top of page

Resultados da busca

Search this site

40298 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Pesquisa Genial/Quaest: 70% dos deputados se opõem ao fim da escala 6x1

    Uma nova pesquisa da Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (2), revela que 70% dos deputados federais são contra o fim da escala de trabalho 6x1. O levantamento traz ainda a percepção dos parlamentares sobre outros temas como isenção do Imposto de Renda, taxação de super-ricos e o PL dos supersalários. A PEC de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que propõe o fim da escala 6x1, figura entre as mais rejeitadas, ao lado da sugestão de excluir verbas do Judiciário do limite de gastos — ambas com 70% de desaprovação. Já o projeto de lei que combate supersalários aparece em terceiro lugar entre os mais rejeitados, com 53% de deputados contrários. A proposta sobre o Judiciário registra o menor índice de apoio, com apenas 15% a favor. Na outra ponta, três propostas receberam forte aprovação dos parlamentares: a elevação da faixa de isenção do IR (88%), a exploração de petróleo na Amazônia (83%) e o aumento de penas para roubos (76%). Alguns temas mostraram divisão entre os congressistas: a inclusão de verbas indenizatórias no teto do funcionalismo público teve 48% de apoio e 38% de rejeição. A taxação de super-ricos também dividiu opiniões, com 44% a favor e 46% contra. Já a PEC da segurança pública recebeu 42% de apoio e 42% de rejeição. A pesquisa entrevistou 203 deputados federais entre os dias 7 de maio e 30 de junho, com abordagem online e presencial. A margem de erro é de 4,5 pontos percentuais. Outras questões da pesquisa também revelaram: 64% acreditam que a política econômica do país está indo na direção errada; 68% avaliam positivamente a atuação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB); 49% acham que o STF “sempre” invade competências do Congresso; 65% descartam a possibilidade de aprovação de impeachment contra ministros do Supremo.

  • Secretário argentino pede preços acessíveis ao setor privado para atrair mais turistas brasileiros

    O secretário de Turismo, Ambiente e Esportes da Argentina, Daniel Scioli, fez um apelo público ao setor privado argentino para manter a competitividade dos preços e atrair mais turistas do Brasil. Em visita a São Paulo, nesta quarta-feira (2), Scioli destacou a necessidade de oferecer valores “justos e amigáveis” diante da valorização do peso argentino, que encareceu os custos para viajantes estrangeiros. Ex-embaixador argentino no Brasil, Scioli participou da divulgação de passagens promocionais para Buenos Aires e outras cidades argentinas, com foco em resgatar o turismo brasileiro, que sofreu queda de 18,2% em maio, segundo dados do governo argentino. O Brasil foi o país com maior redução de turistas, seguido por Uruguai (-14,4%) e Chile (-9,1%). A valorização cambial da moeda argentina é apontada como o principal fator do declínio, já que o peso valorizou 44% em 2024, enquanto o real perdeu poder de compra — ultrapassando os R$ 6,20 por dólar no fim do ano passado. Para contornar a situação, a Aerolíneas Argentinas anunciou promoções válidas durante o mês de julho, com voos partindo de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador e Porto Alegre. As tarifas de ida e volta variam de US$ 160 a US$ 280, com direito a bagagem despachada. Também é possível adquirir um segundo trecho dentro da Argentina por valores entre US$ 50 e US$ 100. A medida busca estimular o turismo, considerado estratégico para a recuperação econômica do país. Scioli reiterou os esforços do governo do presidente Javier Milei em criar incentivos e destacou a importância da cooperação entre poder público e iniciativa privada para reverter o cenário atual.

  • Uso frequente de anti-inflamatórios pode causar lesões renais graves, alerta especialista

    O alívio rápido proporcionado por anti-inflamatórios pode esconder um custo alto: a saúde dos seus rins. Apesar de amplamente utilizados para dores comuns como dor de cabeça, nas costas ou inflamações, os anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) — como ibuprofeno, naproxeno e diclofenaco — representam um risco silencioso para o funcionamento renal quando usados com frequência ou sem prescrição médica. Esses medicamentos agem bloqueando as prostaglandinas, substâncias que causam dor e inflamação. Contudo, essas mesmas prostaglandinas são essenciais para manter o fluxo sanguíneo adequado nos rins. Quando inibidas, especialmente em pacientes com desidratação, diabetes, hipertensão, idade avançada ou doença renal pré-existente, o uso dos AINEs pode provocar lesões agudas e insuficiência renal, que em muitos casos evoluem sem sintomas visíveis. Estudos comprovam os riscos: uma revisão sistemática com mais de 1,7 milhão de pessoas apontou um aumento de 24% no risco de desenvolver doença renal com o uso contínuo de AINEs — percentual que salta para 50% em indivíduos que já possuem algum grau de comprometimento renal. Além dos rins, o uso prolongado desses medicamentos também está associado a retenção de líquidos, toxicidade hepática, pressão arterial elevada e problemas gástricos. O nefrologista Carlucci Ventura, membro da International Society of Nephrology, recomenda evitar a automedicação e buscar alternativas mais seguras para dores e inflamações. Segundo ele, a prescrição de AINEs deve considerar cuidadosamente o histórico de saúde de cada paciente. A orientação médica é clara: os rins não emitem alertas visíveis nas fases iniciais de danos. Muitas vezes, quando os sintomas surgem, o prejuízo à função renal já é considerável e irreversível. Por isso, é fundamental apostar em prevenção, acompanhamento médico e uso consciente de medicamentos.

