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  • Azul conclui oferta de ações de R$ 4,987 bi e aprova aumento de capital social

    Reprodução A Azul S.A. (AZUL53) anunciou ao mercado nesta quinta-feira (19) a conclusão de sua oferta pública primária de ações ordinárias, que totalizou R$ 4,987 045 576,68 bilhões, e informou ainda que seu conselho de administração aprovou e homologou o correspondente aumento do capital social da companhia, conforme comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e divulgado em fato relevante. No âmbito dessa operação, foram emitidas 45.477.707.683.900 novas ações ordinárias ao preço unitário de R$ 0,000109656646388772000, dentro dos limites do capital autorizado no estatuto da Azul, sem ocorrência de distribuição parcial dos papéis ofertados. Com isso, o novo capital social da empresa passou a ser de R$ 21.756.852.177,39, distribuído em 54.730.851.778.811 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal, já refletindo os efeitos do grupamento de ações aprovado em assembleia geral extraordinária em 12 de fevereiro de 2026, na proporção de 75 ações antigas para 1 ação atual. A oferta pública faz parte da estratégia de reestruturação financeira da Azul no âmbito do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos, sob o Capítulo 11 do United States Bankruptcy Code, com o objetivo de captar recursos que reforcem a estrutura de capital da companhia e possibilitem a capitalização de créditos ligados ao financiamento Dip (Debtor in Possession) obtido neste processo. Além da emissão de ações, a companhia firmou compromissos de investimento que podem somar até US$ 300 milhões (cerca de R$ 1,57 bilhão), com aportes de US$ 100 milhões cada da United Airlines e da American Airlines, e outros US$ 100 milhões de determinados credores no contexto da oferta pública de ações e do plano de reestruturação — compromissos esses que visam fortalecer ainda mais a base de capital da Azul em sua saída do Chapter 11. A conclusão dessa captação bilionária por meio da oferta e o consequente aumento de capital social são vistos como etapas importantes no processo de reorganização da Azul, que busca reforçar seu caixa, alongar compromissos financeiros e recuperar previsibilidade operacional em um cenário desafiador para o setor aéreo.

  • Baleias são vistas próximas à costa na Praia Grande de Arraial do Cabo

    Reprodução Na Praia Grande, em Arraial do Cabo (RJ), visitantes registraram a presença de baleias próximas à costa na manhã de 19 de fevereiro de 2026, um fenômeno que chamou a atenção de banhistas e moradores da região, segundo imagens e vídeos compartilhados nas redes sociais. As gravações mostram os grandes mamíferos marinhos nadando relativamente perto da faixa de areia, o que surpreendeu quem estava no local e documentou o momento em tempo real. As filmagens compartilhadas mostram pelo menos um animal de grande porte deslocando-se em águas rasas, o que é incomum, mas possível durante períodos de migração ou busca por alimento em regiões costeiras. Esse tipo de avistamento costuma ocorrer em áreas do litoral brasileiro onde baleias migratórias — como a baleia-jubarte, por exemplo — passam em determinadas épocas do ano a caminho de locais de reprodução e amamentação, principalmente entre os meses de inverno e primavera no hemisfério sul. Moradores e turistas presentes na praia comentaram nas filmagens a proximidade dos animais com a costa e a surpresa gerada entre os banhistas, que pararam para observar o comportamento dos cetáceos e registrar as imagens. As baleias vistas nas gravações permaneceram no mar, sem encalhar ou apresentar sinais visíveis de estresse, até o momento em que os vídeos foram compartilhados. Especialistas em vida marinha destacam que o litoral da Região dos Lagos fluminense, incluindo Arraial do Cabo, é um ponto conhecido por observação de cetáceos durante períodos específicos do ano devido às características oceanográficas da área e à abundância de alimentos que atraem esses grandes mamíferos marinhos. O avistamento foi amplamente compartilhado em redes sociais e em plataformas de vídeo, gerando repercussão entre internautas e turistas que acompanham a movimentação de baleias ao longo da costa brasileira, e reforçando o interesse por esse tipo de fenômeno natural nas praias do estado do Rio de Janeiro.

  • Especialistas e empresas destacam papel crescente da inteligência artificial na indústria criativa

    Reprodução A indústria criativa — abrangendo setores como mídia, conteúdo audiovisual, design, publicidade e artes — está passando por uma transformação impulsionada pela inteligência artificial (IA), que tem ampliado sua participação na produção de conteúdo, alterado rotinas profissionais e levantado debates sobre seu impacto econômico e social. Especialistas ouvidos por fontes internacionais destacam que, ao mesmo tempo em que a IA tem potencial para aumentar produtividade, reduzir custos e democratizar o acesso a ferramentas criativas, ela também traz desafios estruturais para trabalhadores e modelos de negócio tradicionais. Um relatório recente da UNESCO, por exemplo, aponta que a adoção acelerada de IA generativa no setor cultural e criativo pode repercutir em redução de receitas de até 24% para criadores de música e cerca de 21% para profissionais do audiovisual até 2028, um reflexo da transformação digital nos mercados globais e da entrada massiva de conteúdos gerados por IA. Ao mesmo tempo, empresas de tecnologia e gigantes do setor digital afirmam que a inteligência artificial não só melhora a eficiência operacional, como também cria novas formas de produção e distribuição de conteúdo. Em iniciativas no Brasil e no mundo, o uso de IA tem sido associado a novos produtos criativos, automação de fluxos de trabalho e auxílio em processos conceituais e técnicos de desenvolvimento de ideias e peças de mídia, com impacto positivo em métricas como produtividade e personalização de experiências. No Brasil, esse movimento tecnológico também tem repercussão no debate em níveis governamentais e empresariais. Autoridades brasileiras têm defendido a discussão sobre regulamentação e governança da IA em fóruns internacionais, afirmando a necessidade de garantir que a tecnologia fortaleça aspectos como democracia, coesão social e proteção de direitos, sem concentrar poder tecnológico nas mãos de poucos atores globais — um tema que tem sido tratado por representantes do país em eventos como a Cúpula sobre o Impacto da Inteligência Artificial na Índia. O fenômeno também já aparece em casos práticos de mídia e cultura no Brasil, com criações de personagens e programas gerados inteiramente por IA que viralizaram nas redes sociais, abrindo debates sobre autoria, direitos autorais e o papel de artistas humanos em um cenário de produção automatizada. Essas experiências demonstram tanto as oportunidades criativas quanto as questões legais e éticas emergentes com o uso crescente de tecnologia no processo artístico. Analistas e organizações do setor ressaltam que a adoção de IA pode resultar em novos modelos de trabalho e demanda por habilidades especializadas, à medida que a tecnologia passa a integrar funções criativas e gerenciais nas empresas. Ao mesmo tempo, existe a necessidade de políticas públicas e estratégias empresariais que considerem proteção de renda, direitos de propriedade intelectual e capacitação profissional para que trabalhadores da indústria criativa se adaptem às mudanças provocadas pela automação e inovação digital. Nesse contexto, a indústria criativa se encontra em um ponto de inflexão: a inteligência artificial representa tanto um motor de inovação e expansão de oportunidades quanto um desafio para modelos tradicionais de negócio e para a manutenção de empregos e rendas em setores criativos estabelecidos.

