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  • Vacina experimental mostra potencial para atrasar retorno de câncer de pâncreas e colorretal

    Pesquisadores anunciaram resultados promissores de uma vacina experimental capaz de treinar o sistema imunológico para reconhecer e combater células tumorais associadas a dois dos cânceres mais letais: pâncreas e colorretal. Publicados na Nature Medicine, os dados indicam que a vacina ELI-002 2P prolongou a sobrevida e atrasou a recorrência do tumor em pacientes que já haviam passado por cirurgia e quimioterapia, mas ainda apresentavam vestígios da doença no sangue. O imunizante mira mutações no gene KRAS, comuns nesses tipos de câncer e responsáveis por estimular o crescimento celular descontrolado. Ao ser aplicada, leva fragmentos dessas mutações diretamente para os linfonodos, onde o sistema imune aprende a identificar e atacar as células alteradas. Ao contrário de terapias personalizadas, a ELI-002 2P pode ser produzida em larga escala e armazenada, facilitando seu acesso. No estudo clínico de fase 1 com 25 pacientes, 68% desenvolveram forte resposta imunológica contra o KRAS. Entre os casos de câncer de pâncreas, a sobrevida média foi de 29 meses e o tempo livre de recorrência ultrapassou 15 meses — números superiores aos históricos para esse tipo de tumor. Curiosamente, alguns voluntários responderam também a mutações do KRAS não incluídas na fórmula, sugerindo efeito mais amplo da vacina. O próximo passo será um estudo de fase 2 com mais participantes e metodologia mais rigorosa. Caso os resultados se confirmem, o imunizante poderá integrar o arsenal contra a recidiva, aumentando o tempo de vida e a qualidade de pacientes com poucas opções após o tratamento inicial. Especialistas explicam que o câncer pode voltar devido a micro metástases não detectáveis por exames, e por isso o acompanhamento médico contínuo é essencial para identificar recaídas precocemente.

  • Prefeitura realiza capina em 13 bairros e duas avenidas de Varginha nesta terça

    Divulgação Mutirão de capina avança por 13 bairros e avenidas de Varginha nesta terça-feira. A Prefeitura de Varginha informou que, nesta terça-feira (12), as equipes de limpeza urbana darão continuidade ao serviço de capina em diversos pontos da cidade. A ação abrange os bairros Centro, São Geraldo, Novo Tempo, Rezende, Jardim Áurea, Imperial, São Francisco, Vila Paiva, Cruzeiro do Sul, Corcetti, Imaculada e Eldorado, além da Avenida dos Tachos e da Avenida Otávio Marques de Paiva. O trabalho integra o cronograma permanente de manutenção e limpeza, que busca garantir a preservação dos espaços públicos e a melhoria da qualidade de vida dos moradores. Fonte: PMV

  • Haddad diz que reunião com secretário do Tesouro dos EUA foi cancelada após ação de Eduardo Bolsonaro

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (11) que a reunião marcada para quarta-feira (13) com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, foi cancelada pelo governo norte-americano. Segundo Haddad, a decisão foi resultado de uma articulação do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) junto a aliados do presidente Donald Trump. O ministro disse que o encontro seria virtual e foi desmarcado após “militância antidiplomática” agir junto a assessores da Casa Branca. A justificativa oficial enviada por e-mail foi “falta de agenda”, e não há previsão para nova data. Haddad relatou que Eduardo Bolsonaro já havia declarado publicamente a intenção de inibir contatos entre os governos brasileiro e norte-americano. A confirmação do cancelamento teria ocorrido cerca de dois dias depois dessas declarações. O ministro destacou que a situação do Brasil é distinta de outros países no contexto do tarifaço imposto por Trump, que, segundo ele, foi influenciado pelo julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF. Em resposta, Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo divulgaram nota afirmando que não têm controle sobre a agenda do secretário americano, acusando Haddad de “culpar terceiros pela própria incompetência” e Lula de “inflamar a crise diplomática”. Eles também reforçaram que seguem com reuniões em Washington e criticaram a política externa do governo atual.

