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- Vídeo mostra PM e marido levando filha à escola no horário em que ela disse estar amarrada
Reprodução Imagens de câmeras de segurança mostram a policial militar Júlia Natália Girão Gomes e o marido, Antoneudo Ribeiro Lima Júnior, levando a filha para a escola na manhã de terça-feira (11), no Ceará. O horário registrado pelas câmeras coincide com o período em que Júlia afirmou, em depoimento, ter sido retirada de um veículo, amarrada e mantida sob restrição após a abordagem que terminou com a morte do soldado Raphael Sampaio da Silva. Raphael foi encontrado carbonizado dentro de um carro incendiado em Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza. Júlia e o soldado pertenciam ao mesmo batalhão da Polícia Militar. Segundo a versão apresentada pela policial, ela e Raphael teriam sido surpreendidos por pessoas não identificadas. Ela relatou que foi retirada do veículo, teve as mãos presas e foi colocada no compartimento de bagagem. Mais tarde, segundo seu depoimento, conseguiu deixar o local e foi encontrada na manhã de terça-feira em uma área de Aquiraz, com as mãos amarradas por uma corda. As novas imagens passaram a ser analisadas na investigação porque mostram Júlia acompanhada do marido no período em que ela declarou estar amarrada. Outro registro de câmera, instalado em uma oficina mecânica, também teria flagrado a policial durante a manhã usando as mesmas roupas com as quais foi localizada posteriormente. Uma testemunha afirmou ainda ter visto Júlia naquele período vestindo as mesmas roupas. Durante o depoimento, Júlia foi questionada sobre a troca de roupas e afirmou não se lembrar de quando teria retirado a farda da Polícia Militar e colocado as vestimentas usadas posteriormente. De acordo com a versão apresentada por ela, as roupas teriam sido deixadas por pessoas que não identificou. A policial também preferiu não responder, naquele momento, quando foi perguntada sobre o momento em que teria sido amarrada e se havia encontrado ou mantido contato com o marido na manhã de terça-feira. Ela disse que prestaria esclarecimentos sobre esses pontos durante o processo, acompanhada de seu advogado. Júlia e Antoneudo estão presos e são investigados por possível envolvimento na morte de Raphael Sampaio. Na audiência de custódia realizada na quinta-feira (13), a prisão de Júlia foi convertida em preventiva após pedido do Ministério Público e da autoridade policial. No caso de Antoneudo, a prisão em flagrante foi relaxada, mas ele continuou detido em razão de um mandado de prisão relacionado a outro processo que tramita sob segredo de Justiça. O casal também já era investigado em outro procedimento, iniciado em junho de 2025 pela Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos. A apuração começou após uma denúncia de uma empresa de transporte por aplicativo e investigava a criação e utilização de perfis falsos. Segundo a Polícia Civil, o grupo teria 13 integrantes. Antoneudo chegou a ser preso em setembro de 2025 e foi indiciado por suspeitas de organização criminosa, uso de identidade falsa, lavagem de dinheiro e fraude eletrônica. Júlia também foi indiciada por suspeitas de organização criminosa e lavagem de dinheiro. A morte de Raphael Sampaio ocorreu na manhã de terça-feira (11), quando o soldado foi localizado sem vida dentro de um automóvel incendiado no bairro Ancuri, em uma área próxima à divisa entre Fortaleza e Itaitinga. O militar tinha 27 anos e havia ingressado na Polícia Militar do Ceará em junho de 2022. Ele estava lotado na 2ª Companhia do 16º Batalhão de Polícia Militar. A investigação busca esclarecer a dinâmica do homicídio e identificar os responsáveis pela morte do policial. Fonte: G1
- Rússia condena homem a 23 anos de prisão por espionagem para a Polônia
Reprodução Um tribunal de Moscou, na Rússia, condenou um homem identificado como Gregory Pirogov a 23 anos de prisão em uma colônia penal por espionagem em favor da Polônia, informou o Serviço Federal de Segurança russo (FSB) nesta sexta-feira (14). O julgamento ocorreu a portas fechadas sob a justificativa de segurança nacional. Segundo o FSB, Pirogov forneceu à Polônia informações relacionadas a armamentos russos avançados e sistemas de mísseis utilizados na guerra na Ucrânia. O órgão afirmou que o homem deixou a Rússia após o início da guerra e entrou em contato com a inteligência polonesa em abril de 2022. Ainda de acordo com o serviço de segurança russo, Pirogov recebeu posteriormente a tarefa de coletar e repassar informações consideradas sigilosas. Ele também teria usado contatos na indústria de defesa russa para obter dados pessoais de pessoas que tinham acesso a segredos de Estado, com o objetivo de recrutá-las. Casos envolvendo acusações de espionagem se tornaram mais frequentes na Rússia desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia, em fevereiro de 2022. Os tribunais russos costumam divulgar as condenações, mas fornecem poucos detalhes sobre os processos, que frequentemente são realizados em segredo. A condenação ocorre um dia depois de a Polônia anunciar a prisão de um cidadão russo que, segundo as autoridades polonesas, teria sido contratado por Moscou para matar um cidadão ucraniano-americano em Varsóvia. A troca de acusações entre Rússia e países europeus ocorre em meio à continuidade da guerra na Ucrânia e ao aumento das tensões relacionadas à segurança na região. Fonte: CNN
- Justiça condena lateral do Athletico a 13 anos de prisão em primeira instância
Reprodução O lateral-esquerdo Léo Derik, do Athletico, foi condenado pela Justiça a 13 anos de prisão, em regime inicial fechado, por dois crimes de estupro contra uma ex-ficante. A decisão é de primeira instância e foi tomada pelo 2º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Curitiba. O jogador permanece em liberdade enquanto recorre. Além da pena de prisão, a sentença determina que o atleta pague R$ 20 mil de indenização à vítima, com juros e correção monetária. A defesa de Léo Derik afirmou ter recebido a decisão com surpresa e informou que irá recorrer ao Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). Segundo a decisão judicial, os crimes ocorreram em dezembro de 2023 e fevereiro de 2024, em Curitiba. A juíza considerou comprovadas as duas acusações, apesar de o exame pericial realizado meses depois dos fatos não ter apresentado resultado conclusivo. Para fundamentar a condenação, foram considerados consistentes o relato da vítima e outros elementos reunidos durante o processo, incluindo depoimentos e documentos psicológicos. O Ministério Público havia pedido a absolvição do jogador. O órgão avaliou que as provas apresentadas não eram suficientes para sustentar a condenação pelos dois crimes de estupro e pela acusação de violência psicológica. A Justiça, porém, entendeu que havia elementos suficientes para condená-lo pelos dois estupros. A defesa sustenta que a sentença ainda não é definitiva e afirma que antecipar um juízo de culpabilidade antes da análise dos recursos poderia desconsiderar a presunção de inocência. O recurso deverá ser apresentado ao TJ-PR. O Athletico informou que tomou conhecimento da decisão, mas não irá comentar o conteúdo do processo porque o caso tramita em segredo de Justiça. O clube também destacou que a decisão é de primeira instância e está sujeita a recurso. Léo Derik tem 21 anos, foi formado nas categorias de base do Athletico e passou a atuar profissionalmente pelo clube. O lateral também teve passagem pela Seleção Brasileira Sub-20 e ganhou espaço na equipe paranaense após a campanha de acesso à Série A em 2025. Fonte: G1
- Mensagens enviadas à mãe levantaram suspeitas antes de estudante ser encontrada morta em SC