  • Área de baixa pressão provoca pancadas de verão em várias regiões do estado

    Divulgação Quinta-feira será marcada por pancadas de verão e risco de chuvas intensas em Minas Gerais. A quinta-feira (19/02) será típica de verão em Minas Gerais, com previsão de pancadas de chuva e trovoadas em diversas regiões do estado. Uma área de baixa pressão atmosférica se forma no litoral da Região Sudeste, favorecendo a manutenção de instabilidades, inicialmente sobre o Oeste e o Centro-Sul mineiro. A tendência é que, com a persistência do sistema nos próximos dias, as instabilidades avancem para outras regiões de Minas. As condições atmosféricas são favoráveis à ocorrência de chuvas intensas, com volumes entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros ao longo do dia. Também há previsão de rajadas de vento ocasionais entre 40 e 60 km/h. As regiões com maior atenção para esta quinta-feira são o Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Oeste, Sul/Sudoeste, Campos das Vertentes, Zona da Mata, Metropolitana e Central Mineira. Fonte: Inmet

  • Mendonça afirma que Polícia Federal terá “carta branca” para investigar o caso Master no STF

    Reprodução O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou a interlocutores em declarações confirmadas por seu gabinete à CNN Brasil que a Polícia Federal (PF) terá “carta branca” para conduzir as investigações relacionadas ao chamado caso Master, um inquérito que apura fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Mendonça, que se tornou o novo relator do caso no STF após o ministro Dias Toffoli deixar a função — decisão tomada em reunião entre os ministros da Corte — disse considerar o caso “o mais relevante de sua carreira” e afirmou que isso o leva a conduzi-lo com “extrema correção”. A declaração sobre a autonomia da PF foi interpretada por membros do meio jurídico como uma sinalização de plena liberdade de atuação para a corporação, sobretudo após embates entre a própria Polícia Federal e o agora ex-relator Toffoli. Enquanto Toffoli havia, em decisões anteriores, impedido a análise de materiais apreendidos por peritos da PF, mantendo-os sob custódia de seu gabinete, Mendonça sinaliza uma postura diferente ao indicar suporte institucional e ausência de limitações. Fontes e relatos de bastidores apontam que o posicionamento também contrasta com críticas de outros integrantes da Corte quanto à atuação da PF, incluindo manifestações de ministros sobre os limites da atuação investigativa quando envolvem autoridades com prerrogativa de foro. O caso Master teve como marco de investigação a Operação Compliance Zero, deflagrada pela PF em novembro de 2025 para apurar suspeitas de concessão de créditos falsos, incluindo a tentativa de compra do Banco de Brasília (BRB) pelo Banco Master. Essas apurações envolveram a prisão do controlador do banco, Daniel Vorcaro, e de outras pessoas, bem como a apreensão de equipamentos e materiais que seguiram para análise. Mendonça assumiu a relatoria após a PF informar ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, que havia encontrado menções ao nome de Toffoli no telefone de Vorcaro — situação que motivou a saída do então relator do caso. Poucos dias antes de se comprometer com a autonomia da PF, Mendonça reuniu-se com integrantes da corporação em Brasília para tomar conhecimento das investigações e definir procedimentos para as próximas etapas da apuração, em um encontro que segundo relatos durou cerca de duas horas. No contexto da relatoria, Mendonça também aguarda o envio de um relatório detalhado da PF sobre a investigação, que deve subsidiar suas primeiras decisões no caso — um passo visto como essencial antes da revisão de ordens anteriores e da definição de novas diretrizes de procedimento. O avanço da investigação do caso Master e a postura do novo relator ocorrem em um momento de atenção política e judicial no Brasil, dado o impacto e a repercussão envolvendo autoridades, instituições financeiras e os próprios mecanismos de controle e investigação independentes, como a Polícia Federal.

  • SEMEL reforça manutenção em estádios e praças durante o Carnaval

    Divulgação SEMEL realiza manutenção nos gramados dos estádios Melão e Sete de Setembro em Varginha. A Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Semel) promoveu, na última quarta-feira (18), serviços de manutenção nos gramados dos estádios Melão e Sete de Setembro, além de praças públicas que contam com academias ao ar livre, em Varginha. A ação faz parte do cronograma permanente de conservação dos espaços esportivos do município. Os trabalhos foram concentrados no tratamento dos gramados, com foco em oferecer melhores condições para a prática esportiva e para o uso da comunidade. “A manutenção contribui para a preservação dos espaços e para a segurança de atletas e frequentadores”, ressaltou o secretário da Semel, Milton Tavares Junior. A iniciativa reforça o compromisso da administração municipal com a conservação das áreas públicas destinadas ao esporte e lazer, garantindo que os locais permaneçam adequados para treinamentos, atividades físicas e momentos de convivência. O prefeito Leonardo Ciacci destacou a importância do trabalho: “cuidar dos nossos campos e praças é investir diretamente na qualidade de vida do varginhense. Estamos trabalhando para manter os espaços esportivos sempre bem conservados e prontos para receber a população”. Os serviços foram concluídos durante o período de Carnaval. Fonte: PMV

  • The Economist diz que economia brasileira está “sufocada” por penduricalhos e entraves fiscais

    Reprodução A revista britânica The Economist publicou um artigo crítico sobre a situação fiscal e econômica do Brasil, afirmando que o país vive um momento em que sua economia estaria sendo “sufocada por interesses arraigados”, em meio a um conjunto de penduricalhos que limitam o potencial de crescimento e pressionam as contas públicas. Segundo a reportagem, para que o Brasil alcance seu potencial econômico, os parlamentares eleitos precisam “encontrar a coragem de enfrentar os interesses arraigados” que, na visão da publicação, travam reformas estruturais essenciais. A publicação observa que a dívida pública bruta do Brasil deve atingir 99% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2030, uma cifra significativamente maior do que os 62% registrados em 2010, conforme projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI). A revista destaca que, apesar de o país ainda não estar em uma situação de “UTI fiscal”, como disse o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, o cenário fiscal está em processo de degradação e pode se tornar insustentável caso não sejam tomadas medidas de ajuste. Um dos pontos centrais da crítica da The Economist são os “penduricalhos” que, segundo o texto, sufocam a economia. Entre eles, a revista cita pensões elevadas e um código tributário extremamente complexo como obstáculos significativos ao crescimento econômico. A publicação salienta que, embora a reforma tributária possa impulsionar o PIB, a rigidez de partes do sistema de gastos públicos limita o espaço fiscal. A análise destaca que os gastos com programas de assistência social podem servir, em parte, como uma espécie de “cortina de fumaça” que oculta a capacidade de grupos poderosos de extrair benefícios do Estado, dificultando a adoção de reformas mais profundas necessárias para a sustentabilidade das contas públicas. A reportagem também ressalta a discrepância entre o tamanho da população economicamente ativa no setor privado — cerca de 40 milhões de pessoas — e o número de 13 milhões de funcionários públicos, embora as despesas com previdência de ambos os sistemas sejam praticamente equivalentes. A revista aponta ainda que o Judiciário brasileiro é o segundo mais caro do mundo, representando 1,3% do PIB, e que decisões judiciais que determinam pagamentos de pensões e benefícios sociais custam ao governo federal anualmente o equivalente a cerca de 2,5% do PIB. Outro elemento mencionado é o sistema de aposentadorias dos militares, que, na média, se aposentam aos 55 anos com aposentadoria integral, um ponto que, segundo a The Economist, representa uma distorção que precisa ser abordada caso o país deseje avançar em reformas mais amplas. O texto da revista também destaca a tentativa do Congresso de conquistar a confiança do mercado com a formulação de um arcabouço fiscal para conter o déficit primário, mas reforça que, na avaliação da publicação, isso não foi suficiente. A The Economist afirma que, sem uma reforma da previdência mais abrangente, o mercado jamais confiará plenamente na disciplina fiscal brasileira, o que estaria custando ao Brasil entre meio e um ponto percentual de crescimento do PIB anualmente, podendo somar até US$ 250 bilhões na próxima década caso não ocorram mudanças significativas. A conclusão do artigo, segundo a revista, é que o futuro econômico do Brasil depende não apenas de medidas pontuais, mas da coragem dos parlamentares e líderes políticos eleitos nas próximas eleições para enfrentar interesses corporativos e promover reformas estruturais — sem as quais, argumenta a revista, o país corre o risco de ver sua economia estagnar e entrar em crise fiscal mais profunda.

