Ciacci. Já a segurança, fechamento e fiscalização do local é uma obrigação da qual o Governo Ciacci não pode correr ou tentar se esquivar, mesmo porque possui recursos em caixa para cumprir sua obrigação para com este patrimônio municipal. Todos iguais, mas uns mais iguais que os outros! Nesta semana uma realidade foi desmascarada no poder público de Varginha: o Governo Ciacci trata de forma diferente sua base em relação à (crescente) oposição! Isso pode parecer óbvio, ou difícil de ocorrer tendo em vista, por exemplo, que existem as emendas impositivas que são obrigatoriamente executadas independente da posição do vereador. Todavia, os vereadores da base têm suas respostas a requerimentos respondidas mais rapidamente com o maior detalhamento que as informações requeridas pelos vereadores da oposição. A falta de habilidade política do Governo Ciacci não está no tratamento diferenciado entre oposição e situação, mas sim na clara demonstração deste tratamento injusto. Em cidades próximas e mesmo no Governo Estadual, vereadores e deputados da oposição até imaginam que são tratados “com menor atenção pelos governos, mas não tem certeza ou prova desta diferenciação”. Já em Varginha existe uma “política institucional belicosa clara, onde secretários são orientados a evitar atender este ou aquele vereador. O prefeito não atende a oposição e persegue quem não está alinhado às suas vontades”. Existe vereador que tem “coleção de recusas de tentativas frustradas para marcar audiência com o prefeito e/ou secretários”. Neste caminho, o Governo não vai chegar longe e fecha portas para composições conjuntas necessárias para a conquista de grandes investimentos. Boladona! A coluna vem dialogando com muitas autoridades municipais, estaduais e com a Empresa de Concessões EPR, que possui a concessão da MGC 491. A Coluna identificou que existe mudança de comportamento das lideranças políticas, a depender da situação da liderança política na cidade. Quando a liderança política está no comando governista do município sua “sensibilidade às muitas reclamações populares quanto ao valor do pedágio são menores”. A diferença é clara daqueles que não estão no poder, que estão esperneando e cobrando soluções cotidianamente! No caso de Varginha, o pouco caso e ineficiência do prefeito Ciacci em procurar reduzir o valor do pedágio cobrado na MGC 491 ou antecipar as obras de conclusão da duplicação da via até Varginha são “explicadas pela bolada anual em torno de Hum Milhão de reais repassados pela concessionária à Prefeitura de Varginha. Que recebe o dinheiro “limpo e sem carimbo para fazer o que quiser”. E o que será que Ciacci está fazendo com esta bolada?

  • Acontece hoje votação da cassação de Marquinho da Cooperativa, preso por embriaguez ao volante, atropelar e não prestar socorro à vítima

    A pauta única da reunião será o julgamento da denúncia com pedido de cassação do mandado envolvendo o vereador Marquinho da Cooperativa A Câmara Municipal de Varginha, no Sul de Minas, oficializou a convocação de uma Sessão Extraordinária, que será realizada hoje sexta-feira, dia 27 de março, às 18h, no Plenário do Legislativo Municipal. A pauta única da reunião será o julgamento da denúncia com pedido de cassação do mandado envolvendo o vereador Marquinho da Cooperativa. O rito de julgamento segue o que determina o Decreto-Lei 201/67. A Comissão Processante da Câmara de Varginha é constituída pelos vereadores Davi Martins (presidente), Zilda Silva (relatora) e Miguel da Saúde. O papel da Comissão é avaliar se os fatos documentalmente demonstrados nos autos revelam conduta pública incompatível com o decoro parlamentar. O fato que gerou o pedido de cassação do vereador, que na época ocupava a presidência da Câmara de Varginha, foi o atropelamento de um jovem ocorrido na madrugada do dia 01 de janeiro de 2026, horas após o réveillon. O vereador é acusado de, sob o efeito de álcool, dirigir pelas ruas da cidade, onde atropelou um jovem e fugiu sem prestar socorro, abandonando o cidadão a própria sorte. Após o atropelamento, Marquinhos da Cooperativa foi encontrado pela PM em seu sítio fora da cidade onde estava exaltado e se negou a passar pelo etilômetro, foi preso e levado para o presídio local. O flagrante da prisão do vereador foi lavrado pela Polícia Militar, passou pelo Ministério Público e foi homologado pela Justiça. Saindo da cadeia dias depois do pagamento de fiança, o vereador se reuniu com parte dos vereadores na Câmara e em coletiva à Imprensa acusou a Polícia Militar e disse que não havia bebido! Horas depois, vídeos do edil foram divulgados em redes sociais mostrando o mesmo numa animada festa de réveillon com distribuição de bebida alcoólica; e outro vídeo de Marquinho já detido na viatura militar, com voz embargada e claramente alterado, com fala desconexa e outros sintomas de pessoa alcoolizada. O caso do atropelamento protagonizado pelo então presidente da Câmara de Varginha foi amplamente divulgado em Minas, com imagens e reportagens sobre o histórico de agressões e ameaças do edil, bem como as acusações do vereador contra a Polícia Militar, depois de sua prisão que foi homologada pelo Judiciário após ouvir o Ministério Público. Marquinho da Cooperativa é visto como pessoa truculenta, já tendo ameaçado a imprensa e respondeu a outros processos, inclusive judiciais, com condenação por agressão a uma equipe de reportagem da TV Globo na região. A quebra do decoro parlamentar é conceito jurídico-normativo relacionado à dignidade do mandato, à honorabilidade da função pública e à preservação da credibilidade institucional do Poder Legislativo. Na sessão extraordinária de hoje, será apresentado o relatório final elaborado pela Comissão Processante, que foi instaurada em janeiro deste ano para apurar os fatos. Também haverá espaço para a defesa técnica do acusado, bem como a manifestação dos parlamentares, conforme os prazos regimentais. Em seguida, será realizada a votação dos vereadores sobre o parecer final. A sessão será aberta ao público, respeitando a capacidade do Plenário e contará com transmissão ao vivo pelos canais oficiais do Legislativo no YouTube, Instagram e Facebook.