Reprodução Uma estudante de 19 anos foi encontrada morta na casa do namorado, em Sangão, no Sul de Santa Catarina. O namorado, de 21 anos, foi preso em flagrante e confessou o crime, segundo a Polícia Civil. A investigação trata o caso como suspeita de feminicídio. Segundo familiares, a mãe da jovem recebeu mensagens durante o fim de semana em nome da filha. Na sexta-feira (7), a estudante informou que dormiria na casa do namorado. Nos dias seguintes, porém, os contatos passaram a levantar desconfiança da família. De acordo com a irmã da vítima, a jovem havia saído na quinta-feira para ir a um bar e contou que iria conhecer novos amigos da faculdade. No dia seguinte, uma mensagem informou à mãe que ela havia dormido na casa do namorado e permaneceria no local durante o fim de semana. No domingo à noite, outra mensagem dizia que a jovem ficaria mais uma noite na residência e voltaria para casa na manhã seguinte. A família desconfiou da situação e procurou a polícia. Na segunda-feira (10), policiais foram até a residência do namorado, localizada no bairro Santa Apolônia, mas não encontraram ninguém no imóvel. Os agentes perceberam que um dos quartos estava trancado e precisaram arrombar a porta. A estudante foi encontrada morta no interior do cômodo. Segundo a Polícia Militar, o corpo estava enrolado em cobertores e apresentava ferimentos no rosto. O namorado, José Gustavo Rabelo, confessou o crime e foi preso em flagrante. Segundo o delegado Murilo da Cunha, responsável pela investigação, o suspeito afirmou que houve uma discussão entre o casal e que ele aplicou um golpe conhecido como “mata-leão” na vítima. A Polícia Científica ainda aguardava os resultados dos exames para confirmar a versão apresentada pelo investigado e determinar com precisão a causa e a data da morte. A avaliação inicial indicava que a estudante poderia estar morta havia mais de um dia. Joviana Evelyn Iankovski havia começado a faculdade de biologia no segundo semestre de 2026. Segundo a família, ela tinha planos de viajar pelo mundo e realizar trabalhos voluntários na África. O caso segue sob investigação em Santa Catarina. Fonte: G1
- Luigi Mangione admite culpa em caso envolvendo morte de executivo da UnitedHealthcare
Reprodução Luigi Mangione, de 28 anos, declarou-se culpado nesta sexta-feira (14) em um processo federal relacionado à morte de Brian Thompson, executivo da UnitedHealthcare. A declaração ocorreu durante uma audiência em um tribunal federal de Manhattan, em Nova York. Mangione admitiu responsabilidade por duas acusações federais de perseguição que resultou em morte. Embora o processo federal não seja formalmente uma acusação de homicídio, as acusações estão diretamente relacionadas à morte de Thompson, ocorrida em dezembro de 2024. Durante a audiência, Mangione confirmou diante da juíza Margaret Garnett que pretendia se declarar culpado. A magistrada explicou que ele poderia mudar de decisão antes da conclusão do procedimento e informou que cada uma das duas acusações pode resultar em prisão perpétua. Ao responder às perguntas da Justiça, Mangione também admitiu ter atirado contra Thompson em Manhattan. A declaração encerra o processo federal sem a realização de um julgamento sobre essas acusações. A sentença está marcada para 18 de dezembro de 2026. A decisão, porém, não encerra o processo estadual que tramita em Nova York. Mangione ainda responde a uma acusação de homicídio no âmbito estadual, e o julgamento está previsto para começar em 8 de setembro. A defesa sustenta que os dois processos estão relacionados aos mesmos fatos e pode questionar a continuidade da ação estadual. O caso envolvendo Mangione ganhou grande repercussão nos Estados Unidos desde a morte de Thompson, em dezembro de 2024. O executivo era responsável pela divisão de seguros da UnitedHealth Group e foi morto enquanto se dirigia para uma conferência de investidores em Nova York. A Promotoria de Manhattan ainda mantém o processo estadual, enquanto a defesa deverá avaliar os efeitos da declaração de culpa feita na Justiça federal sobre o julgamento previsto para setembro. O impacto da decisão sobre a ação estadual ainda será analisado pelos tribunais. Fonte: G1
- Renan Santos aciona TSE contra Flávio Bolsonaro por caso de filiação irregular ao Missão
Reprodução O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) levou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o caso envolvendo a filiação irregular do senador Flávio Bolsonaro ao partido. A iniciativa ocorre após o nome do candidato do PL aparecer no sistema da Justiça Eleitoral como integrante do Missão, situação que chegou a impedir temporariamente o registro de sua candidatura à Presidência pelo Partido Liberal. O episódio começou na quinta-feira (13), quando a equipe de Flávio tentou registrar a candidatura presidencial e constatou que ele constava no sistema eleitoral como filiado ao Missão. O senador, que integrava o PL, teve a filiação ao partido restabelecida posteriormente por decisão do presidente do TSE, ministro Nunes Marques. O tribunal também determinou que o caso fosse investigado. O Missão afirma que foi vítima de uma tentativa de filiação fraudulenta e que comunicou o TSE sobre o ocorrido. Segundo a legenda, o cadastro teria sido realizado por terceiros e os dados registrados apresentavam informações falsas. O TSE informou que não houve invasão de seu sistema e indicou que a alteração foi feita por alguém que possuía acesso regular ao sistema partidário. De acordo com informações divulgadas pelo partido, o cadastro de Flávio apresentava um endereço fictício com referências à criminalidade e um número de CPF genérico. O Missão também afirmou que seu sistema identificou a irregularidade e que o gabinete do senador foi informado sobre o episódio. A campanha de Flávio, por sua vez, questionou como o partido tomou conhecimento da tentativa de filiação e criticou a forma como o caso foi conduzido. Renan Santos passou a cobrar publicamente explicações de Flávio Bolsonaro sobre o episódio. Em declaração a jornalistas no Rio de Janeiro, o candidato do Missão desafiou o senador a apresentar informações sobre quem teria acessado seu e-mail oficial durante o processo de filiação. Santos também afirmou que pretende disponibilizar ao TSE e à imprensa dados técnicos relacionados ao caso, incluindo registros de e-mails, logs e endereços de IP. Nesta sexta-feira (14), o partido Missão acionou formalmente o TSE para pedir a apuração da inclusão de Flávio em seus quadros. Renan Santos adotou um tom de confronto ao comentar a iniciativa e afirmou que pretende colaborar com a investigação. O episódio ocorre a dois dias do início oficial da campanha eleitoral e no prazo final para o registro das candidaturas, marcado para 15 de agosto. O caso também provocou uma disputa pública entre as campanhas. Enquanto o Missão sustenta que houve uma tentativa fraudulenta de filiação e diz ter comunicado as autoridades, a equipe de Flávio Bolsonaro classifica o episódio como uma ação irregular e cobra esclarecimentos. A investigação deverá esclarecer quem realizou o cadastro e como a alteração foi efetivada no sistema eleitoral. Fonte: G1
- FIEMG alerta para impacto de eventual guerra comercial entre Brasil e Estados Unidos
Divulgação/Uma eventual guerra comercial entre Brasil e Estados Unidos poderia provocar aumento de preços, afetar empregos e reduzir a atividade econômica. Segundo estudo da FIEMG, uma sobretaxa recíproca de 50% sobre as importações poderia gerar uma perda estimada de R$ 259 bilhões no PIB brasileiro. Guerra comercial entre Brasil e EUA poderia reduzir PIB em R$ 259 bilhões, aponta estudo da FIEMG. Uma eventual escalada de uma guerra comercial entre Brasil e Estados Unidos poderia provocar impactos significativos sobre a economia brasileira, com aumento de preços, redução da atividade industrial e possíveis efeitos sobre o mercado de trabalho. O alerta consta de um estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) em 2025. O levantamento avaliou um cenário hipotético em que Brasil e Estados Unidos aplicariam uma sobretaxa recíproca de 50% sobre as importações provenientes de cada país. Nesse cenário, a estimativa é de uma redução de R$ 259 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, equivalente a 2,21% da economia. Segundo a FIEMG, uma eventual retaliação poderia produzir efeitos contrários aos objetivos pretendidos, principalmente porque parte dos produtos importados dos Estados Unidos é utilizada como insumo pela própria indústria brasileira. A entidade destaca que a aplicação de tarifas sobre esses produtos poderia elevar os custos de produção no país, com possíveis reflexos sobre preços e competitividade das empresas brasileiras. Governo prioriza negociação Em meio ao avanço das discussões entre Brasil e Estados Unidos, o governo brasileiro optou por priorizar as consultas diplomáticas antes de definir eventuais contramedidas. Até o momento, não foram aplicadas tarifas retaliatórias, restrições comerciais ou medidas relacionadas à propriedade intelectual como resposta às ações norte-americanas. O cenário analisado pela FIEMG considera a possibilidade de utilização de instrumentos de defesa comercial previstos na Lei de Reciprocidade. Essas medidas, entretanto, permanecem em segundo plano enquanto as negociações entre os dois países seguem voltadas à busca por um acordo. O estudo da FIEMG reforça que uma escalada tarifária poderia atingir não apenas as relações comerciais entre os dois países, mas também setores da economia brasileira que dependem de produtos e insumos importados dos Estados Unidos. Fonte: BPMoney