  • Irmão de Rei Charles III é detido em investigação ligada a Epstein

    Divulgação Ex-príncipe Andrew é detido no Reino Unido sob suspeita de má conduta ligada ao caso Epstein. A Polícia do Vale do Tâmisa prendeu, na manhã desta quinta-feira (19), em Norfolk, o ex-príncipe Andrew, irmão mais novo do Rei Charles III. As autoridades não divulgaram oficialmente o nome do detido, alegando seguir diretrizes nacionais para preservar a integridade e a objetividade da investigação. No entanto, a BBC e o The Guardian confirmaram que se trata de Andrew Mountbatten-Windsor. Ele é suspeito de ter enviado documentos confidenciais do governo do Reino Unido ao financista Jeffrey Epstein, apontado como líder de uma rede de exploração sexual. Em publicação na rede X, a polícia informou: “Como parte das investigações, prendemos hoje um homem na casa dos 60 anos, de Norfolk, suspeito de má conduta em cargo público. Também são feitas buscas em endereços em Berkshire e Norfolk. O homem permanece em custódia nesse momento”. Segundo a Reuters, veículos de imprensa locais relataram que seis carros descaracterizados estiveram em Wood Farm, em Sandringham, residência onde Andrew mora atualmente. Relatórios comerciais Andrew, que completa 66 anos, nega as acusações. Contudo, a divulgação recente de milhões de documentos relacionados ao caso Epstein trouxe novos desdobramentos. Os registros indicam que ele teria encaminhado, em 2010, relatórios comerciais confidenciais sobre países como Vietnã e Cingapura, após viagens oficiais realizadas quando atuava como representante especial do Reino Unido para o Comércio Internacional. Além das menções nos documentos, Andrew também aparece em fotografias ao lado de jovens supostamente menores de idade. O contexto das imagens não foi esclarecido. Em outubro de 2025, o Rei Charles III retirou do irmão o título de príncipe. Ele também deixou a residência em Windsor após as denúncias envolvendo seu nome no caso ligado a Jeffrey Epstein. Fonte: AgBrasil

  • Prêmio acumulado da Mega-Sena chega a R$ 72 milhões

    Divulgação Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 72 milhões nesta quinta-feira. As seis dezenas do concurso 2.974 da Mega-Sena serão sorteadas nesta quinta-feira, a partir das 21h (horário de Brasília). O evento ocorre no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo. O prêmio principal está acumulado em R$ 72 milhões. O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa Econômica Federal no YouTube e também na página das Loterias Caixa no Facebook. As apostas podem ser registradas até as 20h (horário de Brasília), em casas lotéricas credenciadas em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6. Fonte: AgBrasil

  • Três vírus que especialistas apontam como prioritários para vigilância em 2026

    Reprodução Um artigo publicado pelo portal g1 em 19 de fevereiro de 2026 destaca que — mesmo com o mundo ainda lidando com os efeitos da pandemia de covid-19 — três vírus ganharam atenção especial de especialistas em doenças infecciosas em 2026, por apresentarem sinais de expansão geográfica, novas formas de transmissão ou evolução que podem representar desafios sanitários significativos nos próximos meses. Esses patógenos são a gripe aviária H5N1, o vírus Oropouche e o mpox, cada um com características distintas, mas com potencial de desencadear crises de saúde pública se suas dinâmicas de transmissão se agravarem. O vírus Oropouche — relativamente pouco conhecido fora de círculos científicos — tem chamado a atenção por sua rápida disseminação no Brasil e em outras partes da América Latina. Transmitido por pequenos insetos, conhecidos como maruins, o Oropouche provoca uma doença com sintomas semelhantes aos da gripe, incluindo febre, dores musculares e mal-estar, podendo também causar fraqueza prolongada em algumas pessoas. Identificado inicialmente na década de 1950 em Trinidad e Tobago, o vírus deixou de ser considerado restrito à região amazônica e passou a ser detectado em outras áreas das Américas, ampliando seu alcance nas últimas duas décadas. Segundo dados da Organização Pan-Americana da Saúde, até agosto de 2025 o Brasil concentrava cerca de 90% dos casos registrados nas Américas, com ocorrências em 20 estados, e com cinco mortes confirmadas — quatro no Rio de Janeiro e uma no Espírito Santo. Casos associados a viajantes infectados também foram registrados em países europeus, e pesquisadores investigam episódios de transmissão vertical de mãe para filho, além de possíveis relações com diagnósticos de microcefalia e óbitos fetais. Até o momento, não existe vacina nem tratamento específico contra o Oropouche, e a ausência de ferramentas de prevenção torna a situação mais desafiadora, o que motivou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a propor, em 5 de janeiro de 2026, uma iniciativa para acelerar pesquisas em prevenção e controle. A gripe aviária H5N1 é outro vírus que despertou preocupação global. Tradicionalmente associado a aves, o patógeno passou a ser identificado em vacas leiteiras nos Estados Unidos em 2024, indicando um salto entre espécies que chamou a atenção de virologistas e epidemiologistas. Desde então, novas detecções em rebanhos de diferentes estados norte-americanos sugerem que a doença tem capacidade de infectar mamíferos, e transmissões de animais para humanos já ocorreram, muitas delas sem sintomas evidentes. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), entre 2024 e 2025 foram registrados 71 casos humanos e duas mortes associados ao H5N1, embora ainda não haja evidências de transmissão sustentada entre pessoas. O temor entre especialistas é que o vírus possa evoluir e adquirir capacidade de se disseminar eficientemente entre humanos, um passo considerado crítico para o surgimento de uma nova pandemia. No Brasil, a presença do vírus foi confirmada em uma granja comercial em 2025, e instituições científicas como o Instituto Butantan estão conduzindo estudos pré-clínicos para o desenvolvimento de vacinas específicas contra essa cepa. O mpox — doença viral conhecida anteriormente como varíola dos macacos — também tem despertado atenção em 2026. Embora tenha sido considerada rara por décadas, a epidemia global iniciada em 2022, quando a variante chamada de clado IIb se espalhou por mais de cem países, estabeleceu a circulação do vírus fora de seus nichos históricos. A transmissão ocorre principalmente por contato físico próximo, e desde 2024 países da África Central vêm registrando aumento de casos relacionados também ao clado I, considerado mais severo. Autoridades sanitárias em alguns países, incluindo os Estados Unidos, notificaram casos recentes em indivíduos sem histórico de viagem à África, sugerindo que o vírus pode estar circulando localmente em novas regiões. Apesar de existirem vacinas que oferecem proteção, ainda não há tratamento antiviral específico, e pesquisadores acompanham a evolução das variantes ao longo de 2026 para avaliar o impacto potencial no cenário de saúde global. Além desses três vírus que merecem atenção especial, outros patógenos também voltaram ao radar de autoridades de saúde. O vírus chikungunya, transmitido por mosquitos, registrou mais de 445 mil casos suspeitos e confirmados em 2025, incluindo centenas de mortes, e representa uma ameaça em áreas tropicais. O vírus Nipah, altamente letal em surtos localizados, voltou a ser observado após um surto recente na Índia, embora especialistas apontem que ainda não tem demonstrado potencial pandêmico global. Doenças consideradas controladas, como o sarampo, ressurgiram em vários países, impulsionadas pela queda nas taxas de vacinação, ameaçando conquistas de saúde pública. Especialistas ressaltam que o desafio atual não é apenas reagir a ameaças existentes, mas fortalecer a vigilância epidemiológica, os sistemas de imunização e a cooperação internacional para antecipar, monitorar e mitigar riscos associados a vírus conhecidos e emergentes ao longo de 2026. Fonte: G1

