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- Varginha amplia representação no comércio mineiro com Aureliano Zanon Alves na vice-presidência financeira da Fecomércio MG
Reprodução Varginha passou a ter uma participação de destaque na representação do comércio mineiro. O vice-presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Varginha (SINDVAR), Aureliano Zanon Alves, assumiu a Vice-Presidência Financeira da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG) para o quadriênio 2026–2030. A cerimônia de posse ocorreu em 30 de julho de 2026 e reuniu empresários, lideranças e representantes do comércio de diferentes regiões de Minas Gerais. A solenidade marcou oficialmente o início do novo mandato da diretoria eleita da Federação. Durante o processo eleitoral da entidade, a chapa “Avança Fecomércio” recebeu o apoio da maioria dos sindicatos filiados. Dos 52 sindicatos que participaram da votação, 48 votaram pela continuidade da chapa, mantendo Nadim Elias Donato Filho na presidência da Fecomércio MG. A nova gestão dará continuidade às iniciativas desenvolvidas desde 2022, com foco na integração administrativa entre Fecomércio, Sesc e Senac, no aprimoramento dos serviços destinados a empresários e trabalhadores e no fortalecimento da representação sindical do setor em Minas Gerais. Para Varginha e o Sul de Minas, a chegada de Aureliano Zanon Alves à diretoria amplia a participação regional nas discussões estratégicas relacionadas ao comércio. Na nova função, o dirigente passou a integrar a administração da entidade responsável pela representação estadual dos empresários dos setores de comércio de bens, serviços e turismo. Segundo informações divulgadas pelo SINDVAR, a participação de Aureliano também aproxima as demandas do Sul de Minas das discussões envolvendo ações e iniciativas voltadas ao desenvolvimento do comércio mineiro. A Fecomércio MG reúne 54 sindicatos empresariais e representa mais de 750 mil empresas dos setores de comércio, serviços e turismo em Minas Gerais. A entidade também administra o Sesc e o Senac no Estado, instituições que atuam em áreas como qualificação profissional, educação, cultura, saúde e desenvolvimento econômico e social. Com a presença de um representante do SINDVAR na administração da Federação, Varginha passa a contar com maior participação institucional nas discussões estaduais relacionadas à atividade econômica e à representação empresarial. Aureliano Zanon Alves assume, dessa forma, uma posição estratégica dentro da entidade, levando à Fecomércio MG as demandas, características e necessidades do comércio de Varginha e do Sul de Minas.
- Projeto na Câmara de Varginha propõe campanha sobre riscos de jogos e apostas
Reprodução Um projeto de lei que tramita na Câmara Municipal de Varginha propõe a criação de uma campanha de conscientização e prevenção aos riscos relacionados a jogos e apostas, tanto em ambientes físicos quanto em plataformas virtuais. A proposta busca ampliar o acesso da população a informações sobre os possíveis impactos e consequências associados a esse tipo de atividade. A iniciativa tem como objetivo informar, orientar e conscientizar a população, especialmente crianças e adolescentes, sobre os riscos relacionados aos jogos e às apostas. A campanha deverá abordar diferentes aspectos do problema, incluindo possíveis consequências psicológicas, sociais e econômicas, além dos mecanismos que podem contribuir para o desenvolvimento de dependência. O texto também prevê a abordagem dos riscos relacionados à exposição precoce de crianças e adolescentes às plataformas de jogos e apostas. Outro ponto destacado é a importância da orientação e do acompanhamento dos pais e responsáveis, especialmente diante do acesso a conteúdos e plataformas disponíveis no ambiente digital. A proposta também estabelece que sejam abordados conteúdos digitais que possam estimular ou incentivar a prática de jogos e apostas. A intenção é ampliar a conscientização sobre os tipos de jogos e conteúdos aos quais crianças e adolescentes podem estar expostos, contribuindo para uma maior atenção por parte das famílias e da comunidade escolar. Caso o projeto seja aprovado, as ações da campanha deverão ser realizadas prioritariamente nas escolas do município. Entre as atividades previstas estão palestras, conversas e ações educativas desenvolvidas de acordo com a faixa etária dos estudantes, além da distribuição de materiais informativos relacionados ao tema. A proposta prevê ainda a participação das Secretarias Municipais de Educação e de Saúde na realização das ações, juntamente com outros órgãos que sejam considerados competentes para contribuir com o desenvolvimento da campanha. A participação dessas áreas está prevista como parte das ações estabelecidas pelo projeto. A campanha, conforme a proposta, deverá reunir ações de informação, orientação e conscientização, com atenção especial ao público infantil e adolescente e aos possíveis riscos associados à exposição aos jogos e às apostas. O projeto de lei segue em tramitação na Câmara Municipal de Varginha. Até o momento, não há data definida para que a proposta seja votada em plenário.
- ACIV reúne empresários de Varginha no primeiro Happy Hour Empresarial, com networking, troca de experiências e novas oportunidades de negócios
Reprodução A Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e Serviços de Varginha (ACIV) realizou, na noite desta quarta-feira (19), a primeira edição do Happy Hour Empresarial ACIV. O encontro reuniu associados em um ambiente descontraído, criado especialmente para estimular o networking, aproximar empresários e ampliar as oportunidades de relacionamento entre os participantes. A proposta foi oferecer um espaço mais leve e informal para conversas, troca de experiências e criação de novas conexões entre empresários de diferentes segmentos. Ao longo da noite, os participantes puderam conhecer outros associados, ampliar suas redes de contatos e conversar de forma mais próxima com integrantes da diretoria e da equipe da ACIV. “Esse encontro foi pensado justamente para aproximar ainda mais a ACIV dos seus associados. Muitas vezes, na correria do dia a dia, falta tempo para conversar, trocar experiências e conhecer melhor quem também empreende na cidade. O Happy Hour criou esse ambiente mais leve, onde pudemos ouvir os empresários, compartilhar ideias e fortalecer relações. Para nós, essa proximidade é fundamental, porque uma associação só faz sentido quando está perto de quem representa”, destacou André Yuki, presidente da ACIV. A programação começou com uma breve abertura, que contou com a participação do presidente da ACIV e de representantes do Sicoob Credivar, patrocinador do encontro. Os associados também puderam conhecer algumas das ações, eventos, produtos, serviços e benefícios oferecidos pela entidade. Um dos principais momentos da noite foi o bate-papo “Experiência do Cliente como Diferencial Competitivo”, conduzido por André Yuki e Elisete Ribeiro. Em uma conversa próxima do público, os dois empresários compartilharam experiências do cotidiano de seus negócios e discutiram temas relacionados ao atendimento, relacionamento com o consumidor, fidelização e à importância de transformar cada contato com o cliente em uma experiência positiva. Após a programação, o encontro continuou em clima descontraído, com os participantes aproveitando o momento para conversar, trocar contatos, conhecer melhor outros empresários e ampliar suas redes de relacionamento. Durante esse período de integração, o chef Ricardo Martin preparou e serviu aos convidados um risoni à mineira, contribuindo para tornar a experiência ainda mais acolhedora e informal. A primeira edição do Happy Hour Empresarial ACIV reforçou justamente a proposta de criar um espaço menos formal para que empresários possam sair da rotina, compartilhar experiências e desafios, ampliar seus contatos e, a partir dessas conversas, fortalecer novas relações. O encontro também proporcionou uma aproximação maior entre os associados e a entidade, criando um ambiente favorável para o diálogo e para o compartilhamento de experiências entre empreendedores de diferentes segmentos. O Happy Hour Empresarial ACIV teve patrocínio do Sicoob Credivar.
