top of page

Resultados da busca

Search this site

39942 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Vigilância Ambiental de Varginha reforça capacitação de agentes para aprimorar combate às endemias

    Divulgação/Capacitação e prevenção caminham juntas! 🦟👥 A equipe da Vigilância Ambiental de Varginha participou de um treinamento com atividades teóricas e práticas para fortalecer as ações de combate às endemias no município. Vigilância Ambiental de Varginha realiza capacitação para fortalecer ações de combate às endemias. A equipe da Vigilância Ambiental de Varginha participou de uma capacitação de reciclagem promovida pela Superintendência Regional de Saúde, com o objetivo de aprimorar as estratégias de prevenção e combate às endemias no município. O treinamento contou com atividades teóricas e práticas ministradas por Paulo Barbosa, representante da Regional, abordando procedimentos e orientações para fortalecer o trabalho realizado pelos profissionais que atuam diretamente junto à população. Na segunda-feira (6), a capacitação foi direcionada exclusivamente aos supervisores da equipe. Já na terça-feira (7) e na quinta-feira (9), os agentes de endemias participaram de atividades práticas, ampliando conhecimentos e atualizando técnicas utilizadas no dia a dia de trabalho. Segundo a administração municipal, a iniciativa busca garantir que os profissionais estejam preparados para enfrentar os desafios relacionados ao controle de doenças e à prevenção de focos do mosquito transmissor de enfermidades como dengue, zika e chikungunya. “Investir na capacitação da equipe é garantir um atendimento mais eficiente, seguro e de qualidade para a população”, destacou o secretário municipal de Saúde, Heron Martins. O coordenador da Vigilância Ambiental, Iran Oliveira, reforçou a importância da qualificação contínua dos servidores. “Capacitar nossos servidores é investir diretamente na qualidade dos serviços prestados. Quando valorizamos quem cuida da saúde da população, fortalecemos toda a rede de atendimento e entregamos um serviço cada vez mais eficiente”, afirmou. A participação da comunidade continua sendo essencial no combate às endemias. A orientação é para que os moradores recebam os agentes durante as visitas domiciliares e mantenham os imóveis livres de locais que possam acumular água e servir como criadouros do mosquito. Fonte: PMV

  • Alunos de Elói Mendes participam de ação ambiental no Parque Novo Horizonte, em Varginha

    Divulgação/Alunos de Elói Mendes vão encerrar projeto sobre preservação ambiental com uma ação especial no Parque Novo Horizonte, em Varginha. A iniciativa inclui atividades práticas e plantio de mudas, fortalecendo a educação ambiental e o cuidado com os espaços naturais. Projeto sobre preservação das florestas será encerrado com atividades práticas e plantio de mudas realizadas pelos estudantes. Alunos do 5º ano da Escola Municipal Maria do Carmo Mendes, localizada na zona rural de Elói Mendes, participarão nesta quinta-feira (16) do encerramento de um projeto voltado à preservação ambiental no Parque Novo Horizonte, em Varginha. A atividade marca a culminância do projeto “Meio Ambiente e Dia Internacional da Floresta”, desenvolvido durante o período letivo com o objetivo de conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação das florestas, da sustentabilidade e do cuidado com os recursos naturais. Durante as ações realizadas em sala de aula e em atividades práticas, os alunos ampliaram conhecimentos sobre educação ambiental, responsabilidade coletiva e o papel das florestas no equilíbrio da natureza e na qualidade de vida das atuais e futuras gerações. Como parte do encerramento do projeto, os estudantes realizaram o plantio de mudas de hortênsias no talude do Parque Novo Horizonte, em Varginha. A iniciativa contribui para a recuperação e o embelezamento do espaço público, além de proporcionar uma experiência prática de contato com a natureza. A ação será acompanhada pela equipe da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Varginha, que receberá os alunos durante a visita ao parque. O projeto foi idealizado pela professora Elaine Cristina de Paula e contou com o acompanhamento do diretor Rodolfo Luciano Faustino, que destacaram a importância de aproximar os estudantes do meio ambiente e estimular valores como respeito, responsabilidade e preservação. O prefeito de Varginha, Leonardo Ciacci, ressaltou a importância da iniciativa e da integração entre os municípios. “É uma satisfação receber alunos de Elói Mendes em um dos cartões postais de Varginha, principalmente como parte integrante de um estudo sobre sustentabilidade e meio ambiente”, afirmou. A culminância do projeto representa uma parceria entre a escola de Elói Mendes e a Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Varginha, reforçando a educação ambiental como ferramenta para a formação de cidadãos mais conscientes e comprometidos com a construção de um futuro sustentável. Fonte: PMV

  • Cooxupé doa R$ 2,7 milhões para 79 hospitais de Minas Gerais e São Paulo

    Recursos serão destinados a instituições municipais e oncológicas que atendem moradores de regiões produtoras de café onde a cooperativa mantém atuação A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) oficializou, nesta quinta-feira (9), a doação de R$ 2,7 milhões para 79 hospitais municipais e oncológicos localizados em Minas Gerais e São Paulo. A iniciativa contempla instituições de saúde que atendem a população de municípios inseridos nas principais regiões cafeeiras onde vivem e trabalham as famílias cooperadas. Atualmente, a Cooxupé reúne mais de 22 mil produtores associados, distribuídos por mais de 370 municípios do Sul de Minas, Cerrado Mineiro, Matas de Minas e Média Mogiana paulista. Segundo a cooperativa, a destinação dos recursos está relacionada ao princípio cooperativista de interesse pela comunidade, que prevê a participação das organizações em iniciativas capazes de contribuir para o desenvolvimento econômico e social das regiões onde atuam. A doação aos hospitais busca fortalecer instituições que desempenham papel importante no atendimento da população, especialmente em municípios do interior, onde unidades hospitalares municipais e entidades especializadas no tratamento oncológico frequentemente atendem pacientes de diversas cidades da região. Com a distribuição dos R$ 2,7 milhões entre as 79 instituições contempladas, a iniciativa amplia o alcance das ações sociais desenvolvidas pela cooperativa e direciona recursos para uma área considerada essencial para a qualidade de vida da população. A presença da Cooxupé em centenas de municípios também faz com que os impactos da atividade cafeeira ultrapassem os limites das propriedades rurais. Além da comercialização e exportação de café, a cadeia produtiva movimenta empregos, serviços e diferentes setores da economia nas regiões produtoras. Ao direcionar recursos para hospitais localizados nessas comunidades, a cooperativa reforça a relação entre o desenvolvimento econômico proporcionado pela cafeicultura e o apoio às estruturas que atendem diretamente produtores, trabalhadores rurais e demais moradores. A expectativa é que os valores recebidos contribuam para as necessidades das instituições beneficiadas e auxiliem na manutenção e melhoria dos serviços prestados à população de Minas Gerais e São Paulo.

  • Governo aguarda decisão dos EUA sobre novas tarifas antes de definir reação

    Reprodução O governo federal decidiu aguardar a definição dos Estados Unidos sobre a aplicação de novas tarifas às exportações brasileiras antes de estabelecer uma resposta oficial. A expectativa é que a decisão norte-americana seja anunciada na quarta-feira (15), quando também poderão ser conhecidos os detalhes sobre a abrangência da medida e o prazo para sua entrada em vigor. Integrantes do governo avaliam que somente após conhecer a dimensão das tarifas será possível definir a estratégia de reação. A intenção é verificar quais setores serão efetivamente atingidos, a extensão das alíquotas e se haverá um período para negociações antes da implementação das medidas. Nos bastidores, a expectativa é de que o anúncio norte-americano também estabeleça um intervalo entre a divulgação e o início da cobrança das tarifas. Caso isso ocorra, o governo brasileiro pretende utilizar esse período para buscar negociações e discutir possíveis exceções para determinados produtos exportados aos Estados Unidos. O tema foi discutido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em reuniões com ministros e auxiliares da área econômica e das Relações Exteriores. A equipe acompanha a evolução do processo conduzido pelas autoridades comerciais dos Estados Unidos e considera que a decisão final poderá influenciar diretamente a resposta brasileira. Entre as alternativas avaliadas está a aplicação de medidas previstas na legislação brasileira, incluindo a possibilidade de adoção de ações recíprocas, caso as novas tarifas sejam confirmadas. Ainda assim, integrantes do governo afirmam que a prioridade continua sendo a busca por uma solução negociada para evitar uma escalada nas tensões comerciais entre os dois países. Segundo integrantes do governo, a definição da estratégia dependerá do conteúdo da decisão que será divulgada pelos Estados Unidos. Até lá, a orientação é manter o acompanhamento das negociações e aguardar o anúncio oficial antes de adotar qualquer medida de resposta.