  • Guardiões do Campo levam conscientização e segurança a pais de alunos na zona rural

    Divulgação Guarda Civil de Varginha aborda tema do racismo em reunião de pais na zona rural. Na manhã desta segunda-feira (11/8), integrantes do projeto Guardiões do Campo, da Guarda Civil Municipal de Varginha (GCMV), participaram de uma reunião de pais na Escola Rural Emílio Justiniano de Resende Silva, conhecida como Escola dos Tachos, localizada na zona rural do município. A equipe, formada pelo subinspetor Gerson e pelo GCM Barreto, conversou com os presentes sobre o tema racismo, destacando a importância do respeito, da igualdade e da conscientização no ambiente escolar. Também foram debatidas questões específicas enfrentadas por escolas rurais, além de orientações sobre segurança de forma geral, reforçando o papel preventivo e educativo da GCMV junto à comunidade. Fonte: PMV

  • PF, Receita e Procon combatem comércio ilegal e lavagem de dinheiro no Triângulo Mineiro

    Divulgação Operação Fidúcia II combate comércio irregular e sonegação fiscal em Uberlândia. A Polícia Federal, a Receita Federal do Brasil e o Procon Municipal de Uberlândia deflagraram, nesta segunda-feira (11/8), a Operação Fidúcia II. A ação tem como objetivo combater a comercialização de produtos de origem irregular, a sonegação fiscal e a lavagem de dinheiro em estabelecimentos da cidade. A nova fase é uma ampliação da Operação Fidúcia I, realizada em julho deste ano, e busca desarticular redes criminosas mais complexas ligadas ao setor de vestuário e acessórios. Nesta etapa, dois comércios localizados nos bairros Centro e Lídice foram alvo das equipes, após indícios de venda de mercadorias falsificadas e sem documentação fiscal. Durante as fiscalizações, constatou-se que nenhuma das lojas possuía registro de entrada de mercadorias, reforçando as suspeitas de irregularidades. As investigações apontam para uma operação coordenada envolvendo diversas empresas, algumas abertas recentemente e com expansão sistemática de São Paulo para Minas Gerais, possivelmente vinculadas a organizações criminosas atuantes no Brás, tradicional polo comercial paulistano. De acordo com a PF, os investigados movimentaram mais de R$ 7 milhões no último ano, sem declarar qualquer rendimento no período, o que sugere ocultação de patrimônio e evasão fiscal. Durante a operação, foram apreendidos centenas de produtos falsificados, além de documentos e aparelhos celulares. Representantes legais das marcas estiveram presentes para atestar a contrafação, o que pode embasar prisões em flagrante. O valor estimado das mercadorias apreendidas ultrapassa R$ 2 milhões. Após a conclusão dos procedimentos administrativos, os produtos serão declarados perdidos em favor da União e terão suas marcas removidas antes de serem doados a instituições beneficentes previamente cadastradas. Fonte: PF

  • Homem é preso em Bocaiuva ao receber R$ 1 mil em notas falsas pelos Correios

    Divulgação Homem é preso pela PF em Bocaiuva ao receber R$ 1 mil em cédulas falsas pelos Correios. Um homem foi preso em flagrante pela Polícia Federal (PF) nesta segunda-feira (11/8) em Bocaiuva, no Norte de Minas, suspeito de receber moeda falsa por meio de entrega postal. A ação foi desencadeada após investigação conjunta entre os Correios e a PF. Segundo as apurações, a encomenda havia sido enviada do Rio de Janeiro (RJ) e estava destinada ao endereço do investigado. No pacote, os policiais encontraram R$ 1.000 em cédulas falsas. O suspeito foi levado para a Delegacia de Polícia Federal em Montes Claros, onde prestou depoimento. Durante a abordagem, os agentes também apreenderam o telefone celular do homem, que será submetido à perícia para aprofundar as investigações e identificar outros possíveis envolvidos no crime. Fonte: PF

  • Mulher é condenada por matar companheiro e ocultar corpo concretado debaixo da cama, em BH