- Jornal Gazeta de Varginha Edição 12.019
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- Opinião com Luiz Fernando Alfredo - 22/08/2026
Luiz Fernando Alfredo Brasil, um país inimigo de suas próprias empresas Há países que tratam suas empresas como patrimônio nacional. Há outros que as tratam apenas como contribuintes. E há o Brasil, que parece ter escolhido uma terceira alternativa: tratar quem produz como suspeito, cobrar como se fosse culpado e burocratizar como se quisesse vê-lo morto. A empresa brasileira nasce com uma missão simples: produzir, empregar, pagar salários e gerar riqueza. Mas logo descobre que, antes de produzir, precisa sobreviver a impostos, taxas, encargos, burocracia, fiscalizações, certidões e uma interminável coleção de regras. E paga para sustentar uma máquina pública que, muitas vezes, não produz riqueza - apenas administra, distribui e consome a riqueza produzida por outros. O empresário assume o risco. O Estado fica com uma parte do resultado. Se a empresa cresce, aumenta a arrecadação. Se tem lucro, paga imposto. Se contrata, paga encargos. Se vende, paga imposto. Se compra, paga imposto. Até respirar parece exigir uma guia de recolhimento. E quando a empresa não aguenta? Fecha. E então desaparecem empregos, salários, fornecedores, investimentos e, ironicamente, também os impostos que o Estado tanto queria arrecadar. Existe uma lógica que parece difícil de entender em Brasília: empresa não fabrica imposto. Empresa fabrica riqueza. O imposto é consequência. Quanto mais se asfixia quem produz, menos se produz. Quanto menos se produz, menos empregos existem. Quanto menos empregos existem, menor é a arrecadação. Mas, diante do problema, qual costuma ser a solução? Cobrar mais. É a velha história da galinha dos ovos de ouro. Em vez de alimentá-la, alguém resolve cobrar mais ovos. Até matá-la. O Brasil precisa parar de enxergar a empresa como uma fonte inesgotável de dinheiro. Empresa não é caixa eletrônico do Estado. É patrimônio, investimento, emprego, renda e produção. O empresário não deveria ser tratado como inimigo. Deveria ser tratado como aquilo que realmente é: alguém que coloca o próprio dinheiro em risco para produzir aquilo que o Estado precisa arrecadar. Porque há uma verdade incômoda que nenhum discurso consegue esconder: quando o Estado mata a empresa, perde também o contribuinte. E talvez seja exatamente isso que o Brasil ainda não tenha entendido: não se pode sustentar um Estado cada vez maior asfixiando justamente aqueles que produzem o oxigênio que o mantém vivo.
- Petrobras atinge topo de produção de 180 mil barris por dia com plataforma no pré-sal de Mero
Imagem ilustrativa O navio-plataforma FPSO Alexandre de Gusmão, instalado no campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, atingiu seu topo de produção, com capacidade de 180 mil barris de óleo por dia. A informação foi divulgada pela Petrobras, operadora do campo. A unidade é a quinta plataforma instalada em Mero, considerado o terceiro maior campo produtor de petróleo do Brasil, atrás apenas de Búzios e Tupi. O alcance da capacidade máxima da Alexandre de Gusmão amplia a produção do ativo, que já vinha registrando números expressivos antes mesmo de a plataforma chegar ao patamar previsto em projeto. No segundo trimestre de 2026, o campo de Mero apresentou produção média de aproximadamente 740 mil barris por dia. Segundo a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos, esse resultado foi alcançado antes de a FPSO Alexandre de Gusmão atingir o topo de sua capacidade produtiva. A diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Renata Baruzzi, afirmou que o alcance da produção máxima prevista para a unidade representa a superação de desafios técnicos e confirma as estratégias adotadas pela companhia. As operações no campo unitizado de Mero são conduzidas por um consórcio liderado pela Petrobras. Também participam Shell Brasil, TotalEnergies, CNPC, CNOOC e a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), responsável pela gestão do contrato de partilha e pela representação da União.
- Trump aumenta pressão sobre o Irã, mas depende da China para fazer estratégia funcionar
A estratégia do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para aumentar a pressão econômica sobre o Irã enfrenta um obstáculo importante: a China, principal compradora do petróleo iraniano. Sem a participação de Pequim, a ofensiva econômica de Washington pode ter dificuldades para alcançar os resultados esperados. Na quarta-feira (19), Trump ameaçou impor “enormes consequências econômicas” aos países que continuarem mantendo relações comerciais com o Irã. No dia seguinte, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, reforçou a pressão e pediu que a China se alinhasse à estratégia americana. A relação entre Pequim e Teerã é especialmente relevante por causa do petróleo. Dados da Vortexa Analytics, citados pela Reuters, indicam que aproximadamente 90% das exportações de petróleo bruto do Irã têm a China como destino. O cenário já apresenta mudanças no mercado. As ofertas de petróleo iraniano para compradores chineses diminuíram nesta semana, enquanto os preços aumentaram. A redução ocorre em meio ao bloqueio promovido pelos Estados Unidos e às ameaças de novas sanções contra o governo iraniano. Os embarques de petróleo do Irã também caíram desde meados de julho. Dados da empresa Kpler não registraram, desde então, a passagem de superpetroleiros transportando petróleo bruto iraniano pelo Estreito de Ormuz. O acompanhamento, porém, é dificultado pelo desligamento dos sistemas de localização de algumas embarcações. O Estreito de Ormuz se tornou um dos principais pontos de tensão. A passagem é estratégica para o transporte de petróleo, e os Estados Unidos pressionam pela reabertura da rota como parte das medidas contra Teerã. Na quinta-feira (20), Bessent afirmou que Washington pretende anunciar novas sanções contra o Irã na segunda-feira (24). Segundo ele, as medidas serão as mais duras já aplicadas contra o país. A intenção é ampliar a pressão sobre Teerã e contribuir para a reabertura do estreito e o encerramento do conflito. Para a China, entretanto, a situação representa um dilema. As refinarias independentes chinesas, conhecidas como “teapots”, correspondem a aproximadamente um quinto da capacidade de refino do país e estão entre as principais compradoras do petróleo iraniano sujeito a sanções. A possibilidade de novas medidas contra empresas e compradores chineses aumenta a preocupação no setor. Dessa forma, a pressão americana pode atingir não apenas a economia iraniana, mas também interesses comerciais de Pequim. Nesse cenário, a capacidade de Trump de transformar as sanções em uma ferramenta eficaz contra o Irã dependerá em grande parte da postura chinesa. Caso Pequim mantenha a compra do petróleo iraniano, Teerã continuará contando com um dos principais mercados para suas exportações, reduzindo o impacto da estratégia econômica de Washington.