  • Em julgamento histórico nos EUA, Mark Zuckerberg rebate acusações de que Instagram mira crianças e discute idade mínima

    Reprodução O CEO da Meta Platforms, Mark Zuckerberg, afirmou repetidamente em 18 de fevereiro de 2026, durante um julgamento considerado histórico sobre vício em redes sociais entre jovens, que o Instagram não foi projetado para “ter crianças como alvo” e que a empresa não permite o acesso de menores de 13 anos às suas plataformas, mesmo quando confrontado por advogados com evidências sugerindo que esse grupo demográfico foi um foco importante em discussões internas da companhia. O depoimento de Zuckerberg ocorreu diante de um júri no Los Angeles County Superior Court, na Califórnia (EUA), em um processo no qual a Meta e o YouTube, da Google, são acusados de causar danos à saúde mental de usuários jovens — em especial por supostamente projetar suas plataformas de forma a incentivar vício e maximizar tempo de uso de crianças e adolescentes. A ação foi movida por uma mulher da Califórnia que começou a usar Instagram e YouTube ainda na infância e alega que a experiência precoce nas redes sociais contribuiu para depressão, pensamentos suicidas e outros problemas de saúde mental, responsabilizando as empresas por não protegerem adequadamente menores de idade. O advogado da autora do processo, Mark Lanier, pressionou Zuckerberg ao longo do depoimento sobre declarações anteriores feitas por ele ao Congresso dos Estados Unidos em 2024, nas quais Zuckerberg afirmou que usuários com menos de 13 anos não eram permitidos nas plataformas. Lanier apresentou documentos internos da Meta mostrando que a empresa discutiu metas relacionadas ao envolvimento de usuários, incluindo ideais de aumentar o tempo gasto na plataforma, bem como conversas sobre alcançar usuários mais jovens — incluindo menções a atingir adolescentes ao “trazer tweens” (crianças pré-adolescentes) — que segundo ele contradiziam a posição de Zuckerberg. Em resposta, Zuckerberg sustentou que tais documentos foram mal interpretados e defendeu sua versão, afirmando que a Meta não desenvolveu nem implementou versões especiais do Instagram para crianças menores de 13 anos e que as metas apresentadas nos documentos não eram objetivos de execução, mas sim indicadores internos para avaliar o desempenho da empresa. O executivo admitiu também, segundo relatos de agências internacionais, que é “muito difícil” verificar com precisão a idade dos usuários, porque muitos mentem ao informar sua data de nascimento ao se registrarem, e ressaltou que a responsabilidade pela verificação etária, em parte, recai sobre fabricantes de dispositivos móveis, um argumento que tem aparecido em outros relatos do julgamento. Durante o processo, foram exibidos documentos internos da empresa, incluindo apresentações e e-mails datados de anos anteriores, que indicavam discussões sobre como o Instagram poderia aumentar o tempo médio diário de uso da plataforma nos anos seguintes, o que também foi objeto de debate no tribunal, com Zuckerberg insistindo que tais referências não refletiam políticas formais da empresa. As alegações da autora do processo fazem parte de um grupo maior de processos semelhantes nos Estados Unidos, muitos dos quais estão sendo consolidados ou ainda aguardam decisão, com este julgamento servindo como um dos primeiros casos a chegar a um júri popular e ser visto como potencial precedente legal sobre a responsabilidade das redes sociais pelos efeitos que possam ter sobre crianças e adolescentes. Zuckerberg foi confrontado não apenas sobre a questão da idade dos usuários, mas também sobre as decisões de design e mecanismos de engajamento que, segundo os advogados da parte autora, priorizam o tempo gasto na plataforma e podem ter efeitos adversos sobre a saúde mental de usuários jovens — alegações que ele e a Meta contestam, defendendo que o foco da empresa é proporcionar uma experiência positiva e segura para todos os usuários. O julgamento prossegue, e sua conclusão poderá influenciar não apenas as indenizações em disputa, mas também o debate mais amplo sobre regulação, segurança digital e responsabilidade das empresas de tecnologia pelo impacto de suas plataformas em usuários menores de idade.

  • Correios reconhecem “ciclo vicioso de prejuízos” com queda de clientes e receitas, e projetam rombo bilionário