  • Senado avança em projeto que aumenta penas para crimes ambientais graves

    A Comissão de Meio Ambiente do Senado aprovou nesta terça-feira (1º) um projeto de lei que endurece as penas para crimes ambientais, especialmente os que resultem em destruição significativa de ecossistemas. O texto, de autoria do senador Cleitinho (Republicanos-MG), altera a Lei 9.605/1998 e segue agora para análise na Comissão de Constituição e Justiça, onde poderá ter decisão terminativa. Atualmente, a legislação prevê pena máxima de quatro anos de reclusão para crimes de poluição que causem danos à saúde humana, à fauna ou à flora. Com a nova proposta, esse limite passa para cinco anos, além de multa. O projeto também inclui uma nova qualificadora: se o crime causar um desastre ecológico, alterando significativamente o ecossistema ou dificultando sua recuperação, a pena pode chegar a quatro a 12 anos de prisão, mais multa. Há ainda aumento de um terço até a metade se o crime tiver motivação política ou compensatória. Durante a análise do texto, o senador Paulo Paim (PT-RS) adicionou uma emenda que protege o manejo controlado do fogo, previsto na Lei 14.944/2024, que criou a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo. Essa norma reconhece práticas como queima prescrita, queima controlada e uso tradicional do fogo, que não serão penalizadas pela nova lei. No relatório, Paim lembrou os incêndios criminosos de 2024, que destruíram mais de 30 milhões de hectares no país. Ele defendeu que crimes ambientais com impactos tão severos não podem continuar sendo tratados como infrações menores, muitas vezes punidas com regime aberto.

  • Menina é atingida ao atravessar faixa de pedestres e PM alerta para riscos no trânsito

    Divulgação Criança é atropelada por motocicleta ao atravessar faixa de pedestres na MG-167, em Varginha. Na tarde desta terça-feira (1º), uma criança de 8 anos foi atropelada enquanto atravessava a Rodovia MG-167, nas proximidades do bairro Jardim Áurea, em Varginha (MG). O acidente ocorreu quando a vítima atravessava a faixa de pedestres acompanhada da mãe. Segundo a Polícia Militar, um caminhão havia parado para permitir a travessia, mas, durante o momento, uma motocicleta que realizava uma ultrapassagem atingiu a criança. Com o impacto, o condutor da moto perdeu o controle e caiu na pista. A menina foi socorrida por uma equipe do SAMU e encaminhada ao Hospital Bom Pastor, com escoriações na perna e queixas de dores pelo corpo, permanecendo em observação. O motociclista, um jovem de 18 anos que não possui carteira de habilitação, também foi atendido e encaminhado para atendimento médico com ferimentos leves. A motocicleta foi liberada para um condutor habilitado, conforme a legislação. A Polícia Militar lavrou autos de infração de trânsito devido às irregularidades constatadas, incluindo a condução sem habilitação e a manobra indevida de ultrapassagem. Em nota, a PM reforçou a importância da prudência e do cumprimento das normas de trânsito, especialmente em trechos com faixas de pedestres e áreas urbanas com maior circulação de pessoas. Fonte: PM

  • Operação no Jardim Panorama desarticula grupo suspeito de tráfico e furtos no Vale do Aço

    Divulgação Polícia Militar prende seis pessoas por tráfico e receptação em operação no bairro Jardim Panorama, em Ipatinga. A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) prendeu seis pessoas, entre homens e mulheres com idades entre 18 e 36 anos, durante uma operação realizada nesta terça-feira (1º) no bairro Jardim Panorama, em Ipatinga, no Vale do Aço. Os suspeitos seriam integrantes de uma associação criminosa voltada ao tráfico de drogas e à receptação de produtos furtados. A operação foi conduzida pelo 14º Batalhão da PM e mobilizou diversas guarnições, além do emprego de cães farejadores. As diligências começaram após o recebimento de denúncias anônimas que apontavam intensa movimentação relacionada ao comércio de entorpecentes na Rua Amazonita. Dois irmãos foram identificados como os principais líderes do esquema, utilizando residências e áreas de pasto próximas para esconder os entorpecentes. Com base nas informações repassadas pela população, o serviço de inteligência da PM monitorou o local com o uso de câmeras e confirmou a veracidade das denúncias. Havia ainda indícios de que drogas estavam sendo trocadas por objetos furtados na região, numa dinâmica que reforçava o ciclo do crime no bairro. Durante a ação, foram apreendidas aproximadamente 2 kg de crack distribuídos em 16 porções, uma porção de maconha, duas balanças de precisão, R$ 1.318 em dinheiro, um caderno com anotações do tráfico, além de ferramentas, pneus, roupas e diversos equipamentos eletrônicos. Muitos desses materiais foram reconhecidos como produtos oriundos de furtos. Todo o material apreendido e os suspeitos detidos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil para os procedimentos legais. A Polícia Militar reforça a importância da colaboração da comunidade por meio de denúncias anônimas e destaca que novas ações de repressão ao crime continuarão sendo realizadas em Ipatinga e região. Fonte: PMMG

  • Dia Nacional do Bombeiro Militar destaca bravura e dedicação dos heróis da vida real

    Divulgação 2 de Julho: Dia Nacional do Bombeiro Militar é celebrado com homenagens em todo o país. Nesta terça-feira, 2 de julho, o Brasil celebra o Dia Nacional do Bombeiro Militar, data dedicada a reconhecer o trabalho incansável desses profissionais que arriscam diariamente suas vidas em prol da segurança e da proteção da sociedade. Presentes em incêndios, salvamentos, enchentes, acidentes e nas mais diversas situações de emergência, os bombeiros militares são símbolos de coragem, disciplina e comprometimento com o bem-estar coletivo. Homens e mulheres que, com bravura e espírito de sacrifício, estão sempre prontos a atuar nas mais adversas circunstâncias, colocando o dever acima do próprio conforto. Mais do que técnicos treinados, representam verdadeiros exemplos de humanidade, empatia e dedicação. Neste dia especial, fica o registro de respeito, gratidão e admiração a todos os bombeiros militares que atuam nos quatro cantos do país. Que nunca lhes faltem força, proteção e o devido reconhecimento pelo trabalho essencial que realizam. Parabéns a todos os Bombeiros Militares do Brasil! Vocês são motivo de orgulho e inspiração para toda a nação.