- NASA divulga imagem dos Lençóis Maranhenses vista do espaço
Foto: Reprodução/NASA A NASA divulgou uma imagem dos Lençóis Maranhenses vista do espaço e descreveu o parque nacional como um “deserto feito de água”. O registro foi feito pelo satélite Landsat 9 em junho de 2026 e mostra o contraste entre as dunas de areia branca e as lagoas de água doce formadas na região. À primeira vista, a paisagem pode lembrar um grande deserto. A própria agência espacial, no entanto, destaca que a comparação se limita à aparência. Os Lençóis Maranhenses recebem cerca de 125 centímetros de chuva por ano, volume superior ao registrado em Seattle, nos Estados Unidos, e aproximadamente o dobro do observado em Londres. A água da chuva se acumula entre as dunas e forma centenas de lagoas, criando um mosaico de diferentes tons de azul e verde. Na imagem captada pelo Landsat 9, parte dessas lagoas aparece parcialmente cheia, período em que os níveis de água costumam atingir seu auge. Algumas dunas do parque chegam a cerca de 30 metros de altura. O campo de dunas costeiras é considerado o maior da América do Sul e, visto do alto, suas curvas ajudam a explicar o nome da região, já que a paisagem lembra lençóis brancos espalhados sobre uma superfície. Segundo a NASA, a formação das lagoas está relacionada às características do solo sob a areia. Uma camada parcialmente impermeável de rochas e argila dificulta o escoamento da água durante o período chuvoso, permitindo que as lagoas se formem entre as dunas. Com a redução das chuvas, os níveis de água começam a baixar entre agosto e novembro. Até dezembro, a maior parte das lagoas costuma secar, alterando novamente a paisagem do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.
- Supostas cartas de Natalie Harp a Trump revelam relação de grande proximidade
Duas cartas supostamente enviadas pela assessora Natalie Harp ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foram divulgadas pelo jornal Daily Beast. Os documentos apresentam declarações de forte proximidade e devoção de Harp ao presidente. A CNN Brasil informou que não conseguiu confirmar de forma independente se as cartas foram realmente escritas ou enviadas por ela. Segundo o Daily Beast, as cartas teriam sido obtidas por Michael Wolff, biógrafo de Trump, a partir de uma fonte do governo americano. O conteúdo teria sido descoberto entre documentos impressos que Harp entregava ao presidente e, posteriormente, fotografado e compartilhado entre integrantes da campanha. Em uma das mensagens, Harp teria chamado Trump de seu “guardião e protetor” e afirmado que ele era “tudo” o que importava para ela. A carta terminaria com a assinatura “Com todo o meu coração, Natalie”. As cartas teriam sido escritas em 2023, durante ou pouco depois de uma viagem de Trump à Escócia e à Irlanda. Na época, Harp tinha 31 anos e Trump, 76. Em uma das mensagens, a assessora teria pedido desculpas por situações ocorridas durante a viagem. Ela mencionou um episódio envolvendo um veículo que teria sido impedido de continuar até o aeroporto e afirmou que deveria ter procurado o Serviço Secreto em vez de ligar para Trump. Harp também teria se desculpado por ter caminhado pelo campo de golfe em vez de utilizar um carrinho e pediu perdão caso tivesse feito alguma outra coisa que pudesse ter causado problemas ao presidente. Em outro trecho, a assessora teria afirmado que queria que a relação entre os dois permanecesse bem. Ela também teria relatado estar tão concentrada no trabalho que estava deixando de comer e dormir adequadamente. Na segunda carta, Harp teria agradecido a Trump por fazê-la se desconectar das obrigações profissionais. Ela descreveu momentos em que os dois passaram juntos no campo de golfe e afirmou que, naquela situação, conseguiu conversar com o presidente sem precisar desempenhar o papel pelo qual era conhecida dentro da equipe. A assessora também teria escrito sobre o desgaste provocado pela rotina profissional e comparado sua situação com a de mulheres que, segundo ela, pareciam ter como única função conversar com Trump e cuidar da aparência. Harp é conhecida como uma espécie de “gatekeeper” de Trump, por controlar o acesso ao presidente. Funcionários também teriam dado a ela o apelido de “Human Printer”, devido ao hábito de imprimir reportagens e informações consideradas positivas para entregar ao presidente. A divulgação das cartas ocorreu dias depois de declarações do senador democrata Jon Ossoff, da Geórgia, que fizeram referência à proximidade entre Trump e Harp. O irmão da assessora também havia falado à CNN sobre o comportamento dela e afirmou que ela teria escrito cartas para outros presidentes. A Casa Branca foi procurada pela CNN Brasil para comentar especificamente o conteúdo das cartas. O porta-voz Davis Ingle já havia descrito Harp como uma das assessoras mais leais e dedicadas da equipe de Trump, mas essa declaração não foi dada especificamente em resposta às supostas cartas.
- Yalda Moaiery desafia repressão no Irã mesmo após condenação de 15 anos
Fotojornalista iraniana Yalda Moaieri, condenada a 15 anos de prisão por imagens e reportagens • REUTERS / YALDA MOAIERY / SOCIAL MEDIA / WANA A fotojornalista iraniana Yalda Moaiery foi condenada a 15 anos de prisão por um tribunal do Irã, após ser acusada de realizar atividades consideradas contrárias à segurança nacional. A decisão foi tomada no início de agosto, e ela pretende recorrer. Moaiery passou mais de duas décadas registrando acontecimentos no Irã e teve fotografias e reportagens publicadas internacionalmente. Entre os episódios documentados por ela estão os recentes protestos contra o governo, o conflito envolvendo os Estados Unidos e uma nova campanha de repressão no país. Segundo a acusação, a jornalista teria realizado “atividades em prol dos interesses do regime sionista contra a segurança nacional”. Moaiery rejeita a acusação e afirma que seu trabalho jornalístico foi tratado como crime pelas autoridades iranianas. Mesmo diante da possibilidade de passar anos no sistema prisional do país, a fotojornalista afirmou que pretende continuar registrando os acontecimentos enquanto tiver condições para isso. Ela também criticou o que considera uma estrutura de propaganda do governo. A jornalista já havia conversado com a CNN em fevereiro, durante uma onda de protestos antigovernamentais que se espalhou por mais de 100 cidades iranianas. Na ocasião, ela relatou que a dimensão das manifestações era diferente de tudo o que havia presenciado em seus 25 anos de carreira. Moaiery também descreveu o impacto da repressão sobre a população. Segundo ela, o sentimento de esperança entre muitas pessoas havia desaparecido diante da situação vivida no país. Depois do início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, a fotojornalista voltou a relatar à CNN o que observava dentro do país. Naquele período, apesar das restrições de acesso à internet, ela afirmou que havia iranianos que esperavam que o conflito provocasse mudanças no regime. Meses depois, porém, Moaiery afirmou que esse sentimento havia mudado. Segundo ela, a preocupação com as condições econômicas passou a ocupar o centro das atenções da população, com dificuldades para conseguir até mesmo itens considerados básicos. Na avaliação da fotojornalista, a guerra acabou fortalecendo o regime iraniano. Ela afirmou que nunca havia visto uma versão tão rígida do governo durante toda a sua vida. Enquanto concedia a entrevista mais recente, Moaiery também enfrentava novas ameaças das autoridades. Segundo seu relato, horas antes da conversa com a CNN, agentes iranianos haviam ameaçado invadir sua casa caso ela voltasse a falar com a imprensa internacional.