    A ré foi julgada pela morte do companheiro e pela ocultação do cadáver dele, cimentado debaixo da cama do casal (Crédito: Joubert Oliveira / TJMG) O Conselho de Sentença da Comarca de Belo Horizonte condenou uma mulher acusada de enforcar e matar o companheiro, ocultando o corpo concretado debaixo da cama do casal. Ela foi considerada culpada pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. De acordo com a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o crime ocorreu na madrugada de 30 de outubro de 2022, na residência da família, localizada na Rua Zumbi dos Palmares, na Ocupação Rosa Leão, bairro Granja Werneck. A acusada teria esganado e estrangulado Marcos Antônio Soares, provocando sua morte por asfixia. Segundo o MPMG, o homicídio foi praticado de forma que impossibilitou a defesa da vítima, que estava no quarto durante a noite, sem chance de reação. O motivo foi classificado como torpe: um sentimento de posse e ciúmes, diante da suspeita de que Marcos mantinha relacionamentos com outras mulheres. Após o crime, a mulher ocultou o corpo sob a cama e o cobriu com cimento e argamassa. Ela ainda dissimulou o ocorrido, alegando desaparecimento da vítima e orientando a filha a registrar boletim de ocorrência. O corpo foi encontrado oito dias depois, quando o pai da acusada, que cuidava dos netos, foi à casa buscar pertences e se deparou com a cena. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu a tese de homicídio privilegiado, prevista no artigo 121, §1º, do Código Penal, por ter sido cometido “sob o domínio de violenta emoção, logo após injusta provocação da vítima”. Assim, a pena, inicialmente fixada em mais de 14 anos, foi reduzida para 10 anos e seis meses de prisão. A acusada, que respondia ao processo em liberdade, teve prisão decretada imediatamente após a condenação. O juiz Luiz Felipe Sampaio Aranha determinou que ela não poderá recorrer solta, e ela deixou o Fórum Lafayette já presa. Fonte: TJMG

  • Fórum Lixo e Cidadania aponta medidas para gestão de resíduos e valorização de catadores

    Divulgação MPMG recomenda plano de gestão de resíduos e inclusão de catadores em Itajubá. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Coordenadoria de Apoio Comunitário, Inclusão e Mobilização Sociais do Sul de Minas (Cimos-Sul), encaminhou, na última sexta-feira (8/8), ofício à Prefeitura de Itajubá recomendando a elaboração de um Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS) e a criação de uma política de médio e longo prazo voltada à inclusão socioprodutiva de catadores de materiais recicláveis. Entre as sugestões, também está a realização de um estudo de viabilidade para implantação de um galpão de reciclagem no antigo lixão desativado do bairro Pessegueiros. Em outro documento, o MPMG solicitou informações detalhadas sobre a arrecadação da Taxa de Manejo de Resíduos Sólidos (TMRS), o contrato com a empresa responsável pela limpeza urbana, as ações de inclusão de catadores e a aquisição de caminhões para coleta seletiva. As medidas foram propostas como desdobramento da primeira reunião do Fórum Municipal Lixo e Cidadania (FMLC), realizada em 22 de julho. O encontro reuniu representantes da Prefeitura, Câmara Municipal, associações de catadores e membros da sociedade civil para debater os desafios na gestão de resíduos do município. As recomendações do MPMG resultaram de um diálogo mediado pelo órgão entre catadores e gestores públicos. Durante a reunião, foram apresentadas propostas como mutirões de cadastramento, melhorias na infraestrutura, ampliação de ações de educação ambiental e fortalecimento da comunicação com a população. Para a promotora de Justiça e coordenadora da Cimos-Sul, Sumara Aparecida Marçal Soares, o Fórum é “um espaço aberto ao diálogo e à construção coletiva de soluções”, com foco na ampliação da coleta seletiva e na valorização do trabalho dos catadores. A próxima reunião do FMLC está marcada para 30 de setembro, na sede da Associação das Antigas Alunas da Providência. Fonte: MPMG

  • Dez pessoas, incluindo PMs, são condenadas por integrar organização criminosa armada em Juiz de Fora