  • Tráfico e lavagem de dinheiro: FICCO desmantela esquema milionário ligado a drogas

    Divulgação FICCO/MG realiza operação contra lavagem de dinheiro do tráfico de drogas com bloqueio de R$ 60 milhões. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (FICCO/MG) deflagrou nesta quarta-feira (2) a Operação Rota Clandestina, visando o combate à lavagem de dinheiro oriundo do tráfico de drogas. A ação cumpre um mandado de prisão temporária, três mandados de busca e apreensão e o bloqueio de bens e valores que somam até R$ 60 milhões. As medidas foram autorizadas pela 1ª Vara da Justiça Federal de Uberaba (MG) e estão sendo executadas nas cidades de Imperatriz (MA) e Abel Figueiredo (PA). A operação é um desdobramento da Operação Rota do Ferro, realizada em dezembro de 2022, que teve como alvo uma organização criminosa atuante em Uberaba e região, com ramificações em diversos estados. Naquela ocasião, foram expedidos 28 mandados de busca e apreensão e 16 de prisão, cumpridos em Minas Gerais, São Paulo, Maranhão, Pará e Mato Grosso do Sul. As investigações mais recentes identificaram um dos principais operadores financeiros do grupo criminoso. Segundo a FICCO, ele utilizava parentes e pessoas próximas para movimentar valores ilícitos, ocultando a origem dos recursos provenientes do tráfico de entorpecentes. A rede financeira envolvia transações dissimuladas para dificultar a identificação da origem criminosa dos valores. A FICCO/MG é coordenada pela Polícia Federal e composta também por agentes da Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal de Minas Gerais. A força-tarefa atua de maneira integrada e descentralizada em todo o estado, com foco no combate ao crime organizado e na cooperação entre os órgãos de segurança pública. A operação segue em andamento, com análise do material apreendido e aprofundamento das investigações sobre a rede de lavagem de capitais associada ao narcotráfico. Fonte: PF

  • PF combate extração ilegal de minério em MG e apura prejuízo ambiental de R$ 1,9 milhão

    Divulgação Operação da PF combate extração ilegal de minério e prejuízo ambiental de R$ 1,9 milhão em Minas. A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (2) a Operação Cancela de Ferro, com o objetivo de desarticular uma associação criminosa responsável pela extração ilegal de minério de ferro em Minas Gerais. A investigação revelou que o grupo explorava, sem autorização, uma área de preservação ambiental, resultando em um prejuízo ambiental superior a R$ 1,9 milhão. A operação, coordenada pela Delegacia da PF em Montes Claros, cumpriu dez mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal em cinco cidades mineiras e em um município do Maranhão. Durante a ação, foram apreendidos documentos, veículos e maquinários utilizados na prática criminosa. De acordo com laudo pericial, cerca de 19 mil toneladas de minério de ferro foram extraídas de forma clandestina da área protegida. Além dos danos ao meio ambiente, o grupo também é investigado por crimes como sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. Uma das empresas ligadas ao esquema apresentou movimentações financeiras atípicas que ultrapassaram R$ 12 milhões em apenas um mês. As investigações continuam com a análise do material apreendido, visando à identificação completa dos envolvidos e à responsabilização penal dos integrantes do grupo. Os investigados poderão responder por usurpação de bens da União, crimes ambientais, sonegação fiscal, lavagem de capitais, entre outros. A PF destacou que operações como esta reforçam o combate aos crimes ambientais e econômicos, especialmente em áreas protegidas que vêm sendo alvo de exploração ilegal em diferentes regiões do estado. Fonte: PF

  • Ônibus é alvo de operação e homem é flagrado com 20 kg de maconha em MG

    Divulgação PRF apreende 20 kg de maconha com passageiro de ônibus na BR-365 em Patos de Minas. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu cerca de 20 quilos de maconha e prendeu um homem de 22 anos durante uma operação de combate ao crime realizada na noite da última terça-feira (1º), no km 413 da BR-365, em Patos de Minas, no Alto Paranaíba. A droga foi encontrada durante a fiscalização de um ônibus interestadual que fazia a linha de Campo Grande (MS) com destino a Recife (PE). Ao abordarem os passageiros, os agentes perceberam que um dos ocupantes apresentava sinais de nervosismo, com mãos trêmulas, fala alterada e dificuldade em fornecer informações básicas sobre sua viagem. Questionado sobre suas bagagens, o passageiro forneceu informações contraditórias, o que levou os policiais a vistoriarem as malas associadas a ele. No interior de duas delas, foram encontrados 20 tabletes de maconha, totalizando aproximadamente 20 quilos, além de diversas sementes da mesma substância. Durante o interrogatório, o suspeito confessou que havia sido contratado para transportar a droga de São José do Rio Preto (SP) até Montes Claros (MG), onde receberia uma quantia em dinheiro pelo serviço. A identidade do contratante, no entanto, não foi revelada. O material apreendido, bem como o detido, foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Patos de Minas, onde o caso será investigado. A PRF reforça que ações de fiscalização como essa são fundamentais no enfrentamento ao tráfico de drogas nas rodovias federais que cortam o estado. Fonte: PRF