- EUA realizam operações militares contra cartéis e narcotráfico no Equador
@DefensaEc via X O Ministério da Defesa do Equador confirmou que os Estados Unidos estão realizando operações militares no país para combater cartéis e o narcotráfico. As ações fazem parte da aliança “Escudo das Américas”, uma coalizão liderada por Washington e formada por cerca de 20 países da América Latina e do Caribe com foco no combate ao narcotráfico. O Comando Sul dos Estados Unidos, conhecido como Southcom, confirmou que seu comandante, general Francis L. Donovan, esteve no Equador nesta semana. Durante a visita, ele se reuniu com autoridades da área de Defesa para discutir as ações de combate aos cartéis. Segundo o ministro da Defesa equatoriano, Gian Carlo Loffredo, os Estados Unidos enviaram dois navios de guerra, acompanhados por lanchas interceptadoras e três helicópteros Black Hawk. Os equipamentos serão empregados na região das rotas utilizadas pelo narcotráfico entre o território continental do Equador e as Ilhas Galápagos. Ainda não foram divulgadas informações sobre o número de militares americanos mobilizados para as operações. O Southcom foi procurado para comentar a quantidade de tropas envolvidas, mas não havia apresentado uma resposta até a publicação da reportagem. A presença militar americana ocorre no contexto da ampliação da cooperação entre Washington e Quito no combate às organizações criminosas. O governo equatoriano divulgou imagens da visita de Donovan e afirmou que a parceria já está se transformando em ações concretas contra estruturas ligadas ao narcotráfico. O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, havia elogiado o Equador na semana anterior durante um evento do “Escudo das Américas” realizado no Panamá. Na ocasião, afirmou que o país havia se tornado o primeiro integrante da coalizão a estabelecer uma parceria com os Estados Unidos em uma operação militar conjunta contra grupos classificados por Washington como narcoterroristas. A operação no Equador ocorre enquanto os Estados Unidos ampliam a estratégia de combate a organizações criminosas na América Latina. Em declaração feita no Panamá em 13 de agosto, Hegseth havia afirmado que Washington trabalhava com países como Equador e Colômbia para desenvolver operações terrestres contra cartéis e outros grupos considerados terroristas pelo governo americano.
- Drones atingem shopping na Ucrânia e deixam dezenas de feridos em ataque durante o dia
Ilustração Um ataque com drones russos atingiu nesta sexta-feira (21) um shopping center em Kryvyi Rih, no centro da Ucrânia, deixando pelo menos seis pessoas mortas e cerca de 90 feridas, segundo autoridades locais. A cidade é conhecida por ser o local de nascimento do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Entre os feridos estão seis crianças. De acordo com o governador regional, Oleksandr Hanzha, 21 pessoas estão em estado grave, incluindo uma criança. As equipes de emergência foram mobilizadas para atender as vítimas e trabalhar no local atingido. O ataque ocorreu durante o dia e provocou danos ao shopping e a outras estruturas da região. Uma imagem divulgada pelas autoridades mostrou uma grande coluna de fumaça após a ofensiva. Zelensky classificou o ataque como “absolutamente cínico e desprezível”. Segundo o presidente ucraniano, um segundo drone atingiu o shopping cerca de meia hora depois do primeiro ataque, quando os serviços de emergência já estavam atuando na região. Ele afirmou que a ação teria buscado atingir as equipes responsáveis pelo atendimento às vítimas. O presidente ucraniano também pediu que a comunidade internacional responsabilize a Rússia pelo ataque e classificou as ações como atos de terrorismo. A ofensiva ocorre em um momento de intensificação dos ataques aéreos russos contra a Ucrânia. Na quinta-feira (20), um ataque com mísseis balísticos russos contra Kiev deixou 17 mortos, segundo as informações divulgadas pelas autoridades ucranianas. Ao mesmo tempo, a Ucrânia também intensificou ataques contra alvos em território russo, incluindo instalações petrolíferas e estruturas logísticas, em uma tentativa de afetar a capacidade de Moscou de manter as operações militares.
- Condenado por homicídio entrega à PF documentos que aponta como provas contra políticos do Maranhão
Reprodução Gilbson César Soares Cutrim Júnior, condenado por um homicídio em São Luís, entregou à Polícia Federal documentos e registros que, segundo sua defesa, podem ajudar a comprovar suspeitas envolvendo políticos e um suposto esquema de desvio de dinheiro público no Maranhão. Entre os materiais estão um papel escrito à mão com números de processos, uma etiqueta que acompanhava um maço de dinheiro em espécie e uma fotografia de um carro. De acordo com a defesa de Gilbson, o governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), e familiares teriam combinado com ele a cobrança de processos relacionados a valores que empresas tinham a receber de administrações anteriores, além do transporte de dinheiro para o escritório da família Brandão. As acusações fazem parte da versão apresentada pelo condenado à PF e ainda são objeto de investigação. Segundo a defesa, Gilbson teria sido orientado a procurar empresas com valores a receber de governos anteriores, especialmente quantias superiores a R$ 5 milhões. A versão apresentada à Polícia Federal afirma que os pagamentos seriam realizados na gestão atual e que os empresários devolveriam parte do dinheiro. Uma relação de processos teria sido repassada ao condenado para identificar as empresas que poderiam ser procuradas. Gilbson foi condenado, em 2024, a 13 anos de prisão pela morte de um homem a tiros em agosto de 2022, em um centro comercial de São Luís conhecido como Tech Office. Inicialmente, a Polícia Civil do Maranhão havia concluído que o crime estava relacionado a uma briga pessoal. Posteriormente, a Polícia Federal passou a investigar uma possível ligação entre o assassinato e um desentendimento envolvendo a divisão de propinas relacionadas a contratos públicos. Na terça-feira (18), veio a público um depoimento prestado por Gilbson à Polícia Federal no qual ele afirmou ter participado de reuniões com Carlos Brandão no Palácio dos Leões, sede do governo do Maranhão, e ter transportado dinheiro para o local. As declarações passaram a integrar a investigação conduzida no Supremo Tribunal Federal pelo ministro Flávio Dino. Os materiais entregues à PF também estão relacionados, segundo a defesa, a supostos pagamentos feitos para que Gilbson permanecesse em silêncio. A defesa afirma que teria sido oferecida uma quantia mensal de R$ 30 mil, mas que apenas R$ 15 mil chegavam à família do condenado. Os pagamentos, ainda segundo o relato, seriam realizados por meio de um motorista de Marcus Brandão, irmão do governador. Em um dos episódios citados pela defesa, uma fotografia teria sido feita do carro utilizado para entregar o dinheiro, com o objetivo de permitir a identificação do proprietário a partir da placa. Em outro pagamento, os maços de dinheiro teriam uma etiqueta identificável do Banco do Brasil. A família de Gilbson fotografou a etiqueta e apresentou o registro aos investigadores para auxiliar na identificação da agência bancária e de quem teria realizado o saque. O caso também envolve Daniel Brandão, sobrinho do governador e presidente afastado do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão. Na segunda-feira (17), Flávio Dino determinou o afastamento dele do cargo por 180 dias. Daniel é suspeito de envolvimento nos crimes investigados e estava presente na reunião no Tech Office que antecedeu o homicídio. Ele nega as acusações e afirma que pretende comprovar sua inocência. Carlos Brandão também nega as acusações. O governador questionou a credibilidade das declarações de Gilbson, destacando que ele é condenado por homicídio, e afirmou que não existem provas das acusações apresentadas contra ele. Brandão também declarou que sua defesa não teve acesso integral aos autos da investigação. As acusações apresentadas pelo condenado ainda precisam ser analisadas e confirmadas pelas autoridades responsáveis pela apuração.