  • Justiça proíbe entrada de novos presos em presídio superlotado de Poços de Caldas

    Unidade abriga 220 detentos, 70 acima do limite estabelecido judicialmente, e não poderá receber novos custodiados até que a população carcerária seja reduzida A Justiça determinou a interdição total do Presídio de Poços de Caldas para o ingresso de novos custodiados após constatar que a unidade continua funcionando acima do limite máximo de ocupação estabelecido judicialmente. Com a decisão, o presídio fica impedido de receber novos detentos, inclusive pessoas presas em flagrante, até que a população carcerária seja reduzida para 150 custodiados. Atualmente, a unidade abriga 220 pessoas privadas de liberdade, número que representa 70 presos acima do teto determinado pela Justiça e uma ocupação aproximadamente 47% superior ao limite estabelecido. A restrição de 150 detentos não é recente. O limite havia sido fixado judicialmente ainda em 2014, diante dos problemas relacionados à superlotação da unidade prisional. Mesmo assim, mais de uma década depois, o número de presos permanece acima da capacidade determinada. Superlotação impede entrada de novos detentos A interdição representa uma medida mais rigorosa para impedir o agravamento da situação dentro do estabelecimento prisional. Enquanto a população carcerária não for reduzida ao patamar estabelecido, novos presos deverão ser encaminhados para outras unidades do sistema penitenciário. A determinação inclui também pessoas detidas em flagrante na região, o que exige reorganização por parte das autoridades responsáveis pela custódia e transferência de presos. A superlotação de unidades prisionais pode provocar impactos nas condições de segurança, higiene, atendimento de saúde e funcionamento dos serviços oferecidos aos detentos, além de aumentar a pressão sobre policiais penais e demais servidores que atuam nesses estabelecimentos. Problema persiste há mais de uma década O fato de o limite máximo de ocupação ter sido estabelecido em 2014 evidencia que a situação do Presídio de Poços de Caldas se prolonga há anos sem uma solução definitiva. Agora, com a proibição total da entrada de novos custodiados, a redução da população carcerária passa a ser condição obrigatória para que a unidade volte a receber presos. A decisão também pode provocar reflexos em outras unidades prisionais da região, que poderão receber parte dos detentos transferidos ou novos presos que anteriormente seriam encaminhados para Poços de Caldas. Até que o número de custodiados seja reduzido para 150, permanece válida a interdição para novos ingressos no Presídio de Poços de Caldas.

  • Justiça mantém suspensão das escolas cívico-militares em Minas Gerais

    Decisão por dois votos a um impede a expansão do programa e determina a descontinuidade do modelo nas nove escolas estaduais que já adotavam a gestão compartilhada O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu manter a suspensão do Programa de Escolas Cívico-Militares na rede estadual de ensino. O julgamento ocorreu nesta quinta-feira (9) e terminou com placar de dois votos a um na 19ª Câmara Cível. Com a decisão, permanece válida a determinação do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), que impede a criação de novas unidades e determina a descontinuidade do modelo nas nove escolas estaduais onde o programa já estava em funcionamento. Ainda cabe recurso. O processo chegou ao Tribunal de Justiça após recurso apresentado pelo TCE-MG contra uma decisão de primeira instância que havia autorizado a continuidade das unidades existentes. A Corte de Contas questiona a regularidade da implantação e manutenção do programa, principalmente em relação à ausência de previsão orçamentária específica e de lei formal para sustentar a política pública. Durante o julgamento, prevaleceu o entendimento de que as irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas não estavam restritas à tentativa de expansão do programa, mas atingiam também as unidades que já adotavam o modelo. O relator do processo, desembargador Wagner Wilson Ferreira, defendeu uma solução intermediária. O magistrado concordou com a suspensão da expansão para novas escolas, mas votou pela continuidade das nove unidades existentes. A divergência foi aberta pelo desembargador Pedro Carlos Bitencourt Marcondes, que defendeu a aplicação integral da decisão do Tribunal de Contas. O entendimento foi acompanhado pela maioria do colegiado, resultando na manutenção da suspensão de todo o programa. Entre os argumentos considerados pela Justiça está o entendimento de que o Poder Executivo não pode ampliar ou manter uma política pública que gere despesas sem previsão adequada no orçamento aprovado pelo Poder Legislativo. A decisão também afastou o argumento de que a retirada dos militares provocaria prejuízos imediatos aos estudantes. Segundo o entendimento adotado no julgamento, a descontinuidade do programa não significa fechamento das escolas, interrupção das aulas, transferência dos alunos ou mudanças no currículo e nos conteúdos pedagógicos. No modelo cívico-militar, professores e gestores civis permanecem responsáveis pelo ensino e pelas atividades pedagógicas, enquanto militares atuam de forma complementar em áreas administrativas, disciplinares e de organização da rotina escolar. O programa chegou a atender aproximadamente seis mil estudantes em Minas Gerais. Antes da suspensão, havia planos de ampliar o modelo para centenas de escolas da rede estadual. Com o resultado do julgamento, as nove unidades que adotavam o sistema deverão deixar o modelo cívico-militar, enquanto novas escolas permanecem impedidas de ingressar no programa nas condições atuais. O Governo de Minas informou que deverá se manifestar no processo por meio da Advocacia-Geral do Estado.

  • Construção civil perde força em Minas e cresce abaixo do restante do país

    PIB do setor recuou 3,7% no primeiro trimestre de 2026, enquanto atividade avançou no cenário nacional; emprego também apresenta sinais de enfraquecimento no estado A construção civil em Minas Gerais iniciou 2026 em ritmo de desaceleração e com desempenho significativamente inferior ao registrado no restante do país. Dados do Boletim da Construção, elaborado pela Gerência de Economia da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), mostram que o Produto Interno Bruto (PIB) do setor recuou 3,7% no primeiro trimestre deste ano. No mesmo período, considerando a comparação com os três primeiros meses de 2025, a construção civil brasileira registrou crescimento de 1,3%, evidenciando a diferença entre o desempenho do setor em Minas Gerais e o cenário nacional. A distância também aparece na comparação com o trimestre imediatamente anterior. Enquanto a atividade da construção mineira apresentou retração de 0,2%, o setor avançou 2,9% no Brasil. O resultado indica a continuidade da perda de dinamismo observada no setor mineiro. Em 2025, a construção civil já havia acumulado retração de 2,3% em Minas Gerais, enquanto o Brasil encerrou o período com crescimento de 0,5%. Emprego também sente os efeitos da desaceleração A perda de ritmo da atividade econômica começa a aparecer no mercado de trabalho. No primeiro trimestre de 2026, a população ocupada na construção civil em Minas Gerais caiu 2,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. No cenário nacional, o movimento foi diferente. O número de trabalhadores ocupados no setor apresentou crescimento de 0,4%. A diferença reforça a preocupação com o desempenho da construção mineira, setor que possui forte capacidade de geração de empregos e movimenta uma extensa cadeia econômica, envolvendo indústrias de materiais, comércio, serviços especializados, mercado imobiliário e fornecedores. Crédito caro dificulta novos investimentos Segundo análise da Fiemg, a combinação entre juros elevados, crédito caro, custos de financiamento e baixo nível de confiança continua limitando os investimentos privados e dificultando uma recuperação mais consistente da atividade. A construção civil é especialmente sensível às condições de crédito, já que grande parte dos investimentos imobiliários, aquisição de imóveis e execução de novos empreendimentos depende de financiamentos de longo prazo. Com o crédito mais caro, famílias tendem a adiar a compra de imóveis e empresas encontram maior dificuldade para financiar novos projetos, cenário que pode reduzir lançamentos, investimentos e contratações. Os números do primeiro trimestre mostram que, enquanto a construção civil brasileira voltou a apresentar crescimento, Minas Gerais permanece em trajetória de desaceleração. A recuperação do setor mineiro dependerá, entre outros fatores, da melhora das condições de financiamento, da retomada dos investimentos e do aumento da confiança de empresários e consumidores ao longo dos próximos meses.