    Reprodução Um relatório interno elaborado pela Diretoria Econômico-Financeira (Diefi) da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios), obtido e publicado pelo portal g1, apresenta um diagnóstico crítico da situação econômico-financeira da estatal, afirmando que a empresa entrou em um “ciclo vicioso de prejuízos” em razão da deterioração de sua performance operacional e da consequente perda de clientes e de receitas nos últimos anos. No documento, a diretora Loiane de Carvalho Bezerra de Macedo afirma que “Formou-se, assim, um ciclo vicioso de perda de clientes e receitas, decorrente da baixa qualidade operacional, que reduziu progressivamente a geração de caixa necessária para regularizar as obrigações dos Correios”. A análise interna destaca que grandes clientes — responsáveis por mais de 50% da receita de vendas da estatal — passaram a negociar de forma mais rígida, “comprometendo acordos e frustrando expectativas de resultado”, o que agravou o fluxo de caixa e impactou diretamente a capacidade da empresa de cumprir com seus compromissos financeiros. Segundo o relatório, até setembro de 2025 os Correios tinham deixado de pagar R$ 3,7 bilhões a fornecedores, empregados e em tributos, em um contexto de insuficiência de caixa que se tornou o principal obstáculo para a sustentabilidade das operações. O documento aponta também que a empresa teve uma redução de R$ 3,23 bilhões nas entradas de caixa no período de janeiro a setembro de 2025 — um recuo de aproximadamente 17,6% em comparação ao mesmo período de 2024 — enquanto as saídas de recursos permaneceram elevadas, totalizando R$ 16,68 bilhões, em comparação com R$ 20,65 bilhões no mesmo intervalo do ano anterior. Para tentar conter o agravamento da situação, os Correios contrataram R$ 13,8 bilhões em empréstimos ao longo de 2025, mas a maior parte desses recursos só entrou no caixa da empresa perto do final de dezembro, limitando os efeitos positivos no curto prazo. Com base nas projeções incluídas no mesmo relatório, a estatal revisou suas expectativas de resultado financeiro: a estimativa é de um prejuízo de R$ 5,8 bilhões em 2025, valor ligeiramente inferior ao rombo acumulado até setembro, de R$ 6 bilhões, mas ainda representativo de uma situação de forte desequilíbrio. Para 2026, a diretoria projeta um **déficit de R$ 9,1 bilhões, indicando que a crise pode se aprofundar no ano em curso, caso não sejam implementadas mudanças estruturais que revertam o ciclo negativo de desempenho e receita. O relatório descreve também que o modelo operacional atual da empresa opera “no limite entre obrigação legal, pressão competitiva e capacidade real de geração de valor”, o que reforça a percepção de que as dificuldades enfrentadas pelos Correios não são apenas temporárias ou conjunturais, mas refletem fragilidades mais profundas na estrutura de gestão e na resposta às transformações do mercado. Especialistas em economia e analistas financeiros destacam que a redução de receitas e a deterioração da capacidade operacional nos Correios decorrem de fatores como a intensificação da concorrência no setor de logística, a redução do volume de correspondências tradicionais frente à digitalização das comunicações e mudanças na demanda por serviços postais, além de impactos de programas regulatórios como o chamado Remessa Conforme, que alterou a tributação e o modelo de operação de encomendas internacionais, segundo documentos de ofício interno mencionados em matérias correlatas sobre o tema. A ocorrência de prejuízos recorrentes e a perspectiva de um déficit bilionário em 2026 colocam em foco aspectos como a necessidade de reestruturação, renegociação de contratos, revisão de produtos e serviços, e a formulação de um plano sustentável para que a estatal mantenha sua operação em todo o território brasileiro, inclusive em áreas de difícil acesso ou com menor rentabilidade, preservando sua função social e logística.

  • Cliente que passou mal após tomar medicamento manipulado será indenizada em R$ 10 mil

    Divulgação Farmácia de manipulação é condenada por vender medicamento sem rótulo em Santa Luzia (MG). Uma farmácia de manipulação foi condenada a indenizar uma cliente após comercializar medicamento sem a devida identificação no rótulo, em Santa Luzia (MG), na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A decisão foi mantida pela 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). A consumidora relatou que passou mal após ingerir o remédio manipulado entregue em sachês sem identificação adequada. Ela deverá receber R$ 10 mil por danos morais e R$ 99,90 por danos materiais, valor referente à compra do produto. Ao confirmar a sentença da Comarca de Santa Luzia, o colegiado entendeu que a entrega de medicamentos sem rótulo compromete a segurança do consumidor e caracteriza falha na prestação do serviço. A legislação sanitária exige que o rótulo contenha informações como identificação da paciente, composição da fórmula, número do lote, dados de fabricação e nome do farmacêutico responsável. Falta de identificação Conforme consta no processo, após ingerir o medicamento, a autora apresentou sintomas gastrointestinais. A drogaria solicitou a devolução do produto sob a justificativa de que poderia ter ocorrido troca de fórmulas. No entanto, diante da ausência de identificação adequada, não foi possível confirmar o conteúdo das amostras. Laudo pericial apontou que os sachês apresentavam apenas o logotipo da empresa, sem as informações obrigatórias previstas na legislação. Por limitações técnicas, a perícia não conseguiu determinar a composição do medicamento. Em primeira instância, a Justiça julgou parcialmente procedentes os pedidos da autora, fixando indenização por danos morais e materiais. A drogaria recorreu, alegando inexistência de erro na formulação e sustentando que os sintomas poderiam estar previstos em bula, classificando o episódio como mero dissabor. Decisão mantida O relator do caso, desembargador Pedro Bernardes de Oliveira, ressaltou que a ausência de rotulagem viola normas sanitárias e impede o rastreamento do medicamento, configurando defeito na segurança do produto. “A ausência de identificação adequada configura falha grave na prestação do serviço e um defeito de segurança do produto, pois impede o rastreamento, a correta posologia e expõe o consumidor a risco potencial. O fato de o laudo não ter confirmado a troca ou o erro na composição não afasta a responsabilidade, pois o defeito reside na falta de segurança e informação”, assinalou o desembargador. O magistrado considerou adequado o valor de R$ 10 mil para compensar o sofrimento suportado pela consumidora. Fonte: TJMG

  • Atenção motoristas: obras e capina acontecem hoje em diferentes pontos de Varginha

    Divulgação Manutenção asfáltica e limpeza urbana nesta quinta-feira (19) em Varginha. Nesta quinta-feira (19) serão realizados serviços de manutenção asfáltica e limpeza urbana em diferentes pontos da cidade. De acordo com o comunicado, as intervenções no asfalto acontecem no Bairro Nova Varginha, na região central e na rotatória do Bairro Santana. A administração municipal orienta motoristas e pedestres a redobrarem a atenção ao passarem por esses locais durante a execução dos trabalhos. Além da manutenção viária, equipes também realizam serviços de capina em diversos bairros ao longo do dia. As frentes de trabalho estão atuando na Vila Barcelona, Rio Verde, Novo Horizonte, Parque Rinald, Centro Social (Santana), Bouganville, Nova Varginha e Centro. A Prefeitura reforça o pedido para que a população tenha atenção redobrada nas áreas onde há trabalhadores e equipamentos em operação. Fonte: PMV

  • Advogado de Virginia Giuffre fala sobre Andrew Mountbatten-Windsor enquanto ex-príncipe é detido no Reino Unido