- FAB aciona sistema para encerrar voo de foguete sul-coreano após desvio de trajetória
Foto: Innpspace A Força Aérea Brasileira (FAB) acionou, na noite desta quarta-feira (19), o Sistema de Terminação de Voo para interromper o voo do foguete sul-coreano SEBIT, depois que a empresa responsável pelo lançamento identificou um desvio da trajetória planejada que poderia representar riscos à segurança. O lançamento havia ocorrido a partir do Centro Espacial de Alcântara, no Maranhão. O foguete realizava seu primeiro voo de teste quando apresentou a alteração de trajetória. De acordo com a Innospace, empresa sul-coreana responsável pelo veículo, a decolagem ocorreu normalmente às 16h30. Durante o voo, porém, foi detectado um problema que provocou a mudança de rota. Diante do desvio, a FAB acionou o Sistema de Terminação de Voo. O mecanismo é utilizado quando um veículo apresenta risco por deixar a trajetória previamente planejada, permitindo que o voo seja encerrado para preservar a segurança. A causa exata da alteração de direção ainda não foi divulgada. A Innospace informou que continua analisando os dados coletados durante o início da missão para identificar o que provocou a anomalia apresentada pelo foguete. Após o encerramento do voo, o foguete caiu dentro de uma área marítima de segurança que já havia sido delimitada ao largo da costa brasileira. Não houve registro de feridos nem de danos a propriedades. O lançamento do SEBIT foi realizado em parceria com a Alada, empresa estatal brasileira voltada ao investimento comercial na infraestrutura aeroespacial do país. O veículo utilizado no teste é um foguete de estágio único equipado com um motor híbrido da classe de três toneladas. Apesar da falha na missão, a Innospace afirmou que foi possível obter dados considerados importantes sobre diferentes sistemas envolvidos no voo. Entre eles estão a plataforma de lançamento, o sistema de propulsão e os sistemas de orientação, navegação e controle. A empresa sul-coreana lamentou o resultado do teste e informou que os dados coletados serão analisados para compreender a ocorrência e avaliar os sistemas utilizados durante a missão.
- Ataque em escola de Fagersta mobiliza grande operação policial na Suécia
Ilustração Um ataque ocorrido nesta sexta-feira (21) deixou várias pessoas feridas na escola de ensino médio Brinell, em Fagersta, no centro da Suécia. Segundo as autoridades locais, uma pessoa armada com uma espada entrou na instituição e atacou pessoas que estavam no local. O suspeito foi detido pela polícia. O alerta foi recebido pela polícia por volta das 14h06, no horário local. Equipes de emergência foram mobilizadas rapidamente para a escola, que atende cerca de 450 estudantes com idades entre 16 e 20 anos. As autoridades informaram que várias pessoas ficaram feridas, mas, até o momento, não divulgaram oficialmente o número exato de vítimas nem a gravidade dos ferimentos. A identidade das pessoas atingidas também não foi divulgada. O suspeito foi detido no local e permanece sob custódia policial. Há relatos de que ele teria sido atingido por disparos durante a intervenção, mas essa informação ainda não foi confirmada oficialmente pelas autoridades. Após o ataque, outras escolas e prédios públicos de Fagersta foram colocados em confinamento como medida de segurança. A polícia informou posteriormente que não havia mais ameaça à população. A ocorrência aconteceu pouco depois da reabertura da escola após as férias de verão. Para alguns estudantes, inclusive, era o primeiro dia no ensino médio. O episódio provocou uma grande mobilização das forças de segurança e dos serviços de emergência. O primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, classificou o episódio como um incidente grave e afirmou que as autoridades estavam trabalhando intensamente para esclarecer o que aconteceu. O ministro da Justiça, Gunnar Strömmer, também informou que o governo acompanha diretamente a atuação da polícia.
- Ex-vendedor de carros é reconhecido como filho do príncipe Laurent e se torna príncipe da Bélgica
Foto: Clément Vandenkerckhove/Instagram Clément Vandenkerckhove, de 26 anos, trabalhava como vendedor de carros quando sua vida passou por uma mudança inesperada: ele foi legalmente reconhecido como filho do príncipe Laurent da Bélgica e passou a integrar oficialmente a família do membro da realeza. Clément é fruto de um relacionamento entre Laurent e a cantora belga Wendy Van Wanten, nome artístico de Iris Vandenkerckhove. A relação aconteceu antes do casamento do príncipe com a princesa Claire, em 2003. O reconhecimento ocorreu de forma discreta durante uma cerimônia em uma prefeitura, realizada cerca de seis meses antes de o caso se tornar público. A confirmação da paternidade foi resultado de um teste de DNA, que apontou 99,5% de correspondência. Clément já sabia havia alguns anos que Laurent poderia ser seu pai, mas a história só começou a ser esclarecida depois de uma série de encontros entre os dois. Segundo o relato do jovem, ele encontrou Laurent por acaso em um shopping, em 2013, sem saber quem o homem era. Mais tarde, quando tinha 16 anos, sua mãe revelou a identidade de seu pai. Quatro anos depois, Clément decidiu entrar em contato com o príncipe e, após conversas e encontros, Laurent sugeriu que os dois realizassem o exame de DNA. Com o reconhecimento legal, Clément passou formalmente a ter o título de príncipe. Apesar disso, ele não fará parte da linha de sucessão ao trono belga, não deverá participar de eventos públicos da realeza e não receberá uma dotação da Casa Real. O jovem afirmou ainda que não decidiu se adotará o sobrenome Saxe-Coburgo, ligado à família real. Clément declarou ter orgulho do sobrenome Vandenkerckhove, herdado da mãe, e disse que a mudança de nome continua sendo uma decisão em aberto. O caso também remete a outro episódio envolvendo a família real belga. O ex-rei Alberto II, pai do príncipe Laurent, reconheceu em 2020 Delphine Boël como sua filha após uma longa disputa judicial relacionada à paternidade. Posteriormente, ela passou a ter o direito de usar o título de princesa e o sobrenome Saxe-Coburgo.