  • Comediante Fernanda Arantes leva cadeirada durante apresentação de stand-up em Florianópolis

    Reprodução A comediante Fernanda Arantes, de 33 anos, compartilhou nas redes sociais o momento em que foi atingida por uma cadeira durante uma apresentação de stand-up realizada na noite de 10 de julho, em Florianópolis. A confusão começou enquanto a humorista fazia uma piada sobre o enterro de um familiar do marido, quando uma espectadora passou a fazer comentários sobre sua aparência e iniciou uma discussão com a artista. Segundo as imagens divulgadas por Fernanda, a mulher continuou interrompendo o espetáculo, e a humorista respondeu às provocações. Em seguida, a artista incentivou o público a puxar um coro de "ih, fora" direcionado à espectadora. Foi nesse momento que a mulher pegou uma cadeira e a arremessou contra o palco. Fernanda conseguiu bloquear o objeto com as mãos e recuou para evitar que fosse atingida. Logo após a agressão, a comediante pediu que a equipe do local acionasse a polícia e impedisse a saída da responsável pelo ataque. Apesar do susto, ela retomou a apresentação e fez uma brincadeira com o episódio, dizendo que agora poderia ser chamada de "Fernanda Marçal", em referência à cadeirada envolvendo José Luiz Datena e Pablo Marçal durante um debate eleitoral. Nas redes sociais, Fernanda publicou o vídeo da agressão e mostrou mensagens de apoio recebidas de outras humoristas, além da reação de sua mãe ao assistir às imagens. O caso repercutiu entre seguidores e colegas da artista, que manifestaram solidariedade após a confusão. Natural de Guarulhos, na Grande São Paulo, Fernanda Arantes vive atualmente na Alemanha, mas costuma retornar ao Brasil para apresentações. Além dos shows de stand-up, ela produz esquetes para a internet, onde ganhou popularidade ao compartilhar histórias sobre seus cães Leonardo e Pongo, além de abordar temas como a vida de brasileiros no exterior, relacionamentos, sexualidade feminina e situações do cotidiano.

  • Eleições 2026: TSE reforça regras contra compra de votos, abuso de poder e uso irregular da máquina pública

    Divulgação/O Tribunal Superior Eleitoral atualizou as regras para as Eleições 2026, reforçando o combate à compra de votos, abuso de poder, desinformação, uso irregular da inteligência artificial e utilização da máquina pública em benefício de candidaturas. Resolução atualizada define práticas ilícitas, amplia combate à desinformação e ao uso indevido da inteligência artificial e prevê cassação de candidaturas em casos graves. Com a aproximação das Eleições Gerais de 2026, a Justiça Eleitoral reforçou as regras para garantir igualdade na disputa entre candidatos e preservar a liberdade do voto. As normas estão previstas na Resolução nº 23.735/2024, atualizada pela Resolução nº 23.757/2026, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que estabelece os principais ilícitos eleitorais, as condutas proibidas e as punições aplicáveis durante o processo eleitoral. O objetivo é impedir que recursos financeiros, estruturas públicas, meios de comunicação ou qualquer outro tipo de vantagem sejam utilizados para desequilibrar a disputa eleitoral. Segundo o TSE, a legislação permite que a Justiça Eleitoral adote medidas imediatas para interromper práticas ilegais, inclusive por meio de decisões liminares, quando houver indícios da irregularidade e risco de prejuízo à lisura das eleições. Principais ilícitos eleitorais A resolução reúne seis grandes grupos de infrações que podem resultar em sanções aos candidatos, partidos políticos e demais envolvidos: Abuso de poder econômico, político, de autoridade ou dos meios de comunicação; Fraudes eleitorais; Corrupção eleitoral; Arrecadação e gastos ilícitos de campanha; Compra de votos (captação ilícita de sufrágio); Condutas vedadas a agentes públicos. Dependendo da gravidade do caso, as penalidades podem incluir multas, cassação do registro ou diploma do candidato, declaração de inelegibilidade por oito anos e devolução de recursos públicos utilizados de forma irregular. Abuso de poder pode levar à inelegibilidade O abuso de poder ocorre quando recursos financeiros, cargos públicos, estruturas empresariais ou meios de comunicação são utilizados de forma indevida para favorecer ou prejudicar candidaturas. A Justiça Eleitoral esclarece que não é necessário comprovar que a prática alterou o resultado da eleição. Basta que a conduta seja considerada suficientemente grave para comprometer a igualdade entre os concorrentes. Nesses casos, além da cassação do mandato ou da candidatura, os responsáveis podem ser declarados inelegíveis por oito anos. Desinformação e inteligência artificial entram no foco Entre as novidades das regras para 2026 está o fortalecimento do combate à desinformação e ao uso irregular da inteligência artificial. A divulgação de informações falsas, manipuladas ou descontextualizadas para beneficiar candidatos, atacar adversários ou desacreditar o sistema eletrônico de votação poderá configurar abuso dos meios de comunicação e resultar em sanções eleitorais. Também poderão ser considerados ilícitos conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial quando utilizados para violar a legislação eleitoral. Fraude à cota de gênero A resolução mantém o combate às chamadas candidaturas fictícias criadas apenas para cumprir a cota mínima de participação feminina. Entre os indícios considerados pela Justiça Eleitoral estão: votação zerada ou inexpressiva; ausência de campanha efetiva; prestações de contas semelhantes; candidaturas manifestamente inviáveis; falta de substituição de candidaturas indeferidas; negligência dos partidos no registro de candidatas. Caso seja comprovada fraude, a Justiça poderá cassar os diplomas de todos os eleitos da chapa, invalidar as candidaturas do partido e anular os votos recebidos. Compra de votos continua proibida A legislação também reforça a proibição da compra de votos. É considerada captação ilícita de sufrágio qualquer oferta, promessa ou entrega de dinheiro, bens, empregos, serviços ou outras vantagens pessoais ao eleitor em troca do voto. A irregularidade pode ocorrer desde o registro da candidatura até o dia da eleição. Segundo o TSE, não é necessário que haja pedido explícito de voto. Basta que fique demonstrada a finalidade eleitoral da vantagem oferecida. Regras para agentes públicos A resolução estabelece diversas restrições para agentes públicos durante o período eleitoral. Entre elas estão: proibição do uso da estrutura da administração pública para favorecer candidaturas; vedação da utilização de bens e serviços públicos em campanhas; retirada, nos três meses anteriores às eleições, de nomes, slogans, símbolos e imagens que promovam gestores em páginas oficiais dos órgãos públicos; proibição da participação de candidatos em inaugurações de obras públicas nesse mesmo período; proibição da contratação de shows artísticos pagos com recursos públicos para inaugurações. A legislação também restringe o uso de residências oficiais e veículos públicos durante campanhas eleitorais, estabelecendo regras específicas para autoridades que disputarem a reeleição. Quem julga os processos A competência para analisar os casos varia conforme o cargo em disputa. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julga ações relacionadas às eleições para presidente e vice-presidente da República. Os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) são responsáveis pelos processos envolvendo governadores, senadores e deputados. Já os juízes eleitorais analisam os casos referentes às eleições municipais. Penalidades Entre as sanções previstas pela Justiça Eleitoral estão: suspensão imediata da prática irregular; aplicação de multas; cassação do registro ou diploma do candidato beneficiado; devolução de recursos públicos utilizados de forma indevida; responsabilização civil, administrativa e penal dos envolvidos. Nos casos de reincidência, o valor das multas poderá ser dobrado. A Justiça Eleitoral ressalta que algumas condutas vedadas possuem caráter objetivo, ou seja, basta a prática do ato proibido para caracterizar a irregularidade. Já a cassação da candidatura dependerá da análise da gravidade da conduta e de seus impactos sobre o processo eleitoral. Fonte: TSE

  • Submersível que visitou o Titanic registra primeiras imagens detalhadas do naufrágio do navio Quest