    Reprodução No mesmo dia em que o advogado da falecida Virginia Giuffre chamou publicamente atenção para o papel do ex-membro da realeza britânica Andrew Mountbatten-Windsor em relação aos acontecimentos envolvendo o financista Jeffrey Epstein, o ex-príncipe foi detido pela polícia do Reino Unido na manhã de 19 de fevereiro de 2026, em meio a uma investigação criminal em andamento que apura possíveis irregularidades em sua conduta no passado. O advogado David Boies, que representou Giuffre em ações judiciais e na defesa de seus interesses legais, voltou a exortar Andrew Mountbatten-Windsor a cooperar com as autoridades dos Estados Unidos, afirmando que ele tem “uma obrigação de dizer o que sabe” sobre o financista Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais, e sugerindo que, caso o ex-príncipe tema ser preso nos Estados Unidos, deveria ser oferecido a ele “safe passage” para testemunhar sem risco de detenção. Boies declarou em entrevista: “he’s got an obligation to tell what he knows. Now, I also think that if he’s afraid of being arrested in the United States, we ought to give him safe passage to come to the United States to testify, because we don’t want there to be any excuse for him not coming and telling what he knows.” O comentário do advogado surge em meio a um intenso escrutínio público e judicial sobre o papel de Mountbatten-Windsor nas redes de influência e relações com Epstein, cuja morte em 2019 não encerrou as revelações e documentos relacionados ao caso, incluindo e-mails e arquivos que têm continuado a alimentar debates e procedimentos legais nos Estados Unidos e no exterior. Paralelamente a essa manifestação do advogado, a polícia britânica procedeu à prisão de Andrew Mountbatten-Windsor em uma investigação liderada pela Thames Valley Police sob suspeita de “misconduct in public office” (má conduta no exercício de cargo público), apontando para possíveis irregularidades relacionadas ao seu desempenho como enviado especial do Reino Unido para o Comércio Internacional entre 2001 e 2011. A detenção ocorreu no dia 19 de fevereiro de 2026, coincidindo com o 66º aniversário do ex-príncipe, e foi confirmada por fontes policiais que não nomearam oficialmente o detido, descrevendo-o apenas como “um homem na casa dos sessenta anos” residente em Norfolk, um procedimento comum nas diretrizes legais britânicas que evitam a divulgação de nomes de suspeitos em estágios iniciais de investigação. Segundo relatos de agências internacionais, as autoridades conduziram buscas em endereços ligados ao ex-príncipe em Norfolk e em Berkshire, incluindo sua residência no Sandringham Estate, onde ele foi visto sendo detido por policiais não uniformizados, enquanto veículos descaracterizados foram registrados nas proximidades. A investigação está vinculada à análise de documentos recentemente divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos que sugerem que, no contexto de suas funções oficiais como representante comercial do Reino Unido, Mountbatten-Windsor teria compartilhado relatórios e informações confidenciais com Jeffrey Epstein em 2010 e possivelmente viabilizado contatos que não se alinhavam com os interesses estatais. O ex-príncipe sempre negou quaisquer irregularidades relacionadas a Epstein ao longo dos anos, embora seu relacionamento com o financista tenha sido motivo de crítica pública e de processos judiciais. Em 2022, ele chegou a um acordo em uma ação civil movida por Virginia Giuffre, sem admitir culpa, mas com pagamento de uma quantia financeira — uma medida que não encerrou as controvérsias e que foi acompanhada por manifestações de diversas partes do sistema de justiça norte-americano antes da morte de Giuffre em 2025. Desde então, as revelações sobre e-mails e arquivos relacionados a Epstein continuaram a emergir, alimentando debates legais e políticas sobre transparência, responsabilidade de autoridades públicas e redes de influência transnacional. O caso se encontrava em estágios iniciais de investigação no Reino Unido no momento da detenção de Mountbatten-Windsor, e autoridades policiais não divulgaram detalhes finais sobre acusações específicas nem sobre possíveis desdobramentos próximos, mantendo o caráter de incerteza típica de procedimentos judiciais em andamento.

  • Homem perde a vida ao resgatar filha que se afogava em cachoeira no Sul de Minas

    Divulgação Pai morre após salvar filha de afogamento na Cachoeira do Filó, em São João Batista do Glória. Um homem de 61 anos morreu na manhã de quinta-feira (18/02) depois de salvar a própria filha de um afogamento na Cachoeira do Filó, em São João Batista do Glória. De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), Antônio Donizeti da Silva entrou na água ao perceber que a filha, de 21 anos, se afogava juntamente com uma adolescente de 12 anos. Com o auxílio de outro banhista, ele conseguiu retirar as duas jovens da água com segurança. Após o resgate, porém, o homem acabou submergindo e não foi mais visto. Os bombeiros foram acionados e iniciaram as buscas, localizando a vítima a cerca de quatro metros de profundidade, aproximadamente dois minutos após o início da procura. Antônio foi retirado da água e recebeu manobras de ressuscitação cardiopulmonar ainda no local. A ocorrência contou com apoio de uma equipe de enfermagem e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que realizou o encaminhamento para atendimento hospitalar. Apesar dos esforços das equipes de socorro, ele não resistiu. Fonte: DiarioIndependente

  • Tiggo7 Sport usado em crime é encontrado com placas falsas e recuperado na BR-262

    Divulgação PRF recupera Tiggo7 Sport roubado em BH com placas falsas na BR-262 em Betim (MG). Na tarde de terça-feira (17/02), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou, na BR-262, em Betim (MG), um Caoa Chery Tiggo7 Sport com queixa de furto/roubo. O veículo foi localizado estacionado e trancado no km 348 da rodovia. Durante a fiscalização, os policiais identificaram adulterações nos elementos identificadores do carro. A partir dos elementos ainda preservados, foi constatado que se tratava de um veículo roubado com uso de arma de fogo em 12/02/2026, na cidade de Belo Horizonte (MG). Durante a ação, os policiais encontraram a chave do Tiggo7 escondida atrás de um dos pneus e providenciaram a remoção do veículo para o pátio credenciado da Polícia Judiciária. A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia de Polícia de Betim (MG), onde seguem os procedimentos legais. Fonte: PRF

  • Passageira é flagrada com arma e detida em fiscalização da PRF na BR-040

    Divulgação Passageira é detida com pistola e munições na BR-040 em Congonhas (MG). Na tarde desta quarta-feira (18/02), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma pistola semiautomática calibre 380 e deteve uma mulher de 32 anos pelo porte ilegal de arma de fogo. A ação ocorreu no km 610 da BR-040, em Congonhas (MG), durante fiscalização de um veículo BMW 320i. A arma, com 17 munições intactas, era transportada pela passageira, que não possuía autorização para portar armamento. A mulher foi conduzida à Delegacia de Polícia de Congonhas, onde foi registrada a ocorrência por porte ilegal de arma de fogo. Fonte: PRF

  • Jornal Gazeta de Varginha Edição 11.890

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  • A EPR Vias do Café encerra Operação Carnaval com mais de 130 atendimentos nas rodovias

    Divulgação A EPR Vias do Café concluiu a Operação Carnaval, contabilizando 130 atendimentos aos usuários nas mais de 430 quilômetros de rodovias sob concessão. A mobilização teve início na sexta-feira (13), com reforço das equipes e posicionamento estratégico dos recursos operacionais. A maior demanda foi para remoção de veículos leves, totalizando 102 atendimentos. Durante o período, também foram registrados 109 acionamentos por panes mecânicas, 11 atendimentos pré-hospitalares e 17 ocorrências envolvendo socorro mecânico e remoções de veículos pesados. As ações garantiram a rápida liberação das pistas e contribuíram para a segurança dos usuários. O maior fluxo de veículos foi registrado na BR-265, no trecho de Nepomuceno, com aumento de 14% no tráfego em comparação ao Carnaval de 2025. Ao todo, mais de 168 mil veículos circularam nas seis rodovias administradas pela concessionária. Para atender à operação, a EPR Vias do Café mobilizou 122 colaboradores, com 4 viaturas de inspeção, 3 guinchos leves, 2 guinchos pesados, 2 caminhões-pipa, 6 ambulâncias e 1 caminhão-boiadeiro, distribuídos em pontos estratégicos de maior movimento. O gerente de Operações, Marcelo Aguiar, destacou o trabalho das equipes e o compromisso com a segurança viária: “Encerramos a Operação Carnaval com equipes mobilizadas e atuação preventiva. Nosso compromisso com a segurança viária e com o bem-estar dos usuários permanece diariamente, com ações contínuas voltadas à redução de ocorrências e à fluidez no tráfego.” Fonte: EPR