- Azeite da Mantiqueira chega à final do Prêmio CNA Brasil Artesanal
Reprodução Um azeite produzido na Serra da Mantiqueira está entre os finalistas do Prêmio CNA Brasil Artesanal 2026 – Azeite de Oliva, uma das principais premiações voltadas à valorização da produção artesanal brasileira. O Azeite Alto das Oliveiras, de Delfim Moreira, no Sul de Minas, conquistou uma vaga entre os cinco melhores da categoria Monovarietal, destinada a produtos elaborados a partir de uma única variedade de azeitona. Produzido com a variedade italiana Grapollo, o azeite foi selecionado entre diversas amostras de todo o país. A avaliação foi realizada por especialistas do setor, que analisaram critérios como aroma, amargor, picância, complexidade e identidade regional dos produtos inscritos. A conquista é resultado do trabalho desenvolvido por produtores atendidos pelo programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) Olivicultura. O primeiro grupo voltado à atividade em Minas Gerais foi criado em janeiro de 2025 e reúne cerca de 30 produtores da Serra da Mantiqueira. Entre eles está José Martins, responsável pelo azeite finalista. Em uma propriedade de apenas três hectares, José Martins produz cerca de 1.500 quilos de azeitonas por ano, volume que resulta em aproximadamente 150 litros de azeite. Certificado como produtor orgânico e biodinâmico, ele decidiu participar da premiação após incentivo do técnico de campo do ATeG. “O Prêmio CNA, mais do que dar visibilidade ao meu produto, representa visibilidade para os azeites brasileiros, que hoje apresentam altíssima qualidade. O consumidor está aprendendo a reconhecer e valorizar azeites de excelência”, afirma. Segundo o técnico de campo do ATeG, Daniel F. Miranda, que atua há mais de uma década na olivicultura, o acompanhamento técnico tem contribuído para a adoção de práticas mais eficientes de manejo, melhorando o desempenho das propriedades. “Nosso trabalho foi mostrar a importância do manejo adequado para a cultura. Mas, na olivicultura, o clima continua sendo um fator decisivo para o sucesso da safra”, explica. De acordo com o técnico, as oliveiras necessitam de pelo menos 400 horas de frio, com temperaturas inferiores a 12°C e baixa amplitude térmica, para garantir bom desenvolvimento e produtividade. Produção em expansão Os resultados obtidos pelos produtores atendidos pelo ATeG demonstram a evolução da atividade em Minas Gerais. Na safra de 2026, o grupo colheu mais de 74 toneladas de azeitonas em uma área de 46 hectares. O desempenho representa uma recuperação expressiva em relação à safra anterior. Em 2025, as condições climáticas desfavoráveis limitaram a produção a apenas duas toneladas em 16 hectares. O crescimento também se reflete nos números estaduais. Segundo estimativas da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a produção mineira de azeite deverá atingir aproximadamente 300 mil litros em 2026, estabelecendo um novo recorde. O volume representa uma forte recuperação em comparação aos 50 mil litros produzidos em 2025 e supera em 100% o recorde anterior, registrado em 2024, quando a produção alcançou 150 mil litros. Reconhecimento à produção artesanal Promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Prêmio CNA Brasil Artesanal reconhece produtores que se destacam pela excelência, autenticidade e qualidade de seus produtos. Além da avaliação técnica e sensorial realizada por especialistas e júri popular, a premiação considera aspectos como a história da produção, a identidade regional e o terroir dos azeites, valorizando o trabalho desenvolvido pelos produtores rurais brasileiros.
- Correios abrem novo programa de demissão voluntária após primeira fase ter baixa adesão
Divulgação/Correios Os Correios abriram um novo programa de desligamento voluntário após a primeira etapa da iniciativa registrar adesão abaixo do esperado. O novo período de inscrições foi aberto nesta quinta-feira (20), e os empregados poderão aderir ao plano até 30 de setembro. Chamado de PDV-E, sigla para Plano de Desligamento Voluntário Específico, o programa oferece incentivos e aposentadoria aos funcionários que optarem pelo desligamento da estatal. A medida faz parte do processo de reestruturação da empresa. Na tentativa de reduzir os déficits, os Correios trabalham com a meta de alcançar 10 mil desligamentos em 2026 e outros 5 mil em 2027. A primeira fase do programa, no entanto, ficou distante do resultado inicialmente esperado. O plano anterior foi apresentado no fim de 2025 e, diante da baixa procura, teve o prazo de adesão estendido até abril de 2026. Mesmo com a ampliação do período, apenas 3.181 empregados solicitaram o desligamento voluntário. O número correspondeu a cerca de 31% do público-alvo previsto pelos Correios. Como consequência, a estatal passou a projetar uma economia equivalente a aproximadamente 40% do valor estimado inicialmente com o programa de demissão voluntária. Segundo os Correios, a nova etapa foi criada para atender às adequações e às particularidades relacionadas ao processo de reestruturação da empresa. A estatal confirmou, em nota, que as informações sobre o PDV-E já foram divulgadas internamente aos empregados. O novo programa representa mais uma tentativa dos Correios de reduzir despesas e avançar nas metas estabelecidas no plano de reestruturação, após a primeira iniciativa de desligamento voluntário registrar uma adesão bem abaixo do esperado.