    Reprodução Uma expedição liderada pela Sociedade Geográfica Real Canadense (RCGS), em parceria com a Instituição Oceanográfica Woods Hole, registrou as primeiras imagens detalhadas dos destroços do Quest, o último navio utilizado pelo explorador antártico Sir Ernest Shackleton. A embarcação permanece naufragada há mais de 60 anos no Mar do Labrador e foi documentada com o auxílio do submersível tripulado Alvin, o primeiro veículo desse tipo a visitar os destroços do Titanic, além de um veículo operado remotamente (ROV) equipado com câmeras e sensores para exploração em grandes profundidades. As imagens revelam que boa parte da estrutura do navio continua preservada. A proa, o convés e algumas vigias permanecem visíveis, enquanto o mastro principal aparece tombado. Os pesquisadores também observaram que o naufrágio está coberto por corais rosados e abriga diversas espécies marinhas, entre elas bacalhau, peixe-vermelho e peixe-lobo. John Geiger, líder da expedição e diretor-executivo da RCGS, afirmou que a aproximação do navio foi um momento marcante para a equipe. Segundo ele, a embarcação surge gradualmente da escuridão do fundo do mar, proporcionando uma visão impressionante e permitindo imaginar Shackleton caminhando pelo convés há cerca de um século. Os destroços do Quest haviam sido localizados em 2024 durante a Expedição Shackleton Quest. Na ocasião, porém, apenas imagens obtidas por sonar de varredura lateral estavam disponíveis. O objetivo da nova missão foi retornar ao local com tecnologias mais avançadas de imagem e veículos subaquáticos capazes de produzir um registro mais completo do estado de conservação da embarcação. Durante a inspeção inicial, os pesquisadores identificaram grandes redes de pesca cobrindo parte dos destroços. Após a obtenção das novas imagens, a equipe iniciou um trabalho de três dias de levantamentos e mapeamento utilizando a tecnologia canadense de fotogrametria subaquática Voyis. O material permitirá a criação de uma réplica digital permanente do naufrágio, destinada a pesquisas futuras e à divulgação pública. Ainda neste mês, os pesquisadores seguirão para a Groenlândia para estudar outro naufrágio ligado à chamada Era Heroica da exploração antártica: o Terra Nova, último navio utilizado por Robert Falcon Scott. O explorador britânico chegou ao Polo Sul em 1912 semanas depois da expedição liderada pelo norueguês Roald Amundsen e morreu durante a viagem de retorno, ao lado de quatro integrantes de sua equipe.

  • Anvisa determina apreensão de lotes falsificados do Mounjaro e proíbe venda de medicamentos irregulares

    Divulgação/ A Anvisa determinou a apreensão de lotes falsificados do Mounjaro e proibiu a venda de diversos medicamentos sem registro sanitário. A orientação é que consumidores adquiram medicamentos apenas em estabelecimentos autorizados e verifiquem sempre a autenticidade dos produtos. Agência identificou lotes falsificados do medicamento para diabetes e obesidade e retirou de circulação produtos fabricados por empresas sem autorização sanitária. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na última sexta-feira (10), a apreensão de lotes falsificados do medicamento Mounjaro, utilizado no tratamento do diabetes tipo 2 e amplamente procurado por pacientes em tratamento da obesidade. A medida também proibiu a comercialização de diversos medicamentos fabricados por empresas sem autorização de funcionamento e sem registro junto ao órgão. Segundo a Anvisa, a própria empresa responsável pelo registro do Mounjaro identificou no mercado produtos com características diferentes das encontradas no medicamento original, indicando a circulação de unidades falsificadas. Lotes falsificados Os lotes que devem ser imediatamente retirados de circulação são: Mounjaro 10 mg: lote 855044; Mounjaro 15 mg: lotes D880403, MJR 257 e D854901. De acordo com a agência, as irregularidades identificadas incluem: utilização de números de lote inexistentes ou não reconhecidos pelo fabricante (855044 e MJR 257); número de série incompatível com o lote informado (D854901); dispositivo de aplicação diferente do utilizado no produto original; erro de grafia na embalagem, com a palavra "soluction" em vez de "solution", no lote D880403. A Anvisa alerta que esses produtos não devem ser vendidos, distribuídos ou utilizados, pois não há garantia de sua origem, qualidade, segurança ou eficácia. Produtos sem registro também foram proibidos Na mesma resolução, a agência determinou a apreensão de medicamentos comercializados sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa e produzidos por empresas que não possuem Autorização de Funcionamento. Todos os lotes dos seguintes produtos da empresa PSM Pennaforte Produtos Naturais Ltda. Me foram proibidos: Dia Forte Lótus Nutri; Tribulus Terrestris com Maca Natumix; Amora Branca Natumix; Sucupira Natumix; Espinheira Santa Natumix; Mounjaro Natumix; Ora Pro Nóbis Natumix; Ozempic Natural Natumix. Outros produtos proibidos A resolução também determina a retirada do mercado de todos os lotes dos produtos fabricados pela empresa Bálsamos Jes Suplemento Natural Ltda., entre eles: Calm Je's; Lipo Je's; Bálsamo Je's Algas Marinhas; Cura Je's; Milagroso; Liberta Álcool Je's; Virtuosa Je's; Ouvido Bem Je's; Bálsamo Je's Colmavit 2. Além disso, a medida alcança o produto Mega Viril Lótus Nutri, fabricado pela empresa Muwiz Indústria e Laboratório Ltda. Orientação aos consumidores A Anvisa orienta que consumidores verifiquem cuidadosamente a procedência dos medicamentos antes da compra e adquiram produtos apenas em farmácias e estabelecimentos devidamente autorizados. Quem identificar qualquer um dos lotes falsificados do Mounjaro ou produtos proibidos pela resolução deve interromper imediatamente o uso e comunicar o fato à Vigilância Sanitária local ou à própria Anvisa. A agência reforça que medicamentos sem registro ou falsificados podem representar sérios riscos à saúde, pois sua composição, eficácia e segurança não são garantidas. Fonte: Anvisa

  • Mega-Sena acumula e próximo sorteio pode pagar R$ 25 milhões

    Divulgação/A Mega-Sena acumulou após nenhuma aposta acertar as seis dezenas sorteadas no sábado (11). O próximo concurso, na terça-feira (14), pode pagar um prêmio estimado em R$ 25 milhões. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas no concurso de sábado; apostas para o próximo sorteio seguem até terça-feira, Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso da Mega-Sena realizado na noite de sábado (11), e o prêmio principal acumulou. Segundo a Caixa Econômica Federal, o próximo sorteio, marcado para terça-feira (14), poderá pagar R$ 25 milhões ao vencedor. As dezenas sorteadas foram: 06 – 11 – 25 – 45 – 48 – 58 Apesar de ninguém ter levado o prêmio máximo, 41 apostas acertaram cinco dezenas e cada uma receberá R$ 42.373,42. Já a quadra teve 2.983 apostas vencedoras, com prêmio individual de R$ 960,00. Os interessados em concorrer ao próximo concurso podem registrar suas apostas até as 19h de terça-feira (14), nas casas lotéricas credenciadas ou pelos canais oficiais das Loterias Caixa. O sorteio será realizado às 20h, no Espaço da Sorte, em São Paulo. Fonte: AgBrasil

  • Processos contra casas de apostas disparam no Brasil; maioria das decisões favorece apostadores