  • NR 37: Os principais treinamentos para a segurança em plataformas de petróleo

    Por Rogério Sarto Olá, queridos leitores! A Norma Regulamentadora n.º 37 (NR 37) estabelece os requisitos de segurança e saúde no trabalho em plataformas de petróleo, com o objetivo de prevenir acidentes, proteger a vida dos trabalhadores e garantir condições adequadas de trabalho num dos ambientes mais complexos e perigosos da indústria. Entre os seus pilares fundamentais destacam-se os treinamentos obrigatórios, essenciais para preparar os profissionais que atuam em unidades marítimas e terrestres. Treinamento Básico em Segurança e Saúde no Trabalho (Plataformas) Focado nos riscos gerais e procedimentos de emergência, com duração geralmente de 6 a 10 horas e deve ser aplicado a todos os colaboradores da plataforma. Treinamento de Integração em Plataforma Este é o primeiro contato formal do trabalhador com o ambiente offshore. O treinamento de integração apresenta as características da plataforma, os riscos existentes, as regras de segurança, os procedimentos de emergência, rotas de fuga, uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e a organização interna da unidade. É obrigatório para todos os profissionais antes do início das atividades. Curso Básico de Segurança em Plataforma (CBSP) O TBSP é um dos treinamentos mais conhecidos da NR 37. Tem como objetivo capacitar o trabalhador para identificar riscos, agir preventivamente e responder a situações de emergência. O conteúdo inclui noções de combate a incêndio, abandono de área, uso de equipamentos de salvatagem, primeiros socorros e comportamento seguro em plataformas. Curso Avançado de Segurança em Plataforma (CASP) Voltado para trabalhadores que exercem funções críticas ou de liderança, o TASP aprofunda os conhecimentos do treinamento básico. Abrange gestão de emergências, coordenação de equipas, análise de riscos e tomada de decisão em situações críticas, reforçando a cultura de segurança no ambiente offshore. Básico de Segurança em Movimentação de Cargas e Transporte de Pessoas Especializado para quem opera guindastes ou atua na movimentação de cargas (20 horas). Este treinamento deve seguir as diretrizes da NR 12. Treinamento para Indivíduo Ocupacionalmente Exposto (IOE) à Radiação Ionizante Obrigatório para profissionais expostos a fontes de radiação. Não possui carga horária defina pela NR 37, porém deve seguir as diretrizes da NR 09. Segurança na Manipulação de Alimentos Voltado para a equipe de nutrição e cozinha. Este treinamento não tem carga horária definida pela norma, porém deve-se observar as mais diversas resoluções da ANVISA relacionadas a manipulação de alimentos, por questões de higiene e segurança alimentar. Treinamentos Específicos e Complementares Além dos treinamentos gerais, a NR 37 exige capacitações específicas de acordo com a função exercida. Entre elas destacam-se: CIPLAT - CIPA em Plataformas – Aplicar conforme a NR 05, mas observando os requisitos da NR 37, bem como os tipos de operações envolvidas para determinar a carga horária, que deve estar no mínimo de 40 horas. Trabalho em Altura – NR 35 (08 horas) Espaços Confinados – NR 33 (entrada e vigia – 16 horas) Movimentação e Içamento de Cargas – NR 12 e NR 18 Combate a Incêndio e Primeiros Socorros – NR 23 e IT’s do Corpo de Bombeiros (entre 20 a 40 horas no mínimo) Estes treinamentos são fundamentais para garantir que cada trabalhador esteja apto a executar as suas atividades com segurança e responsabilidade. Importância dos treinamentos da NR 37 Os treinamentos previstos na NR 37 vão além do cumprimento legal. Eles representam um investimento na vida, na saúde e na eficiência operacional, reduzindo acidentes, paradas não programadas e impactos ambientais. Num setor onde o risco é elevado, a capacitação contínua é a principal aliada da prevenção. Em síntese, a NR 37 reforça que trabalhar com segurança é uma responsabilidade partilhada, começando pela formação adequada de todos os profissionais envolvidos nas operações em plataformas de petróleo. Se você precisa capacitar seus colaboradores que atuam plataformas de petróleo para que possam conhecer e aplicar de forma segura suas atividades neste ramo, fale com a R-SARTO e dê mais combustível para sua equipe com nossos treinamentos, qualifique-os e saia na frente! Consulte a R-SARTO Treinamentos e solicite um orçamento! (35) 99972-2265 Engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho, pós-graduado em Pavimentação e Restauração Rodoviária. Especialista em Máquinas Pesadas e Equipamentos, é proprietário da R-Sarto Treinamentos e Engenharia e colunista da Gazeta de Varginha, escrevendo sobre engenharia aplicada, segurança em obras e capacitação técnica. Contato: rsartotreinamentos@gmail.com   sartotreinamentomaquinas@gmail.com Instagram: @rsartotreinamentos | sarto_engenharia WhatsApp: (35) 99972-2265