- Em podcast, Lula defende reciprocidade e revela intenção de conversar diretamente com Trump
Divulgação/O presidente Lula defendeu medidas de reciprocidade do Brasil diante das ações adotadas pelos Estados Unidos e afirmou que pretende buscar um diálogo direto com Donald Trump. Em entrevista a podcasts, o presidente disse que não quer uma guerra comercial, mas uma negociação “com seriedade”, além de criticar as justificativas usadas pelos norte-americanos para impor restrições ao Brasil. Lula defende reciprocidade em medidas contra os Estados Unidos e diz querer diálogo com Trump. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a adoção de medidas de reciprocidade pelo governo brasileiro em resposta às ações tomadas pelos Estados Unidos contra o Brasil. A declaração foi dada durante entrevista aos podcasts “Não Inviabilize” e “As Cunhãs”, gravada no Palácio da Alvorada. Ao comentar a tensão nas relações entre os dois países, Lula afirmou que pretende manter uma postura de diálogo, mas sem abrir mão de uma resposta às medidas adotadas pelo governo norte-americano. “Não quero guerra, eu quero discutir com seriedade”, declarou o presidente. Lula também criticou as justificativas apresentadas pelos Estados Unidos para a adoção de restrições ao Brasil. Ao abordar as medidas comerciais impostas pelo governo norte-americano, afirmou: “Eles taxaram o Brasil com base em mentira”. Lula busca conversa direta com Trump Durante a entrevista, o presidente também falou sobre a intenção de buscar um diálogo direto com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo Lula, a ideia é estabelecer uma conversa pessoal com o norte-americano para tratar das medidas adotadas contra o Brasil e pedir que os Estados Unidos não interfiram em assuntos internos brasileiros. Ao justificar sua posição, Lula afirmou que nunca interferiu nas eleições norte-americanas. “Eu nunca me meti nas eleições deles. Por que ele vai se meter aqui?”, questionou o presidente. A declaração ocorre em meio ao cenário político que antecede as eleições brasileiras de 2026, para as quais Lula pretende disputar a reeleição. Presidente amplia participação em podcasts A entrevista também faz parte de um movimento recente de ampliação da presença de Lula em podcasts e canais digitais. Nas últimas semanas, o presidente participou de diferentes programas nesse formato, incluindo o podcast “Inteligência Ltda.”. Paralelamente, houve redução da participação em entrevistas e sabatinas promovidas por veículos tradicionais de comunicação. A estratégia representa uma mudança na forma de comunicação do presidente, com maior presença em plataformas digitais e programas voltados a públicos específicos. Fonte: BPMoney
- DER-MG inicia recuperação da marginal da MG-010 entre BH e o Aeroporto na próxima semana
DivulgaçãoDER/MG/O DER-MG inicia na próxima segunda-feira (17) a recuperação do pavimento da marginal da MG-010, no sentido Belo Horizonte–Aeroporto. Os serviços ocorrerão de segunda a sexta, das 9h às 15h, e poderão provocar fechamentos parciais e operações pare-e-siga. A previsão é de 45 dias para esta primeira etapa. O Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais (DER-MG) inicia, na próxima segunda-feira (17), as obras de recuperação do pavimento da via marginal da MG-010, conhecida como Linha Verde, no trecho entre o km 12,5, na altura do Hospital Risoleta Neves, e o km 18,4, no sentido Belo Horizonte–Aeroporto Internacional de Belo Horizonte. Os trabalhos serão realizados exclusivamente na via marginal, sem necessidade de interdição das faixas principais da MG-010. As intervenções ocorrerão de segunda a sexta-feira, das 9h às 15h. Durante a execução dos serviços, poderão ocorrer fechamentos parciais da pista e operações de pare-e-siga, com controle realizado por sinaleiros. O DER-MG orienta os motoristas a reduzirem a velocidade, respeitarem a sinalização instalada no local e seguirem as instruções das equipes responsáveis pelas obras. A primeira etapa da recuperação tem duração estimada de 45 dias. Após a conclusão dos trabalhos no sentido Belo Horizonte–Aeroporto, está prevista para outubro a realização dos serviços na marginal do sentido contrário, entre o Aeroporto e Belo Horizonte. O DER-MG recomenda que os motoristas redobrem a atenção ao passar pelo trecho durante o período das obras e, sempre que possível, evitem os horários de maior movimento para reduzir os impactos no trânsito. DER MG
- INAES e ADM firmam parceria para impulsionar bioeconomia no Norte de Minas
Projeto aposta na valorização de espécies nativas, como o jenipapo, para gerar renda a pequenos produtores e contribuir para a conservação do Cerrado e da Caatinga O Instituto Antônio Ernesto de Salvo (Inaes), braço de inovação, inteligência e sustentabilidade do Sistema Faemg Senar, e a multinacional ADM, por meio do programa de investimento socioambiental ADM Cares, firmaram parceria para desenvolver um modelo de bioeconomia voltado à valorização de espécies nativas em Minas Gerais, como o jenipapo. A iniciativa pretende capacitar coletores e pequenos produtores rurais e transformar recursos naturais do Cerrado e da Caatinga em oportunidades de geração de renda, conservação ambiental e inclusão produtiva. O projeto será implantado inicialmente no Norte de Minas e no Vale do Jequitinhonha, regiões que apresentam alguns dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado. A proposta prevê ampliar a participação de pequenos produtores, capacitar coletores e incentivar boas práticas de extrativismo sustentável, com rastreabilidade, valorização da produção local e remuneração justa aos participantes da cadeia. Segundo o analista de planejamento do Inaes, Guilherme Chaves Andrade, o projeto busca diversificar as fontes de renda no meio rural ao mesmo tempo em que cria incentivos econômicos para a conservação ambiental. “O Inaes, usando o seu pilar de sustentabilidade, traz uma solução dentro da central de apoio ao produtor rural. Esse projeto surge de uma grande parceria nossa com a ADM para diversificar a renda do produtor rural, por meio da valorização de uma espécie nativa que até então é subvalorizada na região e no estado, além de incentivar a conservação das árvores ao desenvolver oportunidades econômicas a partir da floresta em pé”, explica. Estruturação da cadeia produtiva Entre as principais ações previstas estão o mapeamento das áreas de ocorrência natural do jenipapo, a mobilização de produtores rurais, com apoio logístico dos Sindicatos dos Produtores Rurais, e a capacitação das equipes responsáveis pela coleta. O projeto também prevê iniciativas para organizar a atividade extrativista de maneira segura, sustentável e capaz de gerar renda para as comunidades participantes. O Inaes ficará responsável pela coordenação das operações em campo. As gerências regionais do Sistema Faemg Senar e os sindicatos atuarão na identificação das áreas participantes, no cadastramento dos produtores e na mobilização local. O Senar atua na formação das equipes, com treinamentos sobre segurança no trabalho, técnicas de colheita, manejo adequado dos frutos e padronização das embalagens. A primeira coleta de jenipapo foi realizada entre os dias 13 e 17 de julho, no município de Rubim (MG). Os cursos começaram em julho, e os interessados devem manifestar a intenção de participar por meio de termo de adesão ao programa. A metodologia inclui a utilização de equipamentos adequados para ampliar a segurança dos trabalhadores, reduzir perdas e preservar a qualidade dos frutos ao longo de todo o processo. A expectativa é que o projeto-piloto permita validar a viabilidade técnica da cadeia produtiva, fortalecer as capacidades locais e avaliar o potencial socioeconômico da atividade, com possibilidade de expansão nos próximos anos. “Por atuarmos em todas