  • Operação 'Invisíveis' investiga agentes públicos por retirada violenta de moradores de rua em Pouso Alegre

    Divulgação Operação 'Invisíveis' apura retirada forçada e violenta de pessoas em situação de rua em Pouso Alegre. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a Polícia Civil deflagraram, na manhã desta quarta-feira (2), a Operação “Invisíveis”, que apura a prática de crimes graves relacionados à retirada forçada de pessoas em situação de rua no município de Pouso Alegre, no Sul de Minas. A operação cumpriu ordens judiciais de busca e apreensão em 10 endereços da cidade. Segundo as investigações, que tramitam em segredo de Justiça, agentes públicos municipais, um agente estadual e civis são suspeitos de promover ações violentas contra pessoas em situação de rua, com o objetivo de retirá-las do centro da cidade. Os crimes teriam ocorrido de forma reiterada entre os meses de junho e setembro de 2024. Relatos colhidos durante a apuração apontam que as abordagens eram feitas com o uso de armas de fogo, ameaças de morte e violência física. As vítimas, segundo o MPMG, eram levadas contra a vontade para outros municípios da região e abandonadas, caracterizando o que os investigadores classificam como uma ação de “limpeza social”. A operação foi batizada de “Invisíveis” em referência à invisibilidade social enfrentada por essa população, que, além da vulnerabilidade, teria sido alvo de ações abusivas por parte de agentes do poder público. Outro ponto apurado é a suspeita de corrupção passiva por parte de servidores públicos responsáveis pela fiscalização do cumprimento de penas alternativas, como serviços comunitários, em Pouso Alegre. Há indícios de irregularidades nesses procedimentos. As autoridades destacam que a investigação continua em curso e que novas diligências podem ser realizadas. O MPMG reforça o compromisso com a defesa dos direitos humanos e com o enfrentamento de práticas que violem a dignidade de pessoas em situação de vulnerabilidade. Fonte: MPMG

  • Casal é condenado a indenizar advogado por ofensas publicadas em sites

    Divulgação Casal é condenado por ofensas contra advogado em sites após cobrança de honorários. A 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) manteve a condenação de um casal ao pagamento de R$ 4 mil por danos morais a um advogado, alvo de comentários ofensivos na internet após cobrar judicialmente valores que lhe eram devidos. A decisão confirma sentença da 2ª Vara Cível da Comarca de Lavras e já transitou em julgado. Segundo os autos, o advogado havia sido contratado pelos réus para prestar serviços jurídicos, mas não recebeu pelos honorários acertados. Diante da inadimplência, ele moveu uma ação de cobrança. Após o ajuizamento, os ex-clientes teriam iniciado uma campanha de difamação, com publicações em sites de reclamação e outras plataformas digitais, atacando sua reputação profissional. Na ação, o advogado afirmou que os textos divulgados na internet extrapolaram a crítica, atingindo sua honra ao chamá-lo de “desonesto”, recomendando que outras pessoas evitassem contratá-lo e alertando sobre a assinatura de documentos com ele. A defesa do casal alegou que as mensagens não eram ofensivas e foram publicadas em espaços com baixa visibilidade. A sentença foi proferida pelo juiz Mário Paulo de Moura Campos Montoro, que considerou que houve violação à honra do profissional. Inconformados, os ex-clientes recorreram ao TJMG, mas a decisão foi mantida por unanimidade. Para o relator do recurso, desembargador Marcelo Pereira da Silva, os termos usados nas mensagens têm evidente teor ofensivo e ferem diretamente a imagem do advogado, cuja profissão exige confiança pública. “A credibilidade e a reputação são elementos essenciais ao exercício da advocacia”, destacou o magistrado. Os desembargadores Shirley Fenzi Bertão e o juiz convocado Adilon Cláver de Resende acompanharam integralmente o voto do relator. Com a decisão colegiada, o casal permanece obrigado a indenizar o profissional em R$ 4 mil por danos morais. Fonte: TJMG

  • Justiça condena mineradora a pagar R$ 20 mil por submeter trabalhador a condições degradantes

    Divulgação Mineradora é condenada a pagar R$ 20 mil por submeter empregado a condições degradantes de trabalho. A Justiça do Trabalho condenou uma mineradora ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais a um ex-empregado submetido a condições degradantes no ambiente de trabalho. A decisão, proferida pela 11ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG), confirmou a sentença da 1ª Vara do Trabalho de Ouro Preto. Segundo os autos, o trabalhador era obrigado a recolher, diariamente, copos plásticos descartados no lixo por colegas para realizar marcações de perfuração em rochas dentro da mina. O profissional afirmou que a prática era vexatória e que o material recolhido, muitas vezes, continha resíduos de alimentos, representando risco à saúde. Testemunha ouvida durante o processo confirmou que a coleta de copos no lixo era comum entre os funcionários, uma vez que a empresa não fornecia o material adequado para o serviço. Segundo o depoente, eram utilizados de 100 a 150 copos por dia, recolhidos em lixeiras localizadas na portaria e no restaurante da empresa. O uso de luvas era esporádico, dependendo do local da coleta. A empresa alegou, em recurso, que não houve ato ilícito e que não estavam presentes os requisitos legais para a configuração do dano moral. Já o trabalhador pleiteou o aumento do valor da indenização, argumentando que o montante de R$ 10 mil não condizia com a extensão dos danos sofridos nem com a capacidade econômica da mineradora. O relator do caso, desembargador Marcelo Lamego Pertence, destacou que o dano moral está relacionado à violação de direitos da personalidade, como a dignidade, a honra e a integridade. Para o magistrado, as provas confirmaram que a mineradora expôs o empregado a situação degradante, ao não fornecer os materiais adequados para a realização de suas funções. Apesar de reconhecer a gravidade dos fatos, o desembargador entendeu que o valor fixado inicialmente é razoável e proporcional, negando os dois recursos apresentados. Ele considerou critérios como o grau de culpa da empresa, os transtornos sofridos pelo empregado e a necessidade de evitar enriquecimento sem causa. Além dessa condenação, a empresa também foi sentenciada ao pagamento de mais R$ 10 mil por ter restringido o uso de banheiros nas minas. Conforme a decisão, ficou comprovado que o trabalhador foi submetido a condições precárias de higiene, o que fere sua dignidade e justifica nova reparação por dano moral. A decisão teve como base os artigos 5º, incisos V e X, da Constituição Federal, e os artigos 186 e 927 do Código Civil. Fonte: TRT