  • Opinião com Luiz Fernando Alfredo - 19/02/2026

    Por Luiz Fernando Alfredo Omissão regulatório-estatal, risco Sistêmico e a espoliação institucionalizada do povo brasileiro A crescente digitalização do sistema bancário brasileiro não é um fenômeno espontâneo de mercado. Trata-se de um processo induzido, autorizado e legitimado pelo Estado, por meio do Banco Central do Brasil, que detém competência constitucional e legal para regular, fiscalizar e corrigir distorções no Sistema Financeiro Nacional. Quando o Estado regula mal ou deixa de regular, ele não é neutro. Ele produz consequências jurídicas, econômicas e sociais. As instituições financeiras foram incentivadas a substituir o atendimento humano por plataformas digitais, a fechar agências físicas e a impor ao consumidor um modelo de autoatendimento compulsório. Em contrapartida lógica e jurídica, o Banco Central deveria ter imposto obrigações regulatórias proporcionais de segurança, vigilância ativa e intervenção preventiva. Isso não ocorreu. Essa omissão não é episódica. É estrutural, reiterada e consciente. Fraudes bancárias eletrônicas deixaram de ser eventos isolados há anos. Tornaram-se fenômeno sistêmico, previsível, mensurável e estatisticamente monitorável. Ainda assim, o Estado permitiu que bancos operassem com sistemas incapazes - ou deliberadamente configurados - para não bloquear transações atípicas, não exigir validação humana e não interromper operações manifestamente incompatíveis com o perfil do consumidor. Sob o prisma jurídico, essa omissão regulatória configura falha do dever de fiscalização, violando princípios elementares do Direito Administrativo, notadamente o dever de eficiência, a supremacia do interesse público e a indisponibilidade da proteção ao consumidor. Mais grave: ao tolerar que bancos transfiram sistematicamente o prejuízo das fraudes ao consumidor, o Estado contraria frontalmente a jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça, que, por meio da Súmula 479, já definiu que fraudes bancárias constituem fortuito interno, inerente ao risco da atividade. Quando o regulador permite que o regulado descumpra entendimento pacificado do Judiciário, o problema deixa de ser privado e passa a ser institucional. A responsabilidade estatal por omissão é ainda mais evidente quando se observa o perfil das vítimas: idosos, pessoas com baixa instrução digital, cidadãos pobres, dependentes de benefícios previdenciários ou assistenciais. São esses os indivíduos empurrados para um sistema que não compreendem plenamente e depois punidos quando o sistema falha. O uso crescente de inteligência artificial por organizações criminosas - clonando vozes de gerentes, simulando protocolos bancários e reproduzindo comunicações oficiais - elimina qualquer argumento de imprevisibilidade. O risco é conhecido. A tecnologia existe. A omissão, portanto, é escolha política e administrativa. Esse cenário revela um modelo de governo que protege o sistema financeiro e expõe deliberadamente o cidadão, promovendo uma espoliação silenciosa, contínua e socialmente seletiva. O povo brasileiro não apenas financia o sistema bancário por meio de tarifas, juros e impostos; ele também arca sozinho com os danos decorrentes de sua falha estrutural. A omissão regulatória do Estado, nesse contexto, não é simples inércia. Ela atua como fator de legitimação do dano, permitindo que bancos privatizem lucros e socializem prejuízos com respaldo indireto do poder público. Isso viola os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana, da defesa do consumidor, da função social da atividade econômica e da própria razão de existir do ente regulador. Um Estado que se abstém de regular quando o dano é previsível torna-se corresponsável pelos efeitos da atividade que autorizou. Diante desse quadro, não se trata mais de discutir melhorias incrementais, mas de reconhecer a existência de um Persistir nesse modelo é institucionalizar a injustiça e normalizar a espoliação de uma população já exaurida. O Banco Central do Brasil não pode continuar exercendo um papel meramente técnico-formal enquanto a realidade demonstra um colapso material da proteção ao consumidor. Neutralidade, aqui, não é isenção. É conivência. E por falar em conivência, o que mais precisa acontecer no Brasil, depois da tragédia financeira envolvendo o Banco Master, Lula e os Ministros do STF envolvidos com seus familiares? Acorda Brasil! Voce é grande demais, temos Forças Armadas engessadas constitucionalmente e militares da alta cúpula acomodados e acovardados – não manifestam e não defendem seus pares – mas temos a força para fazer o país parar ou os caminhoneiros e Entidades Classistas se não perderam a vontade de recuperar nossa democracia de verdade sem sangue. Que Deus nos ajude!

  • Copasa lidera setor de saneamento no Prêmio Abrasca 2025 e se consolida como referência em sustentabilidade e transparência ESG

    Reprodução A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) conquistou o melhor desempenho entre as empresas de saneamento no 27º Prêmio Abrasca 2025, reconhecimento que reforça a qualidade das informações apresentadas em seu Relatório de Sustentabilidade. A companhia também alcançou a 16ª posição na categoria de empresas com receita líquida igual ou superior a R$ 3 bilhões, com média final de 95 pontos. O resultado consolida a Copasa como referência em transparência e reporte ESG, evidenciando a maturidade na gestão e comunicação de seus impactos e compromissos de longo prazo. O relatório avaliado foi o primeiro da história da empresa submetido à asseguração externa, ampliando a confiabilidade das informações destinadas a investidores, reguladores e à sociedade. Em 2024, a companhia avançou na ampliação dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, investiu em tecnologias para reduzir perdas e aumentar a eficiência energética e registrou 13% do consumo atendido por energia fotovoltaica. Também promoveu a renovação do parque de hidrômetros, com foco em eficiência operacional. “Este reconhecimento é uma conquista da companhia, em especial, ao time da Gerência de Desenvolvimento Ambiental. A Copasa demonstra uma liderança consolidada em sustentabilidade, com um desempenho que atesta a maturidade do nosso modelo de negócio. Alinhados aos mais elevados padrões de mercado, temos impulsionado uma evolução constante na inteligência de nossos indicadores de sustentabilidade. Isso nos permite não só acompanhar, mas também modelar as melhores práticas de gestão e reporte da performance da companhia”, afirma a superintendente de Desenvolvimento Sustentável da Copasa, Luciana Barbosa. O prêmio é promovido pela Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca) e avalia critérios como desempenho econômico-financeiro, aspectos socioambientais, governança corporativa, gestão de riscos, compliance e transparência na comunicação institucional. Fonte: Agência Minas

  • Bombeiros resgatam cadela em meio a incêndio de grandes proporções na BR-459, em Pouso Alegre

    Reprodução Uma cadela foi resgatada na madrugada desta última quarta-feira (18) durante um incêndio de grandes proporções que atingiu uma oficina e depósito de peças automotivas às margens da BR-459, no bairro Caiçara, em Pouso Alegre. De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, a corporação foi acionada por volta das 3h30 por meio do telefone 193. Assim que chegaram ao local, os militares se depararam com o imóvel completamente tomado pelas chamas, com fogo se espalhando rapidamente pela estrutura. Diante da gravidade da situação, o combate foi iniciado de forma imediata, sendo solicitado reforço para garantir maior eficiência e segurança na operação. Operação estratégica garantiu o resgate Durante o atendimento à ocorrência, o proprietário informou que havia uma cadela dentro do estabelecimento. A partir dessa informação, a equipe precisou adaptar a atuação, estabelecendo uma estratégia específica para tornar possível o salvamento do animal sem comprometer a integridade dos militares.Os bombeiros concentraram esforços no controle do avanço das chamas em pontos estratégicos da edificação, reduzindo significativamente a temperatura interna e criando condições mais seguras de acesso. Também foram realizadas aberturas no telhado, permitindo a liberação do calor e da fumaça acumulados, medida que contribuiu para melhorar a visibilidade e a ventilação no interior do imóvel. Com parte da estrutura já estabilizada e definida uma rota considerada viável, o chefe da guarnição, utilizando todos os equipamentos de proteção individual necessários, entrou na edificação pela passagem previamente criada. A cadela foi localizada no interior de um banheiro, em uma área que ainda oferecia riscos devido à presença de calor e fumaça. O animal foi retirado com segurança e entregue ao proprietário, não apresentando ferimentos aparentes após o resgate. Incêndio controlado e ocorrência encerrada Com o apoio de equipes adicionais e de um caminhão-pipa disponibilizado por uma empresa parceira, o incêndio foi totalmente controlado. Na sequência, os bombeiros realizaram o trabalho de rescaldo, etapa essencial para eliminar possíveis focos remanescentes e evitar a reignição das chamas. A ocorrência foi finalizada sem registro de vítimas humanas. Segundo o Corpo de Bombeiros, a atuação coordenada da equipe, aliada à criação de uma rota segura de acesso em um ambiente com fogo ativo, foi determinante tanto para o sucesso do salvamento quanto para a preservação da segurança dos militares envolvidos na operação. Em situações de emergência, a orientação é acionar imediatamente o telefone 193. Fonte: SulMinas TV

Gazeta de Varginha

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