as pontas da cadeia agrícola, uma das nossas missões é justamente apoiar a capacitação de produtores, promover conexões entre diferentes agentes e gerar impacto socioambiental nas comunidades e biomas onde estamos presentes. O conhecimento técnico e a educação são, nesse caso, o ponto de partida para o desenvolvimento estruturado e sustentável da bioeconomia”, afirma o especialista em Agronomia da ADM, Jonas Pagassini. Além da diversificação das fontes de renda dos pequenos produtores, o projeto busca gerar oportunidades de trabalho para equipes de coleta e valorizar recursos naturais dos territórios atendidos. A iniciativa também fortalece os Sindicatos dos Produtores Rurais como pontos de organização e desenvolvimento regional. Bioeconomia como alternativa de renda e conservação O projeto aposta na bioeconomia como estratégia para agregar valor às espécies nativas e transformar o jenipapo em um ativo econômico. Ao possibilitar a geração de renda por meio da coleta sustentável dos frutos, a iniciativa cria um incentivo para a manutenção da cobertura vegetal, tornando a árvore em pé mais valiosa economicamente para o produtor do que a conversão da área para pastagens ou outras culturas. A parceria integra o ADM Cares, programa global que apoia projetos relacionados à agricultura sustentável, conservação da biodiversidade e desenvolvimento das comunidades onde a companhia atua. Presente no Brasil desde 1997, a ADM trabalha globalmente na comercialização de grãos e insumos e nos setores de nutrição humana e animal. Segundo Guilherme Chaves Andrade, o ciclo de 2026 será importante para compreender o potencial produtivo das regiões participantes e consolidar um modelo que poderá ser ampliado nos próximos anos, fortalecendo novas cadeias produtivas baseadas na bioeconomia em Minas Gerais. Fonte: Sindijori
- Israel alertou os EUA sobre supostos planos do Irã para matar Trump, diz Reuters
Reprodução Os Estados Unidos receberam, ao longo do último ano, diversos alertas de Israel sobre uma suposta intenção do Irã de assassinar o presidente Donald Trump. As informações foram repassadas às agências de inteligência americanas e, em alguns casos, diretamente por autoridades israelenses a integrantes de alto escalão da Casa Branca. Segundo um funcionário americano em exercício e dois ex-funcionários ouvidos pela Reuters, porém, os alertas não puderam ser verificados de forma independente. As informações mencionavam diferentes possibilidades de ataque contra Trump. Entre elas estavam um atentado realizado por um franco-atirador ou o recrutamento de uma pessoa para atacar o presidente com uma faca durante um grande evento público. Os primeiros alertas começaram a circular antes da guerra de 12 dias, em junho de 2025, e ganharam intensidade antes da decisão dos Estados Unidos de entrar em guerra com o Irã, em fevereiro deste ano. O alerta considerado mais detalhado pelas fontes surgiu antes da cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), realizada em Ancara, na Turquia, em julho. Autoridades israelenses informaram à Casa Branca que o Irã poderia tentar matar Trump enquanto ele viajasse no Air Force One, possivelmente usando um míssil portátil. A ameaça contribuiu para uma operação de segurança extraordinária durante a viagem, que incluiu a transferência do presidente para outra aeronave no retorno da Turquia. Apesar da gravidade dos avisos, a CIA não conseguiu confirmar algumas das ameaças específicas apresentadas pela inteligência israelense desde o início de 2025. No episódio relacionado à cúpula da Otan, autoridades turcas também informaram aos americanos que não haviam encontrado evidências capazes de confirmar a informação fornecida por Israel. Mesmo assim, a Casa Branca e o Serviço Secreto decidiram adotar medidas preventivas diante do risco potencial à segurança do presidente. A comunidade de inteligência americana avalia há anos que o Irã busca retaliar pelo assassinato do comandante militar iraniano Qassem Soleimani, morto em uma operação ordenada por Trump em 2020. Ao mesmo tempo, existem divergências entre as avaliações de inteligência dos Estados Unidos e de Israel sobre a ameaça representada pelo Irã. No início deste ano, agências americanas avaliaram que Teerã não estava desenvolvendo ativamente armas nucleares, enquanto Israel sustentava que o país representava uma ameaça urgente. Mesmo diante das avaliações americanas, Trump decidiu prosseguir com ataques contra o Irã em fevereiro. Segundo a Reuters, o presidente americano também considerou informações compartilhadas por Israel sobre supostas tentativas iranianas de assassiná-lo antes de iniciar a campanha militar. Um porta-voz da embaixada israelense rejeitou a ideia de que o país estivesse usando o compartilhamento de inteligência para influenciar a política americana em relação ao Irã. A Casa Branca e a CIA não comentaram as informações. O Serviço Secreto, por sua vez, afirmou que não discutiria casos específicos de inteligência, mas destacou que continua concentrado na proteção de Trump diante do aumento das ameaças. Os Estados Unidos dependem há muito tempo da inteligência israelense sobre questões do Oriente Médio, especialmente relacionadas ao Irã. Segundo ex-funcionários americanos, informações israelenses costumam chegar à CIA ou à Agência de Segurança Nacional (NSA) por canais formais e são posteriormente analisadas. Em algumas ocasiões durante as ofensivas militares americanas contra o Irã, a CIA classificou como de “baixa confiança” informações israelenses sobre ameaças iranianas, incluindo possíveis planos para assassinar Trump. Fonte: CNN
- FAIR PLAY COMO MODELO DE GESTÃO
Fair play virou palavra de moda. Mas na gestão, ela tem peso. E o primeiro erro é confundir fair play com simplicidade ou ingenuidade. Não é. Fair play é modelo de gestão. É jogar limpo dentro da regra, com cobrança, mérito e respeito. Empresa não é campo de guerra. Mas também não é roda de amigos. É ambiente de resultado. E resultado sustentável só vem quando as regras são claras. O que é fair play na prática? 1. Regras claras. Todo mundo sabe o que dá ponto e o que dá cartão. Avaliação sem surpresa. Promoção por entrega, não por proximidade. Isso gera confiança. 2. Competição saudável. Você compete para ser melhor, não para derrubar o colega. O objetivo é o time ganhar. Quando um cresce, puxa os outros. Quando um sabota, o jogo inteiro perde. 3. Responsabilidade. Errou, assume. Acertou, é reconhecido. Feedback é dado na lata, sem politicagem. Cobrança existe. Elogio também. Líder que pratica fair play não "passa a mão na cabeça". Ele orienta, cobra e reconhece. Sem atalho e sem puxada de tapete. Por que isso importa? Porque talento não fica onde o jogo é sujo. Porque cultura tóxica gasta energia com fofoca em vez de produtividade. Porque cliente percebe quando o time interno está desalinhado. No curto prazo, quem corta caminho pode até ganhar. No longo prazo, quem joga limpo constrói nome, equipe e reputação Fair play não é fraqueza. É estratégia. É gestão madura. É escolha de quem quer ficar no jogo por muito tempo. Por Mírian Alves Tana - 46 anos, casada, 2 filhos, Supervisora de Gestão de Pessoas há 14 anos no Grupo Porto Seco
- PF investiga uso de 549 CPFs de pessoas mortas em operações de câmbio ligadas à Pixbet