  • Megaoperação em Uberlândia captura criminosos procurados por homicídio, estupro e tráfico

    Divulgação Operação Cerco Fechado prende 12 foragidos da Justiça em Uberlândia após trabalho de inteligência da Polícia Civil. Após quase um mês de investigações e monitoramento, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, no fim de junho, a Operação Cerco Fechado com a prisão de 12 foragidos da Justiça em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. A ação, conduzida pelo 9º Departamento da PCMG, teve como foco a repressão qualificada de crimes graves e violentos cometidos tanto em Minas quanto em outros estados brasileiros. De acordo com os delegados Daniel Azevedo Batista e Tauanny Rejaille, que coordenaram a operação, os presos estavam com mandados de prisão em aberto por uma série de crimes, incluindo homicídio, feminicídio, latrocínio, estupro de vulnerável, roubo, tráfico de drogas e violência doméstica. Dez dos detidos são homens, com idades entre 25 e 60 anos, e duas são mulheres, com 27 e 33 anos. As ordens judiciais foram expedidas por diferentes comarcas, como Uberlândia e Monte Carmelo (MG), Carmo do Paranaíba (MG), e também por tribunais dos estados do Rio Grande do Norte, Alagoas, Goiás e Maranhão. Segundo a Polícia Civil, os criminosos haviam migrado para Uberlândia na tentativa de se esconder da Justiça, mas foram localizados em diversos bairros da cidade, como Segismundo Pereira, Shopping Park, Marta Helena, Jardim Brasília, Jardim Holanda, Minas Gerais, Pequis e Morumbi. Durante as diligências, além do cumprimento dos mandados, cinco dos detidos foram autuados em flagrante por novos crimes, incluindo posse ilegal de arma de fogo, receptação qualificada, tráfico de drogas e adulteração de sinal identificador de veículo. A operação também resultou na apreensão de uma arma de calibre 32, dois caminhões roubados, porções de cocaína e crack, além de uma carga fraudada de quase sete toneladas de açaí. A Polícia Civil reforça que ações integradas e contínuas como essa são fundamentais para o enfrentamento ao crime organizado e para garantir mais segurança à população mineira. Fonte: PCMG

  • Jornal Gazeta de Varginha Edição 11.729

    Clique no link abaixo para o Download do Jornal Digital completo

  • Opinião com Luiz Fernando Alfredo - 02/07/2025

    Jesus: quem é? Apuramos como O enxergam nas diversas tradições religiosas e espiritualistas Jesus de Nazaré é a figura mais influente da história mundial, e sua presença é reconhecida de maneiras diversas em diferentes tradições religiosas e espirituais. A compreensão de quem foi Jesus varia de acordo com as crenças, doutrinas e tradições de cada religião. No Cristianismo, Jesus é central e considerado o Filho de Deus, o Messias prometido no Antigo Testamento. Os cristãos acreditam que Jesus é a encarnação divina, que veio à Terra para salvar a humanidade do pecado por meio de sua vida, morte e ressurreição. Ele é visto como o salvador, o exemplo supremo de amor e misericórdia Jesus, e a figura que revela a natureza de Deus para os fiéis. No Islamismo, Jesus (conhecido como Isa) é considerado um dos grandes profetas de Deus, enviado para guiar os israelitas. Os muçulmanos não o veem como o Filho de Deus, mas como um mensageiro especial, nascido de uma virgem, que realizou milagres com a permissão de Deus. O Islamismo rejeita a ideia da divindade de Jesus e acredita que ele não foi crucificado, mas que foi elevado ao céu por Deus. No Judaísmo, Jesus é geralmente visto como uma figura histórica, mas não como o Messias ou uma figura divina. Os judeus não aceitam Jesus como o salvador ou o filho de Deus, e sua vida e ensinamentos não fazem parte das escrituras judaicas tradicionais. Para o judaísmo, Jesus pode ter sido um mestre ou líder religioso, mas não uma figura central na fé. No Hinduísmo, Jesus pode ser visto como um sábio, um guru ou uma encarnação divina (avatar), dependendo da interpretação individual ou de tradições específicas. Algumas correntes consideram Jesus uma manifestação de Deus, enquanto outras o veem como um grande mestre espiritual que veio ensinar valores universais de amor e compaixão. O Budismo, que não centra sua prática em uma divindade criadora, geralmente vê Jesus como um mestre iluminado ou um bodisatva, alguém que atingiu um alto nível de realização espiritual e veio ensinar o caminho para a libertação do sofrimento. Algumas tradições budistas admiram sua compaixão e ensinamentos éticos. No Espiritismo, codificado por Allan Kardec, Jesus é considerado um espírito superior, um guia moral e um mestre que veio à Terra para promover a evolução espiritual da humanidade. Sua vida e ensinamentos são vistos como exemplos de amor, perdão e caridade, essenciais para o progresso espiritual dos seres humanos. No Rastafarismo e religiões Afro, Jesus é visto como uma figura importante, muitas vezes identificado com o Cristo negro, símbolo de resistência contra a opressão e o racismo. Para os afrodescendentes e rastafáris, Jesus representa esperança, libertação e a conexão com a espiritualidade africana. Em algumas tradições, ele é considerado uma expressão do divino que veio para trazer salvação e justiça. O Gnosticismo vem Jesus como um mestre espiritual que trouxe conhecimento (gnoses) para a humanidade, permitindo que as pessoas despertassem para sua verdadeira natureza divina e se libertassem do mundo material, considerado ilusório e imperfeito. Concluindo, a figura de Jesus é multidimensional e ajuda validar a ideia de muitos autores e filósofos: que todos os humanos nascem com uma divindade na alma, esperando que a vida continue, é uma reflexão profunda que atravessa várias tradições filosóficas e espirituais. Essa perspectiva sugere que há uma centelha divina ou uma essência sagrada inerente a cada pessoa, uma conexão com algo maior que transcende a existência material. Essa presença interior pode ser vista como uma esperança ou uma busca constante por significado, continuidade e união com o divino ou o absoluto. Para nós, que sempre escrevemos sobre teologia e filosofia, Deus é um axioma; temos certeza que a Sua existência é a lógica de tudo, não sofremos de ceticismo da fé, apenas, questionamos certas interpretações que alguns fizeram questão de adotarem, contudo, todos são livres para pensar. Luiz Fernando Alfredo