    Divulgação/ Levantamento aponta que mais de 10 mil processos já foram movidos contra empresas de apostas online no Brasil. As principais reclamações envolvem bloqueio de saques, suspensão de contas e mudanças nas regras das plataformas, enquanto cresce o número de ações relacionadas ao vício em jogos. Levantamento aponta mais de 10 mil ações judiciais desde a regulamentação das bets, com bloqueios de saque e contas suspensas entre as principais reclamações. O crescimento das apostas esportivas e dos cassinos online no Brasil também tem impulsionado a judicialização dos conflitos entre consumidores e empresas do setor. Desde a sanção da chamada Lei das Bets, no fim de 2023, mais de 10 mil processos foram movidos contra plataformas de apostas em todo o país. Os dados fazem parte de um levantamento realizado pela empresa Predictus, especializada em inteligência jurídica, a pedido da BBC News Brasil. A pesquisa analisou mais de 630 milhões de processos judiciais e identificou 10.627 ações envolvendo casas de apostas entre 2018 e maio de 2026. Somente em 2025, quando a regulamentação do setor começou efetivamente a ser aplicada, foram registrados 5.488 novos processos. Entre janeiro e maio de 2026, outras 4.037 ações já haviam sido ajuizadas, indicando tendência de crescimento. Enquanto isso, o mercado continua em expansão. Segundo dados citados pela reportagem, as empresas de apostas movimentaram cerca de R$ 37 bilhões em receitas no Brasil durante o último ano. Apostadores vencem a maioria das ações julgadas Embora grande parte dos processos ainda esteja em andamento, os casos já concluídos mostram vantagem para os consumidores. Dos 10.627 processos identificados: 44,1% ainda tramitam na Justiça; 17,9% foram extintos sem julgamento do mérito; 38% já receberam decisão judicial. Entre os 3.438 processos julgados: 589 tiveram vitória total dos apostadores; 1.446 tiveram vitória parcial dos consumidores; 1.403 foram favoráveis às empresas. Na prática, os apostadores obtiveram algum tipo de êxito em 59,2% das ações julgadas, enquanto as casas de apostas venceram 40,8% dos casos. Também houve 607 acordos entre as partes. Bloqueio de saques lidera reclamações A principal origem dos processos envolve dificuldades para retirar dinheiro das plataformas. Entre as ações cuja motivação pôde ser identificada, destacam-se: Contas bloqueadas: 636 processos; Alteração unilateral das regras pelas plataformas: 629; Cláusulas contratuais consideradas abusivas: 541; Golpes envolvendo Pix: 518; Falha no dever de cuidado com o consumidor: 353; Bloqueio de saques: 429. Segundo especialistas consultados pela reportagem, muitas reclamações envolvem mudanças nas regras após a obtenção de prêmios ou bloqueios de contas que impedem os usuários de sacar valores já conquistados. Um dos casos citados envolve um apostador que acumulou prêmio de R$ 1,15 milhão em jogos de cassino online. A plataforma bloqueou os saques e posteriormente encerrou sua conta, alegando uma suposta falha sistêmica. O processo segue em tramitação na Justiça de São Paulo. Ações por vício em apostas crescem rapidamente Outro tema que vem ganhando espaço nos tribunais é o pedido de devolução de valores por apostadores diagnosticados com ludopatia, transtorno caracterizado pela compulsão por jogos de azar. Embora ainda representem parcela pequena do total, essas ações cresceram rapidamente: 7 processos em 2024; 27 em 2025; 52 apenas entre janeiro e maio de 2026. Também aumentaram significativamente as ações baseadas na chamada "falha no dever de cuidado", argumento segundo o qual as plataformas não adotaram medidas para proteger usuários com comportamento compulsivo. Especialistas afirmam que a regulamentação passou a exigir mecanismos de jogo responsável, como identificação de padrões de dependência, limitação de apostas e suspensão de contas em situações de risco. Justiça reconhece dever de proteção Em uma das decisões mais relevantes sobre o tema, o Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a condenação de uma empresa de apostas para devolver 50% dos valores perdidos por um apostador diagnosticado com ludopatia. Segundo os desembargadores, a empresa deixou de adotar medidas eficazes para impedir o agravamento do comportamento compulsivo do cliente. Ao mesmo tempo, a Justiça entendeu que a devolução integral dos valores poderia transformar o Judiciário em uma espécie de seguro contra perdas financeiras decorrentes das apostas, motivo pelo qual fixou a restituição em metade do prejuízo. Sudeste concentra maior número de processos O levantamento também mostra diferenças regionais na judicialização das apostas. O Sudeste lidera o ranking, concentrando 48,2% das ações (5.076 processos), seguido pelo Nordeste, com 29,3% (3.092 ações). Na sequência aparecem: Sul: 11,9%; Centro-Oeste: 6,9%; Norte: 3,6%. Entre as cidades com maior número de processos estão São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Manaus, Curitiba, Goiânia e Porto Alegre. Também aparecem Campina Grande (PB), Olinda (PE) e Barueri (SP). Mercado continua em expansão Atualmente, o Brasil conta com 85 empresas autorizadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas a operar legalmente no país, utilizando 187 marcas comerciais em sites e aplicativos. A regulamentação do setor ampliou a possibilidade de consumidores recorrerem à Justiça, já que muitas plataformas passaram a possuir representação formal e estrutura jurídica no Brasil, facilitando o ajuizamento de ações. Fonte: CB

  • Sam Neill, astro de "Jurassic Park", morre aos 78 anos na Austrália

    Reprodução O ator neozelandês Sam Neill morreu nesta segunda-feira (13), aos 78 anos, em Sydney, na Austrália. Conhecido mundialmente por interpretar o paleontólogo Alan Grant na franquia "Jurassic Park", ele teve a morte confirmada pela família por meio de um comunicado divulgado nas redes sociais. Segundo a nota, o artista morreu de forma repentina e inesperada, cercado por familiares. Na mensagem, os familiares afirmaram que Neill partiu com a dignidade que marcou sua vida e destacaram que ele permanecia livre do câncer, fato considerado um conforto diante da perda. A família também agradeceu à equipe do Hospital Privado St. Vincent's pelos cuidados prestados ao ator e informou que novos detalhes sobre as cerimônias de despedida serão divulgados posteriormente, pedindo respeito à privacidade neste momento de luto. Nos últimos anos, Sam Neill havia compartilhado publicamente sua luta contra um câncer no sangue. Diagnosticado com um linfoma em estágio avançado, ele revelou meses antes de sua morte que estava em remissão completa da doença. Em uma entrevista recente, contou que a quimioterapia convencional deixou de surtir efeito e que obteve sucesso com um tratamento de terapia celular, além de defender a ampliação do acesso à tecnologia para outros pacientes. Com uma carreira iniciada na década de 1970, Neill construiu uma trajetória de mais de cinco décadas no cinema e na televisão. Além do papel que o tornou conhecido internacionalmente em "Jurassic Park", também atuou em produções como "O Piano", "Caçada ao Outubro Vermelho" e na série "Peaky Blinders", conquistando reconhecimento pela versatilidade em diferentes gêneros e personagens. Após receber o diagnóstico da doença, o ator escreveu a autobiografia Did I Ever Tell You This?, na qual relatou os desafios enfrentados durante o tratamento. Segundo ele, dedicar-se ao livro tornou-se um estímulo importante naquele período, ajudando-o a manter a motivação enquanto enfrentava a enfermidade. A morte de Sam Neill encerra a trajetória de um dos atores mais reconhecidos de sua geração. Seu trabalho em produções de grande sucesso e em obras premiadas consolidou um legado que marcou diferentes gerações de espectadores e permanece como parte importante da história do cinema.

  • Estatuto da Criança e do Adolescente completa 36 anos com avanços na proteção de vítimas de violência

    Divulgação/O Estatuto da Criança e do Adolescente completa 36 anos nesta segunda-feira (13). Em Belo Horizonte, um novo Centro Integrado fortalece a proteção às vítimas de violência com atendimento humanizado e o uso do depoimento especial para evitar a revitimização. Centro Integrado inaugurado em Belo Horizonte reúne instituições em um único espaço e fortalece o atendimento especializado a crianças e adolescentes. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei nº 8.069/1990) completa 36 anos nesta segunda-feira (13). Em vigor desde 1990, a legislação consolidou os direitos previstos na Constituição Federal, reconhecendo crianças e adolescentes como sujeitos de direitos e estabelecendo os princípios da proteção integral e da prioridade absoluta. Como parte dos avanços na garantia desses direitos, Belo Horizonte inaugurou, em junho deste ano, o Centro Integrado de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, localizado no bairro Santa Efigênia, na região Leste da capital mineira. O espaço foi criado para oferecer um atendimento mais ágil, humanizado e integrado às vítimas de violência. Segundo o juiz titular da 1ª Vara Especializada em Crimes contra a Criança e o Adolescente (Vecca) da Comarca de Belo Horizonte, Paulo Cezar Mourão Almeida, a proposta é reunir todos os órgãos envolvidos no atendimento em um único local. "A ideia é resolver a situação de forma rápida e eficiente, em um único lugar, de uma única vez", afirmou o magistrado. O Centro Integrado reúne representantes do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG), Delegacia Especializada da Polícia Civil, Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Minas Gerais (OAB-MG) e Conselho Tutelar. Depoimento especial evita revitimização Um dos principais instrumentos utilizados no Centro Integrado é o chamado depoimento especial, procedimento criado para evitar que crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência tenham que repetir diversas vezes o relato sobre os fatos. Nesse modelo, a criança presta depoimento apenas uma vez, em ambiente acolhedor e com acompanhamento de profissionais especializados, como psicólogos e assistentes sociais. A estrutura do prédio também foi planejada para garantir mais proteção às vítimas, com entradas separadas para crianças e acusados, evitando qualquer contato entre ambos e reduzindo o risco de violência institucional. De acordo com o juiz Paulo Mourão, a maioria dos casos ocorre dentro do próprio ambiente familiar. "Setenta por cento dos crimes, entre violações psíquicas, físicas e sexuais, são praticados em ambiente familiar, por parentes ou pessoas próximas. Por isso, em Belo Horizonte, ouvimos crianças de diferentes bairros, de todas as classes sociais", destacou. Como funciona o atendimento O depoimento especial segue protocolos definidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ocorre em etapas cuidadosamente planejadas. Inicialmente, a criança chega acompanhada por um responsável e é recebida por um psicólogo ou assistente social em uma sala de acolhimento equipada com sofás, brinquedos e livros infantis. Na sequência, o profissional explica como será o procedimento e esclarece a importância do depoimento para a investigação. Durante a entrevista, realizada em uma sala preparada para minimizar distrações, a criança responde às perguntas conduzidas pelo profissional especializado. Enquanto isso, representantes do Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e OAB acompanham o depoimento em tempo real por meio de áudio e vídeo, sem a necessidade de contato direto com a vítima. Rede de proteção Dados apresentados pelo Sistema de Justiça mostram que os registros de violência contra crianças e adolescentes continuam elevados. Apenas nos quatro primeiros meses de 2026, mais de 100 mil denúncias foram registradas em todo o país. O enfrentamento desses crimes depende da atuação integrada entre Justiça, Saúde, Educação, Conselhos Tutelares e sociedade civil. Em muitos casos, os primeiros sinais de violência são identificados por professores, profissionais da saúde ou pessoas próximas às vítimas. Para o juiz Paulo Mourão, apesar de o ECA ser considerado uma legislação moderna e abrangente, a proteção das crianças e adolescentes exige o compromisso permanente de toda a sociedade. "Faz-se necessária uma responsabilidade compartilhada entre família, sociedade e Estado para zelar pela vida, saúde, educação e dignidade. Do ponto de vista legislativo, o ECA é bastante avançado", concluiu. Após 36 anos de vigência, o Estatuto da Criança e do Adolescente permanece como um dos principais instrumentos legais de proteção da infância e da juventude no Brasil, orientando políticas públicas e fortalecendo mecanismos de prevenção e combate à violência. Fonte: TJMG