Reprodução A Polícia Federal identificou 549 CPFs de pessoas mortas em documentos relacionados a operações financeiras investigadas na Operação Arena, que tem entre seus alvos a Pixbet. A ação apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas ligado ao mercado de apostas esportivas. A operação foi deflagrada na quinta-feira (13) na Paraíba, em São Paulo e em outros três estados. Segundo a representação encaminhada pela PF à Justiça Federal, os documentos usados nas movimentações financeiras continham registros associados a pessoas que já haviam morrido. Algumas delas, conforme a investigação, estavam mortas havia mais de 20 anos. Os CPFs teriam sido utilizados para atribuir falsas identidades a operações de câmbio realizadas sem autorização, em movimentações que tinham como destino o exterior. As irregularidades foram identificadas pelo sistema responsável pela autorização de compra de moeda estrangeira, que emitiu alertas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). De acordo com os investigadores, mesmo depois dos alertas e de uma notificação encaminhada à instituição de pagamento mais utilizada pelo grupo, os registros continuaram sendo empregados nas transações. A investigação aponta ainda que os nomes associados aos números de CPF chegaram a ser modificados após a identificação das inconsistências. Apesar disso, os números de documentos pertencentes a pessoas mortas permaneceram nas operações. A PF afirma que ainda não conseguiu determinar como os dados dos falecidos foram obtidos, mas aponta indícios de que a empresa de apostas não teria sido apenas vítima de uma fraude, mas poderia ter participado ativamente da manipulação dos dados, segundo a investigação. A Operação Arena é conduzida pela Polícia Federal em conjunto com o Ministério Público da Paraíba e a Receita Federal. A investigação busca esclarecer uma estrutura financeira que, segundo os investigadores, teria utilizado empresas e mecanismos no Brasil e no exterior para ocultar a origem e o destino de recursos provenientes da exploração de apostas esportivas. Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão em cinco estados: Paraíba, São Paulo, Rio de Janeiro, Sergipe e Paraná. A Justiça também autorizou o sequestro de bens de até R$ 1,1 bilhão. Na Paraíba, o proprietário da Pixbet, Ernildo Júnior, foi abordado por agentes federais enquanto estava em um carro na entrada de Campina Grande. O veículo e o telefone celular do empresário foram apreendidos por determinação judicial. O advogado Nelson Wilians também foi alvo de um mandado de busca e apreensão em uma residência em São Paulo. Os investigados podem responder por evasão de divisas, lavagem de dinheiro e outros crimes contra o sistema financeiro nacional. Após a operação, o Ministério da Fazenda determinou a suspensão das atividades da Pixbet. A medida também prevê o cancelamento das apostas em andamento e a devolução dos valores apostados aos usuários. A defesa da empresa afirmou que foi surpreendida pela operação e que ainda não havia tido acesso à decisão judicial que autorizou a ação. Fonte: G1
- Fachin é aconselhado a manter caso de jornalista maranhense na Primeira Turma do STF
Reprodução O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, tem sido aconselhado a manter na Primeira Turma da Corte a investigação envolvendo o jornalista maranhense Luís Pablo. A avaliação foi apresentada a Fachin na quinta-feira (13) por um grupo majoritário de ministros do Supremo, sob o argumento de que o caso já está sendo tratado pelos integrantes da Primeira Turma. Diante disso, segundo a apuração, não haveria razão para transferir a análise para o plenário tradicional da Corte, possibilidade que havia sido cogitada pelo presidente do STF em razão da repercussão do episódio. A Primeira Turma é formada pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. A maioria dos integrantes é favorável à operação realizada na terça-feira (11), determinada por Moraes no âmbito da investigação. De acordo com a apuração, Fachin estaria isolado na avaliação de que o episódio deveria ser submetido aos dez ministros do Supremo, em vez de permanecer sob análise da Primeira Turma. O caso ganhou novos contornos após Moraes, relator da investigação, determinar uma operação de busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão. Cutrim é apontado como fonte do jornalista Luís Pablo em reportagens relacionadas ao uso de carros oficiais pelo ministro Flávio Dino. A investigação teve origem em publicações feitas pelo jornalista e em críticas ao uso de viaturas do Tribunal de Justiça do Maranhão por familiares de Dino. Em março, Moraes já havia autorizado uma primeira operação de busca e apreensão contra o próprio jornalista. Na ocasião, a decisão mencionou indícios relacionados ao crime de perseguição, previsto no artigo 147-A do Código Penal, além de uma possível ligação com o inquérito das fake news. Celulares, um notebook e um HD foram apreendidos durante a ação. Os equipamentos acabaram devolvidos em abril, depois que a Polícia Federal concluiu a extração dos dados armazenados. Segundo a decisão de Moraes, foi a partir da análise desse material que a investigação identificou Cutrim como a fonte das reportagens publicadas por Luís Pablo. A nova operação contra o ex-secretário foi solicitada pela Polícia Federal e recebeu aval da Procuradoria-Geral da República (PGR). O episódio provocou repercussão dentro do Supremo e colocou em discussão a forma como o caso deve continuar sendo analisado pela Corte. A possibilidade de Fachin levar o processo ao plenário havia sido considerada justamente diante da repercussão alcançada pela investigação. No entanto, a avaliação majoritária apresentada ao presidente do STF é de que, como o caso já se encontra sob responsabilidade da Primeira Turma, a análise deve permanecer naquele colegiado. O debate ocorre enquanto os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia integram a composição responsável pelo caso. Fonte: CNN
- Apagão atinge vários estados e deixa brasileiros sem energia
Um apagão atingiu todas as regiões do Brasil na manhã da terça-feira (15). Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), uma ocorrência na rede de operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) interrompeu 16 mil megawatts (MW) de carga. Segundo o órgão, a interrupção ocorreu devido à abertura da interligação Norte-Sudeste. As causas da ocorrência ainda estão sendo apuradas. Sistema elétrico nacional perdeu 25,9% da energia em 10 minutos O apagão começou a ser registrado nos sistemas do ONS exatamente às 8h31 no horário de Brasília – quando é interrompido o tradicional aumento da carga do sistema elétrico. Em dez minutos, a carga do sistema elétrico brasileiro caiu 25,9%. Dados que mede o SIN do ONS mostram que o Brasil registrava 73.484,7 MW às 8h30 no horário de Brasília em trajetória de alta – exatamente como acontece todas as manhãs. Mas, no minuto seguinte, às 8h31, a carga do sistema cai repentinamente cerca de 7%. A perda de carga continua nos minutos seguintes até às 8h40, quando o sistema registra a menor carga do dia, de 54.383,7 MW. Os dados do SIN mostram que houve, em dez minutos, perda de carga de mais de um quarto da energia do sistema. A partir das 8h41, a carga volta a subir gradativamente. A carga do subsistema Norte caiu 83,8% em pouco mais de dez minutos a partir de 8h31 [horário de Brasília]. No Nordeste, a carga do sistema caiu 44,4%. No subsistema Sudeste-Centro-Oeste, a perda foi de 19% após o apagão e a queda chegou a 15,5% na região Sul – a que menos sofreu com o apagão. O Ministério de Minas e Energia informou, às 10h51, que já houve retomada das cargas afetadas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. “No momento, as equipes atuam para restabelecer as cargas ainda afetadas nas regiões Norte e Nordeste”, informou o Ministério. A pasta informou ainda que, até às 10h22, 27% da carga da região Norte e 68% da região Nordeste foi retomada. Atualizando a situação, o vice-presidente Geraldo Alckmin disse, por volta de 12h, que o Nordeste já recuperou 80% da carga perdida e a região Norte, mais de 40%. “A gente deverá, em poucas horas, se tudo correr bem, estar tudo normalizado. Aí vai se investigar a causa dessa perda de carga. Mas a ação foi rápida do Ministério de Minas e Energia, de seus técnicos, as equipes todas, e a recomposição está sendo rápida”, afirmou Alckmin. O ministro Alexandre Silveira determinou a criação de uma “sala de situação” para lidar com o processo de retomada da energia. Silveira também determinou “a rigorosa apuração das causas do incidente”. Fonte: CNN
- Ofensas nas redes sociais rendem indenização de R$ 7 mil a adolescente em Minas Gerais