    Divulgação Rede criminosa com atuação em Juiz de Fora tem dez integrantes condenados a até 48 anos de prisão. Dez pessoas denunciadas pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), foram condenadas pela Justiça a penas que chegam a 48 anos de reclusão. Os crimes incluem usura, extorsão, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa armada. O grupo atuava em Juiz de Fora, na Zona da Mata, e foi alvo de uma operação deflagrada em julho de 2023. As investigações começaram a partir de uma notícia-crime encaminhada pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) ao Gaeco, relatando suspeitas de que a rede criminosa estaria envolvida com tráfico de drogas, tráfico de armas, agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro. O relatório da PMMG também apontou o envolvimento de dois policiais militares, que teriam se associado a traficantes dos bairros Santo Antônio e Vila Ideal. Segundo a denúncia, os militares forneciam proteção pessoal aos criminosos e garantia aos negócios ilícitos da organização, repassando informações privilegiadas e monitorando possíveis ações policiais. O grupo utilizava empresas financeiras como fachada para a lavagem de dinheiro, realizando empréstimos a juros abusivos. Para cobrar as dívidas, recorriam a ameaças, violência física e intimidação, inclusive com uso de armas de fogo. O capital para os empréstimos teria origem, em grande parte, no tráfico de drogas. Além disso, os criminosos captavam investidores que, cientes da origem ilícita dos recursos e da forma violenta de cobrança, aportavam dinheiro em troca de rendimentos muito acima dos valores praticados no mercado. Ao todo, sete homens — entre eles os dois policiais militares — e três mulheres foram condenados. As penas variam de oito a 48 anos de reclusão e de dois a 23 anos de detenção, além do pagamento de multas. O regime inicial será fechado, e cinco dos condenados, que já estavam presos preventivamente, não poderão recorrer em liberdade. A sentença também determinou a perda de bens e valores obtidos com as atividades criminosas e, no caso dos policiais, a perda da função pública após o trânsito em julgado. Fonte: MPMG

  • Filha do prefeito é afastada do cargo de secretária de Saúde por decisão judicial

    Divulgação Justiça afasta secretária de Saúde de Mantena por nepotismo. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público de Mantena, no Vale do Rio Doce, obteve na Justiça o afastamento imediato da secretária municipal de Saúde. A decisão, concedida em caráter liminar, apontou prática de nepotismo, já que a ocupante do cargo é filha do prefeito e, no momento da nomeação, não possuía qualificação técnica nem histórico profissional compatível com a função. Segundo a decisão judicial, a nomeação de parentes para cargos públicos sem formação ou experiência adequadas fere os princípios constitucionais da moralidade, impessoalidade e eficiência, configurando ato de improbidade administrativa. A defesa do prefeito sustentou que a nomeação não caracterizaria nepotismo por se tratar de cargo político e afirmou que a secretária teria qualificação compatível, destacando a realização de cursos técnicos na área da saúde e resultados positivos obtidos na gestão, como o aumento de diagnósticos de câncer de mama e a otimização de recursos. O juízo, no entanto, entendeu que os cursos citados, de curta duração, e a matrícula em um curso superior de tecnologia em Gestão de Saúde Pública ocorreram somente após a nomeação e durante o inquérito civil, o que indicaria tentativa de justificar a escolha. A decisão ressaltou que a simples matrícula não garante qualificação técnica e que o vínculo de parentesco foi determinante para o ato, violando o princípio da impessoalidade. A Justiça aplicou ao caso a Súmula Vinculante nº 13 do Supremo Tribunal Federal (STF), que proíbe a nomeação de cônjuges, companheiros ou parentes até o terceiro grau para cargos de comissão ou confiança. Embora a súmula não se aplique automaticamente a cargos políticos, a Corte admite análise individual para identificar violação aos princípios constitucionais, como entendeu o juízo de Mantena. Como medida liminar, o prefeito deverá nomear um novo titular para a pasta que atenda às exigências legais e respeite os princípios da administração pública, sem incorrer em nepotismo. O descumprimento implicará multa diária de R$ 1 mil, limitada a R$ 100 mil. O prefeito e a secretária afastada têm 30 dias para apresentar defesa. Fonte: MPMG

  • Trabalhadora perde direitos após fazer bronzeamento enquanto estava de atestado