  • Anvisa proíbe produtos da linha Mushdrops e determina apreensão de suplementos com cogumelos

    Divulgação/Ilustrativo Anvisa proíbe fabricação e venda de suplementos com cogumelos da marca Mushdrops. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta terça-feira (1º), a Resolução-RE nº 2.425/2025, determinando a proibição da fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso de todos os lotes dos produtos da linha Mushdrops, da empresa Mush Mush Club Ltda. (CNPJ 52.883.086/0001-41). A decisão também estabelece a apreensão imediata dos produtos. Estão incluídos na medida os seguintes itens: Mushdrops - Cogumelo Turkey Tail Mushdrops - Cogumelo Chaga Mushdrops - Cogumelo Juba de Leão Mushdrops - Cogumelo Reishi Mushdrops - Cogumelo Cordyceps Segundo a Anvisa, os produtos vinham sendo indevidamente comercializados como medicamentos, mas não possuem registro sanitário e são fabricados por uma empresa sem Autorização de Funcionamento (AFE) para esse tipo de produção. Isso impede qualquer garantia quanto à segurança, origem e controle de riscos desses suplementos. A resolução é válida para todos os produtos fabricados pela Mush Mush Club Ltda., bem como para qualquer pessoa física ou jurídica, incluindo veículos de comunicação, que estejam comercializando ou divulgando os produtos proibidos. A medida tem caráter preventivo, com objetivo de proteger a saúde pública, e será acompanhada de ações de fiscalização para garantir o cumprimento da determinação. Fonte: Anvisa

  • Justiça condena 26 pessoas ligadas ao Comando Vermelho por tráfico em Minas Gerais

    Divulgação Justiça condena 26 integrantes do Comando Vermelho por tráfico e organização criminosa em Minas Gerais. Vinte e seis pessoas foram condenadas por envolvimento com o tráfico de drogas e participação em organização criminosa ligada à facção Comando Vermelho, conforme sentença proferida pelo juiz Guilherme Barros Dominato, titular da 2ª Vara Criminal e de Execuções Penais de Ponte Nova e da Vara Única da Comarca de Andrelândia, no Campo das Vertentes, em Minas Gerais. A condenação é resultado da Operação Aegis, desencadeada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) com apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). A decisão judicial reconhece parcialmente a procedência da denúncia do MPMG. Segundo o processo, os condenados integravam uma célula da facção Comando Vermelho com atuação estruturada e hierárquica em municípios como Andrelândia, Arantina, Minduri e São Vicente de Minas. As investigações indicaram que o grupo operava desde 2021 com divisão de tarefas voltadas principalmente ao tráfico de entorpecentes. A sentença destaca que o grupo transformou a região em um entreposto para recepção e distribuição de drogas, gerando um cenário de violência agravada pela intimidação de moradores, uso de armas de fogo e homicídios relacionados às atividades criminosas. “De forma a se estabelecer como entreposto de recepção e distribuição de entorpecentes na região, agravando a situação de violência local, mediante intimidação da comunidade, com utilização de arma de fogo, além da prática de homicídios ligados às atividades do grupo”, afirmou o juiz. As penas aplicadas aos 26 réus variam entre 9 e 32 anos de prisão, além de pagamento de multas em dias-multa, conforme a participação individual de cada condenado nos crimes. Fonte: TJMG

  • Mesmo com safra menor, produção de pinhão cresce em valor e incentiva reflorestamento em MG