Divulgação/A 17ª Câmara Cível do TJMG manteve a condenação de uma influenciadora digital ao pagamento de R$ 7 mil por danos morais a um adolescente que foi alvo de ofensas nas redes sociais. O Tribunal entendeu que a liberdade de expressão possui limites e deve respeitar a honra, a imagem e a dignidade, especialmente quando envolve menores de idade. TJMG mantém indenização de R$ 7 mil a adolescente alvo de ofensas de influenciadora nas redes sociais. A 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) manteve a condenação de uma influenciadora digital ao pagamento de R$ 7 mil por danos morais a um adolescente que foi alvo de ofensas nas redes sociais. O caso foi julgado pela Comarca de Ipatinga, no Vale do Aço. Os desembargadores entenderam que, apesar de existir um contexto de provocações mútuas na internet, a influenciadora ultrapassou os limites da liberdade de expressão ao utilizar termos considerados discriminatórios e pejorativos contra o jovem, que era menor de idade na época dos fatos. Por outro lado, o Tribunal reformou parcialmente a decisão de primeira instância e retirou a condenação do marido da influenciadora. Para os magistrados, não foram apresentadas provas suficientes de que ele tenha feito ameaças ou praticado agressões físicas contra o adolescente. Conflito começou nas redes sociais Segundo o processo, o adolescente mantinha uma página nas redes sociais voltada a comentários sobre personalidades da região. O conflito teria começado após publicações envolvendo a influenciadora e integrantes de sua família. Em resposta, a influenciadora passou a utilizar o próprio perfil para fazer comentários ofensivos sobre a aparência física do adolescente. O jovem também afirmou ter sido intimidado pelo marido da influenciadora em uma academia, após supostas ameaças feitas por ela durante transmissões ao vivo. Na primeira instância, o casal foi condenado ao pagamento de R$ 7 mil por danos morais. A decisão também determinou que os dois não publicassem conteúdos depreciativos relacionados ao adolescente, sob pena de multa de R$ 500 por cada ato de descumprimento. Influenciadora alegou legítima defesa Ao recorrer da decisão, a influenciadora afirmou que suas manifestações ocorreram em legítima defesa e seriam uma resposta às publicações feitas pelo adolescente. Segundo a defesa, o jovem utilizaria a própria imagem para obter engajamento nas redes sociais. O marido também recorreu e negou ter feito ameaças. Ele afirmou que o encontro na academia teria consistido apenas em uma conversa sobre publicações consideradas ofensivas contra sua família. O relator do recurso, desembargador Roberto Vasconcellos, destacou que a liberdade de expressão não é um direito absoluto e possui limites relacionados à proteção da honra e da imagem. O magistrado ressaltou ainda a proteção especial assegurada a crianças e adolescentes pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Para o relator, embora uma pessoa possa responder publicamente a críticas e defender a própria imagem, isso não autoriza o uso de expressões ofensivas ou que atinjam a dignidade de terceiros. No caso analisado, o Tribunal considerou que as manifestações da influenciadora foram desproporcionais diante do contexto das provocações. Marido foi absolvido da indenização Em relação ao marido, os desembargadores entenderam que as imagens das câmeras de segurança da academia não comprovaram a ocorrência de ameaças ou agressões físicas contra o adolescente. Dessa forma, a condenação foi mantida em relação à influenciadora, mas afastada quanto ao marido, por falta de provas suficientes sobre a prática das condutas atribuídas a ele. Fonte:TJMG
- Doação de sangue terá novas regras a partir de outubro com redução de prazos
Divulgação/Novas regras para doação de sangue entram em vigor em outubro no Brasil. Entre as mudanças estão a redução do prazo após tatuagens e procedimentos estéticos, alterações para quem passou por endoscopia ou utilizou anabolizantes e a possibilidade de doação por pessoas com mais de 70 anos que já sejam doadoras regulares e estejam aptas. Novas regras para doação de sangue entram em vigor em outubro; veja o que muda. Novas regras para a doação de sangue no Brasil entram em vigor a partir de outubro e alteram os prazos de espera para pessoas que passaram por tatuagens, procedimentos estéticos, endoscopia ou utilizaram anabolizantes sem prescrição médica. As mudanças foram estabelecidas pela Portaria GM/MS nº 11.685/2026, publicada em 3 de julho. Segundo o Ministério da Saúde, os novos critérios buscam reforçar a segurança das transfusões, ampliar a rastreabilidade do sangue e adequar os serviços de hemoterapia aos avanços laboratoriais e ao cenário epidemiológico atual. Entre as principais alterações está a redução do prazo para doação após a realização de tatuagem, maquiagem definitiva ou procedimentos estéticos, como aplicação de botox, preenchimento e microagulhamento. Nesses casos, o candidato poderá doar sangue após sete dias, desde que o procedimento tenha sido realizado em estabelecimento que siga as normas de segurança. Quando não for possível comprovar ou avaliar as condições sanitárias do local, o prazo de espera será de quatro meses. Para pessoas que possuem piercing na boca ou na região genital, a doação poderá ser realizada quatro meses após a retirada do acessório. Também haverá redução no período de espera para quem passou por endoscopia ou utilizou anabolizantes sem prescrição médica. O prazo, que atualmente é de seis meses, passará para quatro meses. Novos critérios para exposição à malária Outra mudança está relacionada à doação por pessoas que estiveram em áreas com risco de transmissão de malária. A alteração acompanha a adoção do exame NAT Plus, desenvolvido por Bio-Manguinhos/Fiocruz, capaz de detectar HIV, hepatites B e C e o parasita causador da malária em bolsas e amostras de sangue. Com a nova triagem, pessoas que tenham estado em áreas endêmicas ou que tenham sido expostas a regiões de mata, bosque ou floresta poderão realizar a doação após 30 dias, em situações previstas pela regulamentação, em vez de aguardar até um ano. Rastreabilidade será ampliada As bolsas e amostras de sangue passarão a ser identificadas pelo padrão internacional ISBT 128. O sistema permite acompanhar o material em diferentes etapas, desde a coleta e a transfusão até o envio do plasma para a produção de medicamentos. De acordo com o Ministério da Saúde, a medida também contribui para reduzir riscos relacionados a erros de identificação. Outra alteração envolve os concentrados de plaquetas, cuja validade poderá chegar a sete dias, em vez dos atuais cinco. A mudança poderá ampliar a disponibilidade do componente para pacientes com câncer, doenças hematológicas e pessoas que necessitam de transfusões frequentes. Pessoas com mais de 70 anos poderão doar A nova regulamentação também modifica os critérios relacionados à idade. Doadores regulares poderão continuar realizando doações ao completar 70 anos, desde que estejam saudáveis, respeitem a frequência e os intervalos estabelecidos para a faixa etária e sejam considerados aptos durante a avaliação clínica realizada pelo serviço de hemoterapia. Quem pode doar sangue? Para realizar a doação, é necessário cumprir alguns critérios básicos: Ter pelo menos 18 anos. Adolescentes de 16 anos podem doar mediante consentimento formal do responsável legal; Apresentar documento de identificação com foto. São aceitos documentos digitais com fotografia; Pesar no mínimo 50 quilos; Ter dormido pelo menos seis horas nas últimas 24 horas; Estar alimentado; Evitar alimentos gordurosos nas três horas anteriores à doação. Caso a doação seja realizada após o almoço, é necessário aguardar duas horas. Quem pretende doar deve procurar o hemocentro mais próximo e consultar os horários de atendimento. Antes da coleta, o candidato passa por uma triagem para verificar se está apto a realizar a doação. Fonte: AgBrasil
- Anvisa apreende produtos sem registro e proíbe circulação de supostos emagrecedores
Divulgação/A Anvisa determinou a apreensão do Chá Sarapião e de diversos produtos supostamente destinados ao emagrecimento. Segundo a agência, os itens não possuem registro, notificação ou cadastro sanitário e estão proibidos de serem fabricados, comercializados, distribuídos, divulgados ou utilizados. Anvisa determina apreensão de chá e produtos emagrecedores sem registro. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta sexta-feira (14) a apreensão do produto Chá Sarapião, fabricado pela empresa Natural Ervas Produtos Naturais Ltda., conhecida como Farmagon. De acordo com a determinação, o produto não possui registro, notificação ou cadastro na Anvisa. Além disso, a empresa responsável pela fabricação não possui autorização sanitária para funcionamento. Com a medida, o Chá Sarapião fica proibido de ser comercializado, distribuído, fabricado, divulgado e utilizado. Produtos emagrecedores também foram proibidos A Anvisa também determinou a apreensão de uma série de produtos supostamente destinados ao emagrecimento. Segundo a agência, os itens não possuem registro sanitário e são atribuídos a uma empresa cuja identificação não foi informada. Os produtos estão proibidos de serem fabricados, distribuídos, comercializados, divulgados ou utilizados. Entre os itens incluídos na determinação estão: Milagroso Ervas Black; Milagroso Ervas Mounjaro Turbo; Milagroso Ervas Mounjaro 3x Turbo; Milagroso Ervas Detox; Mounfor X Emagrecedor; Milagroso Ervas Cápsula Azul; Milagroso Ervas Mounjaro Rosa; Milagroso Ervas Mounjaro; Milagroso Ervas Vermelho; Milagroso Ervas. A determinação da Anvisa impede que os produtos continuem circulando no mercado. A orientação é que consumidores não utilizem os itens que estejam abrangidos pela medida de apreensão e proibição. Fonte: Anvisa