    Divulgação TRT-MG mantém justa causa de trabalhadora que fez bronzeamento artificial durante afastamento médico. O Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG) manteve a dispensa por justa causa de uma auxiliar administrativa de uma confeitaria que, durante afastamento médico por gastroenterite, submeteu-se a um procedimento de bronzeamento artificial. A decisão, proferida pela juíza June Bayão Gomes Guerra, então titular da 11ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, foi confirmada pela Sexta Turma do tribunal e não cabe mais recurso. A trabalhadora buscava a reversão da penalidade para dispensa sem justa causa, o que lhe garantiria o recebimento de verbas rescisórias como aviso-prévio indenizado, férias e 13º proporcionais, FGTS com multa de 40% e seguro-desemprego. Ela alegou que, após sentir-se mal, procurou atendimento médico e recebeu atestado de três dias de afastamento, mas afirmou ter se sentido melhor já no dia seguinte e, por isso, realizou o procedimento estético. Ao analisar o caso, a juíza destacou que, se a funcionária estava em condições de se submeter ao bronzeamento artificial, também poderia ter retornado ao trabalho. Segundo a magistrada, o afastamento médico seria justificável apenas diante de impossibilidade de permanência fora de casa devido aos sintomas e para evitar risco de contaminação de terceiros. A decisão também observou que o procedimento estético apresenta risco de desidratação, incompatível com o quadro de gastroenterite registrado no atestado. Em depoimento, a dona da clínica de bronzeamento relatou que a cliente se declarou saudável e bem alimentada antes da sessão. Para a Justiça, a conduta da empregada não caracterizou falsidade de atestado, mas demonstrou falta de interesse pelo trabalho e violação dos princípios de boa-fé e lealdade no contrato laboral. A quebra de confiança foi considerada grave o suficiente para justificar a dispensa por justa causa. Ao confirmar a sentença, a Sexta Turma do TRT-MG registrou que, embora o trabalhador não seja obrigado a prestar serviços durante o atestado, não é admissível que realize atividades contrárias à recuperação da saúde. O processo segue agora em fase de execução. Fonte: TRT

  • Acidente na Fernão Dias termina com prisão e recuperação de carga de pneus

    Divulgação PRF prende homem durante saque de carga de pneus após acidente na Fernão Dias. Na tarde de sexta-feira (9), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu em flagrante um homem acusado de saquear pneus de um caminhão tombado no km 907 da BR-381, a Rodovia Fernão Dias, em Cambuí, Sul de Minas. O acidente ocorreu por volta das 12h50, quando o veículo, carregado com pneus, perdeu o controle, colidiu contra o canteiro central e tombou. A região já é conhecida por registrar acidentes semelhantes e conta com radares para redução de velocidade. Segundo a PRF, logo após o tombamento, indivíduos com rostos cobertos se aproximaram, ameaçaram o motorista e começaram a furtar a carga. Durante a ação policial, um caminhoneiro foi flagrado retirando pneus e acabou preso no local. Pouco depois, um carro carregado até o teto com pneus furtados tentou fugir ao perceber a presença da polícia. No entanto, derrapou no óleo derramado na pista e bateu no canteiro central. Os ocupantes abandonaram o veículo e fugiram para a mata, sem serem localizados. Parte da carga foi encontrada escondida no matagal e recuperada. O preso foi encaminhado à Polícia Civil de Pouso Alegre (MG), enquanto os veículos e pneus apreendidos foram levados para um pátio credenciado da corporação. Fonte: PRF

  • Acusada de desviar R$ 145 mil, funcionária de hospital filantrópico é denunciada pelo MP