- Advogado é preso suspeito de agredir filha de 6 anos dentro de elevador na Zona Norte de SP
Imagem ilustrativa Um advogado de 44 anos foi preso em flagrante na noite de quinta-feira (20), suspeito de agredir a própria filha, de 6 anos, dentro do elevador do condomínio onde mora, no bairro do Limão, na Zona Norte de São Paulo. As agressões foram registradas pelas câmeras de segurança do prédio. Segundo o boletim de ocorrência, vizinhos ouviram uma discussão e acionaram a Polícia Militar. Os agentes chegaram ao endereço por volta das 18h40 e tiveram acesso às imagens que registraram a agressão contra a criança. A esposa do homem afirmou na delegacia que ele passa por um período de depressão e consumo de álcool. De acordo com o relato da mãe, a menina havia ficado sob os cuidados do pai enquanto ela trabalhava. Por volta das 14h, a mulher entrou em contato com os dois e disse não ter percebido nenhuma situação anormal. Quando voltou para casa, por volta das 18h20, ela afirmou ter ouvido uma discussão entre o marido e a filha assim que a porta do elevador se abriu. Segundo o depoimento, o homem xingava a criança. A mãe entrou no apartamento e questionou o marido. Durante a discussão entre os dois, eles se empurraram, e ela levou a filha para outro cômodo para evitar que a menina continuasse presenciando a briga. A síndica acionou a Polícia Militar, e a mãe e a criança foram para o apartamento dela enquanto o homem permaneceu dentro do imóvel. Quando os policiais chegaram, o advogado estava trancado em um dos cômodos e se recusou a sair. Mesmo após o arrombamento da porta, ele continuou dentro do apartamento, e foram necessárias cerca de duas horas de negociação até que aceitasse deixar o local. Segundo os policiais, o apartamento estava revirado, com diversos objetos espalhados. Inicialmente, o homem permaneceu em silêncio e se recusou a prestar declarações. Depois, afirmou que a filha estava sob seus cuidados naquele dia e que ficou desesperado após não conseguir encontrá-la em determinado momento no condomínio. Questionado sobre as imagens, ele disse que poderia ter sido "um pouco ríspido" com a filha, mas afirmou não se lembrar de ter dado tapas ou puxado o cabelo da criança. Também declarou ter consumido bebida alcoólica naquele dia e não se recordar integralmente do que havia acontecido. Sobre a discussão com a esposa, negou agressão física. A menina foi atendida e, segundo a polícia, não apresentava lesões. A mãe também informou que não tinha ferimentos aparentes. À polícia, a mulher afirmou que aquela teria sido a primeira vez que o marido agrediu a filha. Segundo a delegada responsável pelo caso, não havia registros anteriores de passagem do homem pela polícia. Após analisar os relatos e as imagens das câmeras de segurança, a autoridade policial decretou a prisão em flagrante do advogado pela suspeita de maus-tratos. A criança não foi levada à delegacia por decisão da mãe, que preferiu evitar um novo deslocamento e uma nova exposição após o episódio. O homem foi encaminhado para exame de corpo de delito. Por ser advogado, a Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil foi comunicada sobre a prisão, conforme prevê o Estatuto da Advocacia. O caso continua sob investigação.
- Cemig é condenada a indenizar agroindústria após morte de mais de 7,7 mil aves em Minas Gerais
Divulgação/Mais de 7,7 mil aves morreram após interrupções no fornecimento de energia em uma agroindústria de Sete Lagoas. O TJMG reconheceu a responsabilidade da Cemig e considerou laudos do IMA e do Mapa como prova qualificada para comprovar os danos. O valor da indenização ainda será calculado. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) reconheceu a responsabilidade da Cemig Distribuição S.A. pelos prejuízos causados a uma empresa agroindustrial após interrupções no fornecimento de energia elétrica provocarem a morte de milhares de aves em galpões climatizados, em Sete Lagoas, na região Central de Minas Gerais. A decisão foi tomada pelo Núcleo de Justiça 4.0 – Cooperação em 2ª Instância e reformou parcialmente o entendimento da primeira instância. Os desembargadores consideraram que laudos emitidos pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) constituíam uma “prova qualificada” dos prejuízos. Interrupções provocaram morte das aves O processo envolve falhas no fornecimento de energia registradas em janeiro, março e outubro de 2015. Segundo a empresa, as interrupções impediram o funcionamento dos sistemas responsáveis pelo controle de temperatura e umidade dos galpões. Com a perda da climatização, as aves teriam sofrido estresse calórico, resultando na morte de mais de 7,7 mil animais em diferentes estágios de desenvolvimento. A empresa havia pedido inicialmente o ressarcimento de R$ 74.787,21, referente às aves perdidas e aos gastos com ração utilizada até a morte dos animais. A Cemig, por sua vez, argumentou que as interrupções ocorreram em caráter emergencial e teriam sido provocadas por fenômenos naturais e descargas atmosféricas. A companhia também alegou que a agroindústria deveria contar com geradores próprios e questionou a validade dos laudos apresentados no processo. TJMG considera laudos oficiais suficientes Na primeira decisão, a Justiça de Sete Lagoas reconheceu o dever de indenizar apenas em relação à interrupção ocorrida em outubro de 2015. Para os episódios de janeiro e março, o entendimento foi de que não havia documentação suficiente para comprovar os prejuízos. A agroindústria recorreu ao TJMG e argumentou que os documentos elaborados pelo IMA e pelo Mapa eram documentos públicos, com presunção de veracidade, capazes de comprovar os danos. Ao analisar o recurso, o colegiado reformou a sentença e reconheceu a responsabilidade da Cemig pelos três episódios. O relator, juiz convocado Paulo Tristão Machado Júnior, afirmou que os laudos dos órgãos públicos constituíam “prova qualificada”. Os desembargadores Renato Dresch e Wilson Benevides acompanharam o voto. Segundo o colegiado, os documentos descreviam de forma fidedigna o plantel, o estágio de desenvolvimento das aves e a quantidade de animais mortos, não sendo necessária a apresentação individualizada de notas fiscais de cada insumo utilizado. O valor definitivo da indenização ainda será calculado na fase de liquidação da sentença, considerando critérios técnicos, entre eles o preço de mercado do quilograma do frango vivo nas datas em que ocorreram os prejuízos. Fonte: TJMG
- Bebê que ainda estava no ventre da mãe quando pai morreu em acidente de trabalho será indenizada em R$ 250 mil em Minas
Divulgação/Uma decisão da Justiça do Trabalho de Minas Gerais determinou o pagamento de R$ 250 mil à filha de um trabalhador que morreu em um acidente com trator quando ela ainda estava no ventre da mãe. A empresa também deverá indenizar a companheira em R$ 150 mil e pagar pensão mensal às duas. A Justiça do Trabalho de Minas Gerais condenou uma empresa a indenizar a filha de um trabalhador que morreu em um acidente com trator antes mesmo de seu nascimento. O acidente aconteceu em dezembro de 2024, em uma fazenda de cana-de-açúcar no Vale do Mucuri, no Nordeste de Minas Gerais. A decisão da Vara do Trabalho de Nanuque reconheceu que o trabalhador estava operando um trator sem treinamento adequado e em condições consideradas inseguras. A empresa deverá pagar R$ 250 mil por danos morais à filha e R$ 150 mil à companheira do trabalhador, além de pensão mensal às duas. Cada beneficiária receberá R$ 619,50 por mês, com 13 parcelas anuais. Para a filha, o pagamento deverá ocorrer até que ela complete 21 anos. Já a companheira receberá a pensão até a idade em que o trabalhador completaria 75,6 anos. Trabalhador exercia função diferente da contratada Segundo o processo, o trabalhador havia sido contratado para atuar como motorista de caminhão-pipa, mas passou a operar um trator utilizado nas atividades rurais da fazenda. A sentença aponta que ele não havia recebido treinamento adequado para conduzir