- Farmácia Popular terá novas regras com foco em tecnologia, combate a fraudes e ampliação do atendimento
Divulgação/O Programa Farmácia Popular terá novas regras para modernizar o atendimento, ampliar o acesso e reforçar o combate a fraudes. Entre as medidas previstas estão o uso de inteligência artificial, biometria e reconhecimento facial, além de estudos para oferecer exames, testes rápidos, teleatendimento e unidades alternativas em regiões de difícil acesso. Uma nova regulamentação do Programa Farmácia Popular, publicada nesta semana, estabelece medidas para modernizar o serviço, ampliar o acesso da população e reforçar o monitoramento das unidades credenciadas em todo o país. De acordo com o Ministério da Saúde, um grupo de trabalho deverá avaliar a possibilidade de ampliar os serviços oferecidos pelo programa. Entre as propostas que serão discutidas estão a realização de exames de sangue e urina, testes rápidos, teleatendimento e mecanismos de monitoramento terapêutico. A nova regulamentação também prevê estudos para ampliar o credenciamento de unidades em áreas consideradas vulneráveis. Para definir os locais prioritários, deverão ser considerados critérios como densidade demográfica, com atenção especial às periferias dos grandes centros urbanos. Em regiões que apresentam dificuldades logísticas, como áreas ribeirinhas, o governo pretende avaliar alternativas para garantir a assistência. Entre as possibilidades estão a implantação de unidades volantes ou estruturas avançadas de atendimento. Outra medida em estudo é a utilização de ferramentas de inteligência artificial para identificação de pacientes por meio de biometria e reconhecimento facial. Segundo o Ministério da Saúde, a tecnologia poderá contribuir para aumentar a segurança do programa e reforçar o combate a possíveis fraudes. O ministério ressalta, porém, que a implementação efetiva das novas ações dependerá de avaliações técnicas realizadas nos estados e municípios, além de pesquisas sanitárias e assistenciais que deverão considerar as necessidades específicas de cada território. Controle das unidades será reforçado A atualização da regulamentação também estabelece mudanças imediatas no controle e no acompanhamento das farmácias credenciadas ao programa. A proposta é utilizar mecanismos de gestão de risco para identificar irregularidades e adotar medidas proporcionais à gravidade de cada situação. Segundo o Ministério da Saúde, o novo modelo prevê sanções administrativas e a suspensão automática de unidades classificadas em situações de risco alto ou muito alto. A digitalização de dados e processos e a adoção de sistemas automatizados também deverão ampliar a capacidade de acompanhamento do serviço. O sistema responsável pela dispensação de insumos passará por atualizações para reforçar a segurança, a rastreabilidade e a integração das informações. Além disso, novas ferramentas digitais deverão ser incorporadas ao sistema, com o objetivo de aprimorar o controle das operações realizadas pelas unidades participantes. Farmácia Popular atende milhões de brasileiros O Programa Farmácia Popular oferece gratuitamente 41 itens de saúde, entre medicamentos e outros produtos, como fraldas geriátricas e absorventes higiênicos. A lista contempla tratamentos para diferentes condições, incluindo hipertensão, diabetes, asma, doença de Parkinson e glaucoma. Atualmente, o programa conta com cerca de 28 mil farmácias credenciadas e está presente em mais de 4,9 mil municípios brasileiros. Segundo dados do Ministério da Saúde, a cobertura alcança 97% da população do país. Em 2025, ainda de acordo com a pasta, 27,3 milhões de pessoas foram beneficiadas pelo Farmácia Popular. As novas regras buscam ampliar a estrutura do programa, fortalecer os mecanismos de controle e utilizar recursos tecnológicos para melhorar a segurança e o acompanhamento dos atendimentos. Fonte: AgBrasil
- Busca contra fonte de jornalista autorizada por Moraes provoca reação de veículos e entidades de imprensa
Divulgação/A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que autorizou busca e apreensão contra uma pessoa apontada como fonte de reportagens no Maranhão provocou reações de jornalistas, veículos de comunicação e entidades de imprensa. O caso reacendeu o debate sobre sigilo da fonte, liberdade de imprensa e os limites da investigação judicial. Decisão de Alexandre de Moraes sobre fonte de jornalista gera críticas e debate sobre sigilo da imprensa. A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou uma operação de busca e apreensão contra o ex-secretário estadual do Maranhão Raimundo Cutrim, apontado como fonte de reportagens jornalísticas, provocou críticas de jornalistas, entidades de imprensa e especialistas e abriu um novo debate sobre os limites do sigilo da fonte e da atuação judicial. O caso envolve reportagens sobre o uso de carros oficiais relacionados ao ministro Flávio Dino. Segundo informações divulgadas sobre a investigação, a medida judicial não teria como objetivo investigar o conteúdo das reportagens, mas uma suspeita de monitoramento considerado ilegal e clandestino contra Dino e seus familiares. A jornalista Malu Gaspar, da GloboNews e de O Globo, criticou a decisão e defendeu o respeito ao sigilo da fonte, previsto na Constituição. Para ela, integrantes do Supremo também estão submetidos às garantias constitucionais e não podem utilizar mecanismos judiciais para atingir fontes jornalísticas. A decisão também provocou manifestações de entidades ligadas à imprensa. ABERT, ANJ e ANER divulgaram posicionamento conjunto apontando preocupação com a quebra do sigilo da fonte e afirmando que medidas dessa natureza podem criar precedentes para a liberdade de imprensa. A Abraji também se manifestou, defendendo que eventuais crimes sejam investigados sem relativizar garantias constitucionais. A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) igualmente demonstrou preocupação com o caso e classificou a medida como uma ameaça ao exercício livre do jornalismo. Reação dos principais veículos O episódio ganhou espaço em editoriais e reportagens de grandes veículos de comunicação. O Globo, Folha de S.Paulo e Estadão fizeram críticas à decisão e levantaram questionamentos sobre a tramitação do caso no STF e sobre os limites da utilização de investigações conduzidas pela Corte. Na GloboNews, Malu Gaspar afirmou que a medida representa um precedente preocupante para a atividade jornalística. A jornalista também defendeu que o sigilo da fonte deve ser preservado como uma garantia essencial ao exercício da profissão. O Jornal Nacional e o g1 também deram destaque ao caso e às manifestações de entidades de imprensa. As reportagens abordaram a investigação e o caminho utilizado pelas autoridades para chegar à identificação da pessoa apontada como fonte das informações. Argumento apresentado por Moraes Ao defender a medida, Alexandre de Moraes afirmou que o sigilo da fonte não pode ser utilizado como proteção para práticas criminosas. Segundo o ministro, a investigação conduzida pela Polícia Federal busca apurar um suposto monitoramento ilegal e clandestino envolvendo Flávio Dino e seus familiares, e não investigar a atividade jornalística ou o conteúdo das reportagens. O argumento passou a integrar o centro do debate público sobre o caso. De um lado, críticos da decisão apontam risco de enfraquecimento do sigilo profissional dos jornalistas. De outro, defensores da medida sustentam que a garantia constitucional não poderia impedir a apuração de eventuais crimes. Repercussão dentro do STF A decisão também teria provocado divergências nos bastidores do Supremo. Reportagens apontaram que ministros da Corte demonstraram incômodo com a medida, embora tenham evitado manifestações públicas mais contundentes. O presidente do STF, Edson Fachin, se manifestou em defesa de Flávio Dino, mas também destacou a importância da liberdade de imprensa. O caso poderá ser levado à análise do plenário da Corte, ampliando o debate sobre os limites entre investigação criminal, sigilo da fonte e liberdade jornalística. A repercussão nas redes sociais também refletiu a divisão em torno do episódio, com manifestações de apoio e críticas à atuação do Supremo. O caso passou a ser acompanhado como mais um capítulo da discussão sobre liberdade de imprensa, garantias constitucionais e os limites da atuação do Poder Judiciário. Fonte: Informações OGlobo Estadao