  • Exposição “Galeria de Sonhos” reúne obras de jovens artistas e abre nesta sexta em Varginha

    Reprodução O Museu Municipal de Varginha realiza, nesta sexta-feira (27), às 18h, a abertura da exposição “Galeria de Sonhos”. A mostra reúne uma série de obras produzidas por adolescentes que participaram de oficinas de pintura promovidas em dezembro de 2025. A iniciativa envolveu estudantes da Escola Estadual Professor Antônio Domingues Chaves, além de jovens moradores dos bairros Sion, Santana e regiões próximas, incentivando a participação da comunidade local no projeto. A programação de abertura foi organizada com atrações culturais voltadas ao público presente. Às 19h, a artista Anna Esteves apresenta um pocket show com repertório autoral. Na sequência, às 19h30, será realizada a entrega de certificados aos alunos que participaram das oficinas, marcando o encerramento das atividades desenvolvidas ao longo do projeto. A entrada é gratuita, permitindo que toda a comunidade possa prestigiar o evento. As obras expostas são resultado do trabalho conduzido pelas oficineiras Maria Clara Souza e Dani Werneck. Durante as oficinas, os participantes tiveram contato com técnicas de pintura, mas também foram incentivados a explorar a criatividade e a expressão pessoal. O processo buscou oferecer um ambiente acolhedor, no qual os jovens pudessem transformar suas experiências, sentimentos e percepções em produções artísticas. Como resultado, a exposição apresenta telas que utilizam cores, formas e composições para traduzir vivências e sonhos individuais e coletivos. A iniciativa foi idealizada pela professora Maria Clara de Souza Silva e conta com o apoio da Prefeitura de Varginha, da Fundação Cultural e do Governo Federal. A proposta reforça a importância de ações que valorizem a arte e promovam espaços de expressão para jovens talentos locais. A exposição “Galeria de Sonhos” segue aberta ao público até o dia 7 de abril de 2026. A visitação acontece no Museu Municipal, localizado na Praça Governador Benedito Valadares, na região central da cidade, oferecendo à população a oportunidade de conhecer de perto os trabalhos desenvolvidos pelos participantes do projeto.

  • OAB Varginha participa de palestra com Célia Xakriabá e reforça defesa de direitos indígenas e meio ambiente

    Reprodução Na manhã desta última quarta-feira (25), a Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Varginha, participou ativamente de uma palestra promovida pela Deputada Federal Célia Xakriabá, cujo tema foi “Embaixadores pelo Clima: a natureza como sujeito de direito”. O evento reuniu representantes de diversas instituições e membros da sociedade civil interessados na discussão sobre direitos indígenas, igualdade racial e preservação ambiental. A OAB Varginha foi representada pelo advogado Mailso Martins, Presidente da Comissão de Promoção da Igualdade Racial, e pela Dra. Thaís Corcetti, Presidente da Comissão de Direito Eleitoral. A presença dos dois reforçou o engajamento da instituição na defesa de pautas sociais, políticas e ambientais, evidenciando a importância de advogados participarem de debates que conectam justiça social, meio ambiente e democracia. Durante sua fala, Célia Xakriabá destacou a urgência de incluir a pauta indígena nos debates sobre políticas públicas, considerando o histórico de exclusão, violência e marginalização enfrentado pelos povos originários. A parlamentar também enfatizou que a defesa do meio ambiente não é apenas uma questão ecológica, mas um compromisso com a vida e com os direitos humanos, ressaltando a necessidade de atuação política consciente e engajada para enfrentar desafios socioambientais. Eleita como a única deputada federal indígena por Minas Gerais, Célia Xakriabá possui reconhecimento nacional por sua atuação em prol dos direitos dos povos originários e na promoção de políticas ambientais. Sua trajetória demonstra a importância de vozes representativas e inclusivas no Congresso, fortalecendo a luta por igualdade, justiça social e sustentabilidade. Ao participar do evento, a OAB Varginha reafirma seu compromisso com a promoção da igualdade racial, a defesa dos direitos fundamentais e o fortalecimento da democracia. A instituição reforça seu papel como agente ativo na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva, demonstrando que a advocacia pode e deve estar presente em pautas que unem direitos humanos, meio ambiente e cidadania.

  • Jornal Gazeta de Varginha Edição 11.916

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Gazeta de Varginha

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