a máquina e que a empresa permitia que funcionários fossem preparados informalmente para atuar como tratoristas. Testemunhas também relataram que os tratores apresentavam problemas frequentes nos freios. Um técnico de segurança do trabalho afirmou que havia recomendado a paralisação de equipamentos para manutenção, mas a orientação não teria sido cumprida. A empresa não contestou a ocorrência do acidente, mas alegou que a responsabilidade seria exclusivamente do trabalhador. Segundo a defesa, ele teria pedido autorização por conta própria para operar o trator, sem consentimento formal da empregadora. Justiça reconheceu negligência da empresa Ao analisar as provas, o juiz titular da Vara do Trabalho de Nanuque, Nelson Henrique Rezende Pereira, concluiu que a empresa falhou na adoção de medidas necessárias para garantir a segurança do empregado. Para o magistrado, houve falha no treinamento e na fiscalização das atividades, além da permissão para que o trabalhador operasse um equipamento sem a preparação adequada. “Não há nos autos evidência de culpa exclusiva ou mesmo concorrente do trabalhador para a ocorrência do acidente, tampouco de que ele era imprudente, negligente ou que descumpria orientações na execução de suas atividades”, ressaltou o juiz. Filha estava no ventre da mãe quando o pai morreu Na decisão, o magistrado considerou também os impactos da morte sobre a companheira e a filha do trabalhador. A criança ainda estava no ventre da mãe quando o acidente aconteceu e, consequentemente, foi privada do convívio com o pai desde o nascimento. A sentença também considerou as dificuldades relacionadas ao reconhecimento da paternidade e a ausência inicial do nome do pai no registro civil da menina. Para a companheira, a decisão considerou a perda do suporte emocional e financeiro proporcionado pelo trabalhador durante a gestação e posteriormente na criação da filha. Pensão mensal Além da indenização por danos morais, a Justiça reconheceu o direito das duas beneficiárias ao pagamento de pensão mensal por danos materiais. O cálculo considerou 70% do salário que o trabalhador recebia, percentual entendido como correspondente à parcela da renda destinada ao sustento da família. O valor foi dividido igualmente entre a companheira e a filha. Com a decisão, a empresa deverá cumprir tanto as obrigações relacionadas às indenizações por danos morais quanto o pagamento da pensão nos períodos estabelecidos pela Justiça. Fonte: TRT
- Porta-aviões USS George Washington deixa o Japão e reforça presença dos EUA no Oriente Médio
Divulgação/Marinha dos Estados Unidos O envio do porta-aviões USS George Washington ao Oriente Médio representa um importante sinal estratégico dos Estados Unidos, segundo o contra-almirante reformado da Marinha americana Andrew Loiselle. A embarcação, normalmente baseada no Japão, chegou à região para substituir o USS Abraham Lincoln. Para Loiselle, a retirada do George Washington de sua área habitual de atuação demonstra que sua nova missão tem grande importância. O porta-aviões mantém uma base fixa no Japão como parte da estratégia de dissuasão dos Estados Unidos em relação à China. Segundo o contra-almirante, sempre que Washington decide deslocar o navio daquela região, transmite uma mensagem deliberada aos países do Pacífico de que outra prioridade passou a ser considerada mais importante. Para ele, a decisão representa um sinal estratégico claro. Com a transferência do George Washington para o Oriente Médio, os Estados Unidos ficam sem um porta-aviões no Pacífico. A mudança ocorre enquanto o USS Abraham Lincoln inicia sua viagem de volta para casa após uma missão prolongada no mar durante o conflito com o Irã. Familiares de militares que estavam a bordo do Abraham Lincoln manifestaram preocupação com a saúde mental da tripulação e com as condições enfrentadas no porta-aviões. Uma autoridade americana informou anteriormente que a substituição da embarcação já estava prevista. O USS George Washington chegou ao Oriente Médio na quarta-feira (19), e a presença do grupo de ataque do porta-aviões na área foi confirmada pelas Forças Armadas dos Estados Unidos no dia seguinte. Segundo o Comando Central dos EUA, o navio passou a operar na região durante uma missão programada após entrar na área de responsabilidade do CENTCOM. A troca ocorre em meio às dificuldades enfrentadas pelo USS Abraham Lincoln. No início deste mês, um marinheiro do navio caiu no mar, segundo informações de três autoridades americanas, episódio que aumentou as preocupações relacionadas às condições de vida e ao bem-estar emocional da tripulação durante a missão, descrita como a mais longa da história da embarcação.
- Varginha recebe Dia D da Campanha de Multivacinação neste sábado
Divulgação/O Vacimóvel estará na Praça Getúlio Vargas, das 9h às 15h O sábado (22/8) será marcado pelo Dia D da Campanha de Multivacinação em Varginha, com atendimento voltado a crianças e adolescentes menores de 15 anos. A ação tem como objetivo atualizar a caderneta de vacinação e ampliar a proteção contra doenças. A campanha contará com atendimento nas unidades de vacinação do município, das 8h às 16h30. A orientação é que os responsáveis levem as crianças e adolescentes para que a equipe de saúde possa verificar a situação vacinal e identificar possíveis doses em atraso. Além das unidades, o Vacimóvel estará na Praça Getúlio Vargas, das 9h às 15h, como mais uma alternativa para a população participar da campanha. A ação também terá a participação do Zé Gotinha e do ET de Varginha, que foram apresentados como personagens da mobilização para incentivar as famílias a manterem a vacinação em dia. Serviço 📅 Data: sábado, 22 de agosto💉 Público: crianças e adolescentes menores de 15 anos📍 Unidades de vacinação: das 8h às 16h30🚐 Vacimóvel: Praça Getúlio Vargas, das 9h às 15h Sugestão de legenda:💉👽 Zé Gotinha e o ET de Varginha têm um convite especial! Neste sábado (22), acontece o Dia D da Campanha de Multivacinação. Crianças e adolescentes menores de 15 anos devem participar para conferir e atualizar a caderneta. O Vacimóvel estará na Praça Getúlio Vargas, das 9h às 15h. Fonte: PMV
- PF combate extração ilegal de minérios e apreende maquinários em operação no Vale do Aço
Divulgação/As apurações continuam com o objetivo de dimensionar os possíveis danos ambientais provocados pela exploração e identificar todos os envolvidos A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (20/8), uma operação para combater a extração ilegal de recursos minerais e a possível usurpação de bens pertencentes à União na região do Vale do Aço, em Minas Gerais. A ação cumpriu três mandados de busca e apreensão nos municípios de Timóteo e Jaguaraçu. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Criminal de Montes Claros e tiveram como objetivo reunir provas relacionadas às atividades de exploração mineral realizadas sem autorização legal. Durante o cumprimento dos mandados, os agentes apreenderam diversos equipamentos que, segundo as investigações, seriam utilizados na exploração irregular de recursos minerais. Entre os materiais recolhidos estão dragas, balsas, tratores, caminhões, pás carregadeiras e escavadeiras, além de documentos e outros elementos que poderão auxiliar no andamento da apuração. A investigação busca esclarecer a atuação dos envolvidos na extração de minerais e na retirada de matéria-prima pertencente à União sem a devida autorização. A Polícia Federal também apura a possível ocorrência de outros crimes relacionados à atividade. Com a apreensão dos equipamentos e documentos, os investigadores deverão analisar o material para identificar a extensão da atividade, o volume de recursos minerais que teria sido retirado de forma irregular e os responsáveis pela operação. As apurações continuam com o objetivo de dimensionar os possíveis danos ambientais provocados pela exploração e identificar todos os envolvidos e eventuais beneficiários da atividade ilegal. Fonte: PF


