- Hospital Regional do Câncer de Passos alerta para golpes após encerramento da campanha Casa Amor
Divulgação/O Hospital Regional do Câncer de Passos alerta para tentativas de golpe utilizando o nome da campanha Casa Amor. A instituição reforça que a edição foi encerrada em 17 de junho e que não há bilhetes ou números da sorte à venda. O Hospital Regional do Câncer de Passos emitiu um alerta oficial sobre tentativas de golpe relacionadas à campanha Casa Amor, mesmo após o encerramento da edição deste ano, ocorrido em 17 de junho de 2026. Segundo a instituição, não há mais comercialização de bilhetes ou números da sorte vinculados à campanha. O hospital orienta a população a ficar atenta a mensagens, ligações, páginas e publicações em redes sociais que ofereçam supostos bilhetes da Casa Amor. A instituição também reforça que eventuais doações não devem ser realizadas por meio de plataformas digitais sem a devida validação. A orientação é que qualquer solicitação relacionada à campanha seja confirmada diretamente pelos canais oficiais. Em caso de dúvidas ou necessidade de esclarecimentos sobre eventuais acertos, o hospital orienta que a população procure diretamente as comissões municipais autorizadas ou a própria instituição. O alerta busca evitar que pessoas sejam induzidas a realizar pagamentos ou fornecer informações a terceiros que utilizem o nome da campanha de forma indevida. Fonte: OndaMinas
- Mutirão da Dengue será realizado no Jardim Damasco entre os dias 19 e 21 de agosto
Divulgação/Mutirão da Dengue será realizado de 19 a 21 de agosto em parte do Jardim Damasco. Moradores devem colocar os materiais para recolhimento nas calçadas até as 7h do dia da coleta. Ação da Vigilância Ambiental vai recolher materiais que possam acumular água e servir de criadouro para o Aedes aegypti. A Prefeitura de Varginha, por meio da Vigilância Ambiental, realiza entre os dias 19 e 21 de agosto, de quarta a sexta-feira, mais uma edição do Mutirão da Dengue. Nesta etapa, os trabalhos serão concentrados em parte do bairro Jardim Damasco. A ação tem como objetivo eliminar possíveis criadouros do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Durante o mutirão, serão recolhidos materiais inservíveis que possam acumular água e contribuir para a proliferação do mosquito. Os moradores das ruas contempladas devem retirar de suas residências os materiais sem utilidade e colocá-los nas calçadas, bem cedo, no mesmo dia da coleta, até as 7h. Os caminhões passarão por cada rua apenas uma vez, por isso é importante que os objetos estejam disponíveis no horário determinado. Entre os materiais que poderão ser recolhidos estão móveis velhos, latas, plásticos, pneus e outros objetos que possam acumular água. Ruas atendidas nesta etapa Devido à extensão do Jardim Damasco, o mutirão será realizado em etapas. Nesta primeira ação, serão atendidas: Rua Agenor Prado; Rua José Carlos Mendes; Rua Dr. Edgard Benfica; Rua João Augusto Botrel; Rua Genis Rossignoli Rocha; Rua Paul R. Harris; Rua Aviador Guilherme Valim (Rua “E”); Rua Walfrido Barbosa da Fonseca, da esquina da Avenida Joel Gonçalves Vallim até a esquina da Rua Agenor Prado; Rua José Reis Bueno; Rua Joaquim B. Flausino; Rua Yvone Vilas Boas; Avenida Padre Bruno; Avenida Joel Gonçalves Vallim; Avenida Ieda Carvalho Silva, da esquina da Avenida Joel Gonçalves Vallim até a esquina da Rua Agenor Prado; Rua “5”; Avenida Godofredo Braga de Carvalho, da esquina da Avenida Joel Gonçalves Vallim até a esquina da Rua Agenor Prado; Rua Luiz Mangiapelo. Galhos e entulhos não serão recolhidos A Vigilância Ambiental reforça que galhos de árvores e entulhos de construção não fazem parte dos materiais recolhidos pelo mutirão. A ação conta com o apoio das secretarias municipais de Obras e Serviços Urbanos, por meio da Limpeza Urbana; Meio Ambiente; Educação, por meio da Manutenção; e Governo, por meio da Assessoria de Comunicação. A participação dos moradores é considerada fundamental para o combate ao Aedes aegypti. A retirada de recipientes e objetos que possam acumular água contribui para evitar a formação de criadouros e reduzir os riscos de transmissão das doenças. Fonte: PMV
- Equipes de zeladoria e manutenção atuam em diversos pontos de Varginha nesta sexta-feira
Divulgação/Equipes de zeladoria realizam a limpeza do Ribeirão nos fundos do Supermercado Rex, entre a Rua Santos Dumont e a Vila Barcelona, nesta sexta-feira (14). Serviços incluem limpeza de ribeirão, conservação de praças e bairros, manutenção asfáltica e recomposição de vala. As equipes responsáveis pelos serviços de zeladoria e manutenção urbana atuam em diferentes pontos de Varginha nesta sexta-feira (14), com ações voltadas à limpeza, conservação e melhoria dos espaços públicos. Uma das frentes de trabalho iniciou as atividades nas primeiras horas da manhã com a limpeza do Ribeirão localizado nos fundos do Supermercado Rex, entre a Rua Santos Dumont e a Vila Barcelona. A força-tarefa de zeladoria também está presente nos bairros Sete de Outubro, Santa Luzia, Imaculada, Urupês, Resende, Belo Horizonte, Jardim Mariana e Vila Paiva, onde os trabalhos são realizados em diferentes pontos, incluindo a Praça da Cemig. Além desses locais, há equipes atuando na Mina do bairro Campos Elíseos, no Centro e na Praça João Pessoa, em frente ao Conservatório Estadual de Música. Manutenção asfáltica Na área de manutenção viária, os serviços de recomposição asfáltica são realizados nesta sexta-feira no bairro Imperial. Outra equipe trabalha na recomposição de uma vala no bairro Campos Elíseos. Também foi designada uma equipe para percorrer diferentes regiões da cidade, realizando correções pontuais conforme as necessidades identificadas. As ações integram os trabalhos de manutenção urbana realizados diariamente em diferentes regiões de Varginha. Fonte: PMV
- Prefeitura de Varginha corrige instabilidade em QR Code do Cadastramento Escolar 2027
Divulgação/Novo QR Code do Cadastramento Escolar 2027 já está disponível após instabilidade no código inicial. Prazo para realizar o cadastro segue até 21 de agosto. Novo código já está funcionando e prazo para cadastro segue até 21 de agosto; atendimento presencial também está disponível na SEDUC. A Prefeitura de Varginha, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEDUC), informou que o QR Code disponibilizado inicialmente para o Cadastramento Escolar 2027 apresentou uma instabilidade. O problema foi identificado e solucionado, e um novo código já está disponível para que pais e responsáveis realizem o procedimento normalmente. O cadastramento pode ser feito de forma rápida e segura pelo site da Prefeitura. A orientação é que os responsáveis não deixem o procedimento para os últimos dias, já que o prazo termina na próxima sexta-feira, 21 de agosto de 2026. Devem realizar o cadastro os responsáveis por crianças que irão ingressar na Pré-Escola I, Pré-Escola II e 1º ano do Ensino Fundamental. Também precisam fazer o procedimento alunos vindos de outras localidades ou transferidos de escolas particulares, da Pré-Escola ao 5º ano do Ensino Fundamental. Atendimento presencial Para as famílias que tiverem dificuldades ou preferirem realizar o procedimento presencialmente, a SEDUC disponibiliza atendimento na Avenida Brasil, 171, Vila Pinto, abaixo da Praça do Rodelão. O atendimento ocorre das 7h30 às 15h30, sem intervalo para o almoço. A equipe está disponível para orientar os responsáveis e auxiliar na realização do cadastramento. A orientação é que pais e responsáveis fiquem atentos ao prazo e utilizem o novo QR Code, já que o código anterior não está mais em funcionamento. Fonte: PMV

