  • IBGE inicia Pesquisa Nacional de Saúde 2026 com visitas a 140 mil domicílios em todo o Brasil

    Divulgação/O IBGE iniciou a Pesquisa Nacional de Saúde 2026, que visitará cerca de 140 mil domicílios até novembro. A nova edição inclui exames gratuitos de sangue e urina, além da aferição de pressão arterial, peso e altura para parte dos participantes. Levantamento inclui exames gratuitos de sangue e urina, além de aferição de pressão arterial, peso e altura dos participantes selecionados. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciou, na última semana, a coleta de dados da terceira edição da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2026), realizada em parceria com o Ministério da Saúde. A pesquisa seguirá até o dia 30 de novembro e prevê visitas a aproximadamente 140 mil domicílios em todos os estados brasileiros. Ao todo, cerca de 1,8 mil entrevistadores do IBGE participarão do levantamento, que tem como objetivo reunir informações sobre as condições de saúde da população, hábitos de vida, acesso aos serviços de saúde, ocorrência de doenças crônicas e fatores que influenciam a qualidade de vida dos brasileiros. Segundo o instituto, os dados obtidos serão utilizados para orientar políticas públicas, auxiliar o planejamento das ações do Sistema Único de Saúde (SUS), fortalecer estudos na área da saúde e monitorar metas nacionais e internacionais relacionadas ao setor. Em nota, o IBGE destacou que os resultados permitirão conhecer melhor a realidade da população brasileira, subsidiando pesquisas e ações voltadas à promoção da saúde e à redução das desigualdades. Exames gratuitos de sangue e urina Uma das novidades da edição de 2026 é a coleta de biomarcadores por meio de exames gratuitos de sangue e urina. Entre julho e outubro, uma amostra de 15 mil a 20 mil moradores com 35 anos ou mais, residentes nas capitais e regiões metropolitanas, será convidada a participar da coleta em domicílio. A participação é voluntária e, posteriormente, os participantes receberão gratuitamente os resultados dos exames. Serão realizados exames como hemograma, lipidograma (colesterol), hemoglobina glicada, creatinina, ácido úrico, sódio, potássio, sorologia para Chikungunya e testes para detectar a presença de metais pesados, como chumbo e mercúrio, no organismo. As análises permitirão produzir indicadores sobre doenças crônicas, fatores metabólicos, função renal e exposição a contaminantes ambientais, entre outros aspectos relacionados à saúde da população. O que será perguntado Durante a visita, os entrevistadores aplicarão um questionário sobre as características do domicílio, condições de saúde dos moradores e fatores que influenciam sua qualidade de vida. Entre os temas abordados estão: Diabetes, hipertensão e colesterol alto; Saúde da mulher; Saúde da pessoa idosa; Saúde bucal; Saúde mental; Alimentação e atividade física; Tabagismo e consumo de álcool; Acidentes e violência; Doenças transmissíveis, como dengue e Chikungunya; Pessoas com deficiência; Planos de saúde; Utilização dos serviços de saúde. Após essa etapa, um morador com 15 anos ou mais será escolhido aleatoriamente para responder ao questionário individual da pesquisa. Também serão realizadas medições de pressão arterial, peso e altura, permitindo acompanhar indicadores relacionados à hipertensão e ao excesso de peso da população. Informações são sigilosas O IBGE reforça que todas as informações fornecidas pelos entrevistados são confidenciais e protegidas por sigilo estatístico. Os entrevistadores estarão identificados com crachá, uniforme oficial e dispositivo eletrônico para coleta de dados. Caso o morador queira confirmar a identidade do servidor, poderá acessar a página Respondendo ao IBGE ou entrar em contato gratuitamente pelo telefone 0800 721 8181, com atendimento de segunda a sábado, das 8h às 21h30, no horário de Brasília. Terceira edição da pesquisa A Pesquisa Nacional de Saúde foi realizada pela primeira vez em 2013 e teve sua segunda edição em 2019. Com a coleta de 2026, será possível comparar indicadores ao longo dos últimos 13 anos e acompanhar as mudanças no perfil de saúde da população brasileira. Como o levantamento é realizado por amostragem, cada domicílio selecionado representa diversos outros com características semelhantes, permitindo que os resultados reflitam, com precisão estatística, a realidade da população do país. Fonte: AgBrasil

  • Governo adia para 27 de julho início dos financiamentos do programa Move Brasil para entregadores

    Divulgação/O governo federal adiou para 27 de julho o início dos financiamentos do programa Move Brasil – Entregadores e Motoapps. A linha de crédito permitirá a compra de motos e bicicletas zero-quilômetro, sem entrada e com pagamento em até 48 meses. Linha de crédito permitirá financiar motos e bicicletas zero-quilômetro sem entrada e com prazo de até 48 meses para pagamento. O governo federal adiou em duas semanas o início dos financiamentos do programa Move Brasil – Entregadores e Motoapps. Inicialmente previsto para começar hoje segunda-feira (13), o acesso à linha de crédito passará a estar disponível a partir de 27 de julho, conforme informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). De acordo com a pasta, a alteração no cronograma foi necessária para a conclusão de testes tecnológicos e operacionais entre os sistemas utilizados pelos órgãos públicos e pelas instituições financeiras responsáveis pela concessão do crédito. Com a mudança, os trabalhadores que tiverem o cadastro aprovado poderão procurar os bancos participantes somente a partir do dia 27 de julho para solicitar o financiamento. Quem pode participar O programa é destinado a profissionais que utilizam motocicletas ou bicicletas como ferramenta de trabalho. Estão aptos a participar: Entregadores por aplicativo que utilizam bicicleta; Entregadores por aplicativo que utilizam motocicleta; Motofretistas; Mototaxistas; Trabalhadores com vínculo formal de emprego ou que atuam por plataformas digitais. Como funciona O primeiro passo é realizar o cadastro na plataforma oficial do programa, disponível no portal do Governo Federal. Após a inscrição, o governo verifica se o trabalhador atende aos critérios estabelecidos. No entanto, a aprovação no cadastro não garante automaticamente a liberação do financiamento. A concessão do crédito dependerá da análise realizada pela instituição financeira escolhida, que avaliará fatores como capacidade de pagamento e histórico de crédito do solicitante. A análise dos pedidos será feita pela Caixa Econômica Federal, pelo Banco do Brasil e por outras instituições financeiras credenciadas ao programa. Veículos que podem ser financiados Cada beneficiário poderá financiar apenas um veículo zero-quilômetro, sem necessidade de pagamento de entrada. Entre as opções disponíveis estão: Bicicleta elétrica; Motoneta; Ciclomotor; Motocicleta elétrica; Motocicleta flex. Os modelos deverão atender às especificações estabelecidas pelo programa. Condições do financiamento O crédito contará com garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO), mecanismo criado para reduzir o risco das operações e ampliar o acesso ao financiamento. As principais condições oferecidas são: Financiamento sem entrada; Um veículo por beneficiário; Prazo de pagamento de até 48 meses; Carência de dois meses para o início das parcelas. Motivo do adiamento Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o período adicional será utilizado para finalizar a integração entre os sistemas do governo e das instituições financeiras. A expectativa é que a medida evite problemas durante a contratação dos financiamentos e garanta maior segurança e agilidade no atendimento aos trabalhadores desde o início da operação. Com isso, o programa passa a entrar em funcionamento efetivamente no dia 27 de julho, quando os trabalhadores com cadastro aprovado poderão procurar os bancos participantes para solicitar o crédito. Fonte: AgBrasil