    Divulgação Produção de pinhão impulsiona economia e preservação ambiental na Serra da Mantiqueira. Nos municípios da Serra da Mantiqueira, no Sul de Minas, a colheita do pinhão — semente da araucária — tem sido uma importante aliada da renda familiar e da conservação ambiental. Destaque entre os maiores produtores do estado, Delfim Moreira estima uma safra de 500 mil quilos em 2024, consolidando-se como o segundo maior polo de produção em Minas Gerais. Com cerca de mil hectares de araucárias produtivas, o município alcança uma produtividade média de 60 kg por árvore, gerando aproximadamente R$ 3,5 milhões por ano. “Esse manejo mantém o ecossistema natural e traz renda para os produtores”, afirma a secretária municipal de Agricultura, Joelma Pádua. Investimentos e parcerias Para fortalecer o setor, Delfim Moreira conta com diversas ações em andamento. Um dos principais investimentos é a construção de uma unidade processadora de pinhão, viabilizada por uma parceria entre a prefeitura, a Embrapa Florestas e a Avon. A planta deve entrar em operação já na próxima safra e permitirá a diversificação de produtos e a oferta do pinhão durante todo o ano, ampliando as margens de lucro para os produtores. Outro destaque é o viveiro municipal, que fornece mudas de araucárias enxertadas aos agricultores locais. Já foram plantadas mais de 400 árvores com as mudas fornecidas, segundo o extensionista da Emater-MG, Túlio César Meireles. A assistência técnica aos produtores é realizada em parceria com a Associação Araucária. “A prefeitura e a Emater têm nos incentivado a plantar mais árvores. Além disso, realizamos o Festival Gastronômico do Pinhão e, com a nova unidade processadora, vamos lançar diversos produtos”, celebra a produtora Mariana Sousa, membro da associação. Quebra de safra e valorização do produto A safra de 2024, no entanto, foi marcada por uma quebra de 50% na produção. Prevista para ocorrer entre abril e julho, a colheita terminou ainda em maio devido a fatores climáticos, como temporais e calor excessivo, que comprometeram a polinização natural das árvores. Apesar da queda, os preços do quilo do pinhão dobraram, passando de R$ 3 para R$ 6. Isso compensou parte das perdas e eliminou a necessidade de acionamento da subvenção da Conab, que garante preços mínimos para produtos da biodiversidade. “Temos 175 produtores que pegam essa subvenção, mas este ano nem foi preciso”, explica Túlio. Em Minas Gerais, cerca de 2 mil produtores participam anualmente da colheita de pinhão. Segundo dados da Emater-MG, os cinco maiores produtores em 2024 são: Itamonte (1,2 milhão de quilos), Delfim Moreira (500 mil kg), Alagoa (700 mil kg), Baependi (480 mil kg) e Marmelópolis (475 mil kg). Além do apoio técnico e da geração de renda, o cultivo da araucária está no centro de atividades de educação ambiental em escolas e será tema de um seminário sobre preservação da espécie, marcado para outubro, em Delfim Moreira. Fonte: Emater

  • Polícias Civis de todo o país intensificam combate ao narcotráfico com grande operação nacional

    Divulgação Operação Nacional contra o Tráfico de Drogas resulta em prejuízo de mais de R$ 155 milhões ao crime organizado. A Operação Narke 4, realizada entre os dias 21 e 29 de junho, mobilizou as Polícias Civis das 27 unidades federativas do Brasil em uma ação integrada de repressão ao tráfico de drogas, que resultou na prisão de 664 pessoas e apreensão de 5,8 toneladas de entorpecentes. A ofensiva também cumpriu 342 mandados de prisão, apreendeu 128 veículos, documentos e valores em espécie, causando um prejuízo estimado em mais de R$ 155 milhões às organizações criminosas. Os resultados foram divulgados nesta terça-feira (1º). Além das apreensões realizadas durante a operação, as equipes de segurança pública incineraram 71,2 toneladas de drogas que já haviam sido recolhidas anteriormente. Os números parciais refletem o impacto positivo das ações coordenadas, especialmente em áreas urbanas vulneráveis ao domínio de facções criminosas. Rodney da Silva, diretor de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, destacou que a operação demonstra a eficácia da integração entre as Polícias Civis estaduais. “A atuação estratégica, coordenada e inteligente permite desarticular cadeias criminosas complexas e estruturadas”, afirmou. O diretor ressaltou ainda que o combate ao tráfico de drogas atinge diretamente a principal fonte financeira das organizações criminosas, refletindo em quedas nos índices de homicídios, furtos, roubos, lavagem de dinheiro, tráfico de armas e outras infrações. “O tráfico de entorpecentes é um dos maiores vetores de violência urbana no país, com redes criminosas fortemente armadas, associadas ao tráfico internacional de armas, homicídios encomendados e corrupção, tornando o enfrentamento ao narcotráfico central para a segurança pública e manutenção da ordem social”, complementou. Combate nacional ao tráfico e fortalecimento da cooperação interestadual A Operação Narke 4 foi deflagrada em alusão ao Dia Internacional contra o Abuso e o Tráfico Ilícito de Drogas, celebrado em 26 de junho. Sob coordenação da Diopi, a ação envolveu unidades especializadas das Polícias Civis estaduais e do Distrito Federal, utilizando tecnologias de inteligência policial e articulação direta com o Ministério da Justiça e Segurança Pública. A iniciativa visou intensificar a repressão ao tráfico ilícito de drogas e sufocar financeiramente as organizações criminosas envolvidas, mobilizando centenas de agentes em operações simultâneas em todo o território nacional. Além disso, a operação fortalece a Rede Nacional de Unidades de Enfrentamento ao Narcotráfico (Renarc), consolidando um modelo eficiente de cooperação interestadual focado no planejamento integrado, compartilhamento de informações e execução coordenada de ações para desmantelar estruturas criminosas ligadas ao tráfico de drogas. Fonte: Minist.Justiça

  • Ex-prefeito de Ribeirão das Neves é alvo de ação por improbidade em contratação sem licitação