  • Anvisa simplifica regras para licenciamento de creches e pré-escolas sem reduzir exigências sanitárias

    Divulgação/A Anvisa atualizou as regras para o licenciamento sanitário de creches e pré-escolas, eliminando exigências consideradas desatualizadas e simplificando o processo de abertura de novas unidades, sem reduzir os padrões de proteção à saúde das crianças. Nova resolução elimina normas consideradas desatualizadas e deve facilitar a abertura de novas unidades de educação infantil no país. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, por maioria de votos, uma atualização nas regras para o licenciamento sanitário de creches e pré-escolas em todo o Brasil. A decisão foi tomada durante a 12ª Reunião Ordinária Pública (ROP) da Diretoria Colegiada de 2026, realizada na última quarta-feira (8), e foi oficializada com a publicação da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 1.035/2026 no Diário Oficial da União desta sexta-feira (10). A nova norma altera e revoga dispositivos da Portaria GM/MS nº 321/1988, legislação que, por quase quatro décadas, serviu como principal referência para o licenciamento e a fiscalização sanitária desses estabelecimentos. Segundo a Anvisa, a portaria foi criada antes mesmo da existência da agência e do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), tornando-se incompatível com a realidade atual. Ao longo dos anos, sua revisão foi solicitada por vigilâncias sanitárias estaduais e municipais e passou a integrar diferentes agendas regulatórias da agência. Com a atualização, deixam de existir diversas exigências relacionadas à infraestrutura física, arquitetura, instalações e organização administrativa que já são regulamentadas por órgãos da área da educação ou por normas técnicas específicas. Dessa forma, a vigilância sanitária passa a concentrar sua atuação nos aspectos diretamente ligados à prevenção e ao controle dos riscos à saúde. Entre as principais mudanças estão a revogação de exigências referentes a ambientes e estruturas que não possuem relação direta com a proteção da saúde das crianças, além da flexibilização de alguns parâmetros construtivos considerados incompatíveis com a realidade atual para implantação de novas creches e pré-escolas. A Anvisa destaca que a medida não representa uma redução das exigências sanitárias nem diminui a proteção oferecida às crianças. Pelo contrário, a agência afirma que a atualização elimina sobreposições entre diferentes normas, fortalece a segurança jurídica e torna o processo de licenciamento mais eficiente, contribuindo para a ampliação da oferta de vagas na educação infantil. A expectativa é que a simplificação das regras facilite a abertura de novas creches e pré-escolas, reduzindo entraves burocráticos sem comprometer a segurança sanitária dos estabelecimentos. A agência informou ainda que esta é apenas a primeira etapa da modernização da regulamentação. Nos próximos meses, será elaborada uma nova resolução específica para creches e pré-escolas, baseada em Análise de Impacto Regulatório (AIR) e submetida à Consulta Pública. O objetivo é criar um marco regulatório mais moderno, alinhado às melhores práticas de regulação baseada em risco e voltado à proteção da saúde da população infantil. Fonte:Anvisa

  • Polícia Federal realiza operação contra moeda falsa e cumpre mandado de busca em Ubá

    Divulgação/A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão em Ubá durante operação contra a circulação de moeda falsa. Um celular foi apreendido e será periciado para identificar possíveis fornecedores das cédulas falsificadas e outros envolvidos no crime. Investigação começou após apreensão de dez cédulas falsas de R$ 100; celular do investigado foi recolhido para perícia. A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (10), uma operação para combater os crimes de aquisição e circulação de moeda falsa no município de Ubá, na Zona da Mata de Minas Gerais. A ação resultou no cumprimento de um mandado de busca e apreensão na residência de um investigado, onde foi apreendido um aparelho celular que será analisado pelos peritos. A ordem judicial foi expedida pela Justiça Federal e faz parte de uma investigação iniciada em janeiro de 2026, após a apreensão de dez cédulas falsas de R$ 100, totalizando R$ 1 mil em dinheiro falsificado. Durante o andamento das investigações, a Polícia Federal conseguiu identificar o suspeito de adquirir as notas falsas, o que motivou a realização da operação desta sexta-feira. O celular apreendido será submetido à perícia técnica com o objetivo de coletar provas que possam auxiliar na identificação de outros envolvidos, especialmente os responsáveis pelo fornecimento das cédulas falsas, além de esclarecer a dimensão da atividade criminosa. A Polícia Federal informou que as investigações continuam e não descarta o envolvimento de outras pessoas no esquema de falsificação e circulação de dinheiro. O crime de moeda falsa está previsto no artigo 289 do Código Penal Brasileiro e pode resultar em pena de até 12 anos de reclusão, além de multa, para quem falsificar, adquirir, guardar, transportar ou colocar em circulação cédulas falsas, sabendo da irregularidade. Fonte: PF

  • Vereador de Frutal é denunciado pelo Ministério Público por suposto tráfico de influência em cirurgias do SUS

    Divulgação/O Ministério Público de Minas Gerais denunciou um vereador de Frutal por suposto tráfico de influência ao intermediar cirurgias do SUS fora da fila oficial de regulação, beneficiando pacientes por meio de influência política, segundo a investigação. Investigação aponta que parlamentar teria utilizado influência política para obter atendimento prioritário a eleitores, desrespeitando a fila de regulação do Sistema Único de Saúde. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Frutal, denunciou à Justiça um vereador do município por suposta prática do crime de tráfico de influência. A denúncia foi apresentada na última quinta-feira (9) e tem como base uma investigação que aponta o uso de prestígio político para garantir atendimento prioritário em cirurgias do Sistema Único de Saúde (SUS), em desacordo com os critérios oficiais de regulação. Segundo o Ministério Público, os fatos ocorreram entre setembro e outubro de 2024. As investigações indicam que o parlamentar intermediou o acesso de três moradores de Frutal a procedimentos de alta complexidade realizados em um hospital universitário localizado em Araguari, no Triângulo Mineiro. De acordo com a denúncia, os pacientes foram encaminhados para cirurgias e atendimentos especializados sem seguir o fluxo regular estabelecido pelo SUS. Os casos envolvem procedimentos ortopédicos e outras cirurgias de alta complexidade. A Promotoria de Justiça afirma que a Secretaria Municipal de Saúde de Frutal não possuía pactuação com o município de Araguari nem com a unidade hospitalar responsável pelos procedimentos. Além disso, os pacientes já estavam cadastrados no sistema oficial de regulação do SUS e aguardavam atendimento pela rede regional previamente estabelecida. Para o Ministério Público, a atuação do vereador comprometeu a ordem da fila pública de saúde, beneficiando determinados pacientes em detrimento de outros que aguardavam atendimento especializado. A Promotoria ressalta que esse tipo de conduta viola os princípios da isonomia, da universalidade e da equidade que norteiam o acesso ao Sistema Único de Saúde. Entre as provas reunidas durante a investigação estão declarações feitas pelo próprio vereador durante uma sessão da Câmara Municipal de Frutal, realizada em dezembro de 2024. Na ocasião, conforme o MPMG, o parlamentar afirmou ter conseguido viabilizar cirurgias em Araguari por meio de apoio político e contatos parlamentares. Ainda segundo a investigação, o vereador relatou que a Secretaria Municipal de Saúde se recusou a assinar as guias de autorização para os procedimentos, alegando que o encaminhamento não seguia as normas administrativas e financeiras vigentes no município. A promotora de Justiça Daniela Campos, responsável pela denúncia, destacou que a intermediação de cirurgias fora do fluxo regular do SUS mediante influência política representa uma violação ao direito universal à saúde e pode causar prejuízos à gestão pública. Segundo ela, as declarações feitas pelo vereador durante a sessão legislativa constituem importantes elementos de prova e reforçam a necessidade de responsabilização pelos fatos investigados. Na denúncia, o Ministério Público também sustenta que a imunidade parlamentar não alcança as condutas apuradas. Conforme a Promotoria, a proteção constitucional assegura inviolabilidade para opiniões, palavras e votos relacionados ao exercício do mandato, mas não se estende a eventuais atos materiais que possam caracterizar desvio de função ou prática criminosa. Com a apresentação da denúncia, o MPMG requer que a Justiça receba a ação penal e dê prosseguimento ao processo para apuração dos fatos e eventual responsabilização do vereador. Fonte:MPMG