    Divulgação MPMG aciona ex-prefeito e empresários por contratação irregular que gerou prejuízo de R$ 3,7 milhões em Ribeirão das Neves. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Ribeirão das Neves e com apoio do Grupo Especial de Promotores de Justiça de Defesa da Probidade Administrativa e do Patrimônio Público (GEPP), ajuizou Ação de Improbidade Administrativa contra um ex-prefeito e outros sete envolvidos em supostas irregularidades na contratação de serviços públicos, que teriam causado prejuízo de R$ 3,7 milhões aos cofres do município. De acordo com a investigação, em 2017, logo no início do mandato, os acusados realizaram uma adesão irregular à Ata de Registro de Preços do município de Contagem, dispensando ilegalmente o processo licitatório. O objetivo, segundo apurado, seria favorecer empresários que teriam auxiliado financeiramente na campanha eleitoral do então prefeito. O MPMG aponta ainda que havia um relacionamento prévio, de caráter pessoal e profissional, entre os sócios da empresa contratada e o então secretário municipal responsável pela solicitação de adesão. “A realização do processo administrativo de adesão serviu como mera formalização da contratação já pactuada antes mesmo do início da gestão 2017-2020, com a finalidade de dar ares de licitude às condutas narradas”, registra trecho da ação. Recursos desviados da saúde e educação Segundo o Ministério Público, antes mesmo da formalização da adesão pelo consórcio, o ex-prefeito editou decreto para abertura de crédito suplementar, utilizando recursos originalmente destinados às áreas da saúde e da educação. Esses valores teriam subsidiado a contratação considerada irregular. A execução do contrato também revelou indícios de superfaturamento de R$ 1,2 milhão, com pagamentos realizados por serviços que não estavam previstos no contrato assinado com o município. Na ação, o MPMG solicita a condenação por atos de improbidade administrativa, a nulidade dos contratos firmados e o ressarcimento integral do dano ao erário, atualizado em R$ 3.787.772,13. Fonte: MPMG

  • Bombeiros de Alfenas realizam ação educativa com Clube de Desbravadores

    Divulgação Bombeiros de Alfenas recebem Clube de Desbravadores para dia de aprendizado e integração. O Corpo de Bombeiros Militar de Alfenas promoveu, neste fim de semana, uma ação educativa especial com a participação das crianças do Clube de Desbravadores Visionários, da Igreja Adventista do Sétimo Dia. O encontro teve como objetivo aproximar a corporação da comunidade por meio de atividades lúdicas e informativas sobre segurança e prevenção. Durante a visita, os participantes foram divididos em equipes e participaram de oficinas práticas sobre temas essenciais à atuação dos bombeiros e à formação cidadã. Entre as atividades desenvolvidas estiveram oficinas de resgate e salvamento, combate a incêndios, primeiros socorros e prevenção de acidentes domésticos. Também foi realizada uma apresentação dos equipamentos e viaturas utilizadas em atendimentos operacionais. A iniciativa reforça o compromisso da corporação com a educação preventiva e com a construção de vínculos com a sociedade, especialmente com o público infantojuvenil. Por meio da vivência prática, os jovens puderam aprender mais sobre a importância da atuação dos bombeiros na proteção de vidas e patrimônio. O Corpo de Bombeiros de Alfenas agradeceu a visita e destacou a importância de promover momentos como este, que estimulam a consciência de prevenção desde a infância. Fonte: CBMG

  • Botox® falsificado: Anvisa determina suspensão de lote e alerta profissionais de saúde

    Divulgação Anvisa determina apreensão de lote falsificado do medicamento Botox® 200U. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta terça-feira (1º), a Resolução-RE nº 2.425/2025, que determina a apreensão do lote C8846C3 do medicamento Botox® 200U (toxina botulínica A), com validade até 01/08/2026. A medida também proíbe a comercialização, distribuição e uso de unidades desse lote. A ação foi tomada após a ABBVIE Farmacêutica Ltda., detentora do registro do produto no Brasil, identificar a circulação de unidades falsificadas no mercado. Segundo a empresa, as embalagens externas (secundárias) dos produtos irregulares apresentam cor amarela e não possuem o número GTIN (Global Trade Item Number), código global que garante a rastreabilidade e autenticidade do produto em toda a cadeia logística. A Anvisa alerta que profissionais de saúde e pacientes não devem utilizar o medicamento, caso identifiquem características suspeitas. A recomendação é notificar imediatamente a agência por meio dos seus canais oficiais de atendimento. Informações adicionais podem ser obtidas diretamente com o SAC da fabricante. A medida visa proteger a saúde da população e reforçar o controle sobre produtos sujeitos à vigilância sanitária. Fonte: Anvisa

  • Grupo SC e Prefeitura de Varginha realizam seleção para 20 vagas de logística

    Divulgação Prefeitura de Varginha e Grupo SC Medicamentos abrem seleção para 20 vagas de auxiliar de logística. A Prefeitura de Varginha, em parceria com o Grupo SC Medicamentos, anunciou a abertura de um processo seletivo para preenchimento de 20 vagas de emprego na função de auxiliar de logística. As entrevistas serão realizadas nesta quarta-feira, 3 de julho, a partir das 8h30, na Rua José Gonçalves Pereira, nº 129, segundo andar. Os interessados devem agendar previamente o horário da entrevista pelo telefone (35) 3690-4032, no período das 13h às 17h. As oportunidades são destinadas ao turno noturno, com jornada das 19h30 às 4h46. O salário oferecido é de R$ 1.850, com benefícios como assistência médica e odontológica, transporte fretado sem desconto, vale refeição ou alimentação no valor de R$ 25 por dia trabalhado, além de premiação em forma de cesta básica. Também são oferecidos programas de desenvolvimento educacional e capacitação contínua por meio da plataforma de aprendizagem da empresa. Para concorrer, é desejável ter o ensino médio completo. A iniciativa visa fortalecer o mercado de trabalho local e ampliar as oportunidades para os moradores de Varginha e região. Fonte: PMV

Gazeta de Varginha

bottom of page