  • Fertipar Sudeste fortalece o esporte e incentiva novas gerações por meio do futebol amador

    Reprodução O esporte é uma das mais importantes ferramentas de transformação social. Muito além da competição, ele promove inclusão, disciplina, trabalho em equipe, respeito e qualidade de vida. Em Varginha, essa realidade ganha ainda mais força com a chegada de mais uma edição do tradicional Campeonato Amador (Amadorzão 2026), que terá início em 2 de agosto de 2026, reunindo equipes, famílias e torcedores em uma grande celebração do futebol local. Entre os times que entram em campo está o Fertipar Futebol Clube, equipe que representa a história, os valores e o compromisso social da Fertipar Sudeste com a comunidade varginhense. Fundado em 1999, o Fertipar Futebol Clube nasceu da paixão de seus colaboradores pelo futebol. Ao longo de sua trajetória, tornou-se uma das equipes mais tradicionais do Campeonato Amador de Varginha, conquistando cinco títulos e construindo uma história marcada por dedicação, união e espírito esportivo. Em 2026, o clube inicia mais uma temporada com um elenco renovado, preparado para disputar o campeonato e buscar mais uma conquista. Mais do que resultados dentro das quatro linhas, o objetivo é fortalecer o esporte como instrumento de integração, cidadania e desenvolvimento humano. Para a Fertipar Sudeste, apoiar o futebol amador significa acreditar no potencial das pessoas. Cada campeonato representa uma oportunidade para que jovens atletas desenvolvam valores essenciais, como responsabilidade, disciplina, respeito às regras, cooperação e perseverança, princípios que também fazem parte da cultura da empresa. O incentivo ao esporte gera benefícios que vão muito além dos gramados. Os campeonatos movimentam a economia local, fortalecem o comércio, aproximam famílias, estimulam a convivência comunitária e criam um ambiente saudável para crianças, adolescentes e adultos. Investir no esporte é investir em uma cidade mais unida, mais ativa e com melhores perspectivas para o futuro. Ao longo de quase três décadas, o Fertipar Futebol Clube consolidou-se como símbolo de tradição e orgulho. Sua camisa representa não apenas uma equipe competitiva, mas também o compromisso de uma empresa que acredita na responsabilidade social e na importância de contribuir para o desenvolvimento da comunidade onde está presente. Com o início do Amadorzão 2026, a expectativa é de grandes partidas, arquibancadas cheias e muito espírito esportivo. Que cada jogo seja uma oportunidade de celebrar o talento dos atletas, incentivar os jovens e reforçar que o esporte continua sendo um dos caminhos mais eficazes para construir uma sociedade mais forte e mais solidária. A Fertipar Sudeste deseja sucesso a todas as equipes participantes e reafirma seu compromisso em continuar apoiando iniciativas que promovam o esporte, a cidadania e o desenvolvimento de Varginha. Porque quando uma empresa investe no esporte, ela investe em pessoas. E quando investe em pessoas, ajuda a construir um futuro melhor para toda a comunidade. Fonte: Fertipar Sudeste Produção: Gazeta de Varginha

  • Fiscalizações da Energisa descobrem 95 ligações clandestinas e fraudes em 15 municípios

    Reprodução Um levantamento divulgado pela Energisa Sul-Sudeste apontou que 95 casos de furto e fraude de energia elétrica foram identificados entre janeiro e junho de 2026 nos municípios atendidos pela concessionária na região de Bragança Paulista e no Sul de Minas Gerais. Segundo a empresa, as irregularidades provocaram um prejuízo superior a R$ 384 mil. A quantidade de energia desviada nos casos confirmados chegou a 480.039 kWh, volume suficiente para abastecer cerca de 2,4 mil famílias durante um mês. As fiscalizações foram realizadas em 15 municípios da área de concessão da empresa e envolveram imóveis residenciais, estabelecimentos comerciais, indústrias e propriedades localizadas tanto em áreas urbanas quanto rurais. De acordo com a Energisa, as fraudes ocorreram principalmente por meio de ligações clandestinas e da adulteração de medidores de consumo. Além dos prejuízos financeiros, esse tipo de prática representou riscos à segurança, podendo provocar curtos-circuitos, incêndios e acidentes com pessoas que realizam intervenções na rede elétrica sem autorização e sem conhecimento técnico. Para identificar possíveis irregularidades, a concessionária informou que utilizou sistemas de monitoramento do consumo de energia, ferramentas de análise de dados e recursos de inteligência artificial. Após a identificação de indícios de fraude, equipes técnicas realizaram inspeções e operações que contaram com o apoio das polícias Militar e Civil. A empresa também ressaltou que os custos decorrentes da energia furtada são considerados na composição das tarifas e acabam sendo rateados entre os consumidores, impactando aqueles que mantêm o pagamento das contas em dia. A Energisa informou ainda que denúncias sobre suspeitas de furto ou fraude de energia podem ser feitas de forma anônima pelo telefone 0800 70 10 326 ou pelos canais oficiais de atendimento da concessionária.

  • Jornal Gazeta de Varginha Edição 11.989

    Clique no link abaixo para o Download do Jornal Digital completo

  • MPMG deflagra operações contra organizações criminosas envolvidas em desvio de cargas e receptação em Minas Gerais

    Reprodução O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) Regional de Uberaba, em conjunto com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e apoio dos Gaecos Regionais de Uberlândia, Patos de Minas e Caldas Novas (GO), deflagrou na manhã de quinta-feira (9) as operações “Chave na Mão 2” e “Brute Force”, voltadas ao combate à receptação de cargas roubadas e outros crimes relacionados. A operação “Chave na Mão 2” cumpriu oito mandados de busca e apreensão nos municípios de Uberaba, Uberlândia, Lagoa Formosa e Caldas Novas, além do bloqueio judicial de cerca de R$ 2 milhões em bens e valores de investigados por suspeita de integrar uma organização criminosa especializada no desvio de cargas. Os investigados poderão responder por crimes como organização criminosa, furto mediante fraude, estelionato, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos dez aparelhos celulares e diversos documentos, que serão analisados pela perícia. Em Lagoa Formosa, um empresário foi preso em flagrante por crime contra as relações de consumo, após a identificação da venda de produtos impróprios para consumo humano. O estabelecimento foi interditado pelos órgãos competentes. A operação “Brute Force” cumpriu dois mandados de prisão e quatro mandados de busca e apreensão em Uberaba, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de atuar na receptação de fios de cobre e aparelhos celulares. As investigações apontaram a existência de uma cadeia organizada de receptação envolvendo ferros-velhos, comerciantes e assistências técnicas, responsáveis pela compra, ocultação e revenda de materiais provenientes de furtos e roubos. Durante a ação, foram cumpridos dois mandados de prisão, realizada uma prisão em flagrante por receptação de fios de cobre e localizada uma pessoa foragida da Justiça. Também foram apreendidos oito aparelhos celulares, um computador, cinco pendrives e diversos documentos para análise pericial. As operações contaram ainda com a participação da Polícia Militar de Meio Ambiente, da Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais e da Prefeitura de Uberaba, que atuaram em ações fiscalizatórias e administrativas nos locais investigados. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos, ampliar a responsabilização criminal e buscar a recuperação de ativos obtidos por meio das atividades ilícitas. O nome “Chave na Mão” faz referência à prática conhecida como “chaveirinho”, em que o motorista simula ter sido vítima de roubo ou furto da carga, quando, na verdade, entrega a mercadoria a um receptador previamente combinado. Já a operação “Brute Force”, que significa “força bruta”, representa a atuação integrada das forças de segurança, com emprego de recursos operacionais, inteligência e fiscalização para identificar e combater grupos envolvidos em crimes.

Gazeta de Varginha

bottom of page