    Divulgação Funcionária de hospital é denunciada por peculato após desvio de R$ 145 mil em Viçosa. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou a coordenadora de atendimento da Casa de Caridade de Viçosa, mantenedora do Hospital São Sebastião, por suposto desvio de aproximadamente R$ 145 mil durante o exercício de suas funções. A acusada teria se apropriado de valores pagos por pacientes para procedimentos e internações particulares, deixando de repassá-los ao setor financeiro da instituição. Intimada pela Justiça, ela terá dez dias para apresentar defesa. Segundo a Promotoria de Justiça de Viçosa, o caso configura crime de peculato, previsto no Código Penal, que ocorre quando um servidor público se apropria de dinheiro ou bens a que tem acesso em razão do cargo. A pena para esse delito varia de dois a 12 anos de reclusão, além de multa. Na denúncia, o promotor Luís Cláudio Fonseca Magalhães solicita o ressarcimento integral do valor desviado, devidamente corrigido, e a aplicação de multa por dano moral coletivo. O objetivo, segundo ele, é “ressarcir, punir e inibir a injusta e inaceitável lesão aos valores primordiais da coletividade”. As investigações apontaram que a denunciada era responsável por negociar e receber pagamentos de pacientes atendidos de forma particular, além de repassar o montante ao setor financeiro. Os pagamentos em espécie deveriam ser registrados em recibos de três vias: uma para o controle interno, outra para a coordenação de atendimento e uma terceira entregue ao paciente. O MPMG afirma que a funcionária descontinuou os protocolos de segurança implementados por seu antecessor, deixando de realizar o fechamento de caixa e o repasse adequado dos valores. A apuração também identificou divergências entre registros, atendimentos e recibos emitidos, além do desaparecimento de blocos e documentos. Para o promotor, a conduta prejudicou a imagem da Casa de Caridade de Viçosa, reconhecida por seu caráter filantrópico e certificada como Entidade Beneficente de Assistência Social em Saúde (Cebas). “Os crimes executados pela denunciada prejudicaram de forma indelével o bom nome e a reputação da Casa de Caridade de Viçosa perante a comunidade local”, afirmou Magalhães. Fonte: MPMG

  • TJMG recebe denúncia contra ex-prefeito por direcionar licitações e favorecer familiares

    Divulgação Ex-prefeito de Poté é denunciado por fraudar licitações e favorecer familiares. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) recebeu denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) contra um ex-prefeito de Poté, no Vale do Mucuri, que esteve à frente do Executivo municipal entre 2017 e 2020 e de 2021 a 2024. Ele, um irmão e um terceiro acusado são apontados como responsáveis por fraudar dois processos licitatórios em 2018. A investigação, conduzida pela Procuradoria de Justiça Especializada em Ações de Competência Originária Criminal (PCO), aponta que o então prefeito direcionou os certames para beneficiar a si próprio, ao irmão e ao outro denunciado. No caso do Pregão Presencial nº 01/2018, a empresa vencedora era, de fato, controlada pelo prefeito e pelo irmão, embora estivesse formalmente registrada em nome do terceiro acusado. Segundo o MPMG, os bloquetes licitados eram produzidos na fazenda do irmão do ex-prefeito, utilizando cimento fornecido pela prefeitura. Já na Carta Convite nº 01/2018, destinada à execução de obras e serviços de pavimentação em alvenaria poliédrica, a vencedora havia sido criada apenas seis meses antes e não tinha capacidade técnica para cumprir o contrato, o que evidenciaria o direcionamento da licitação. O MPMG afirma que o ex-prefeito usou sua posição hierárquica para manipular os processos, simulando pesquisas de preços com empresas que não participaram das concorrências e empregando recursos públicos — como cimento, transporte e estrutura municipal — em benefício de empresas ligadas a ele ou a familiares, configurando conflito de interesses e vantagem indevida. Fonte: MPMG

  • Caiu em golpe do Pix e não acionou o banco: TJMG considera culpa exclusiva da vítima

    Divulgação TJMG nega indenização a mulher vítima de “golpe do Pix” por considerar culpa exclusiva da vítima. A 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) manteve decisão da Vara Única de Montalvânia e negou o pedido de indenização de uma correntista que caiu no chamado “golpe do Pix”. Para o colegiado, ficou comprovado que a fraude ocorreu sem qualquer participação da instituição financeira e que houve negligência da própria cliente ao não utilizar os canais oficiais do banco para confirmar a situação. O caso ocorreu em agosto de 2023. A cliente percebeu a contratação, em seu nome, de um empréstimo pessoal no valor de R$ 5 mil, seguida da realização de transferências via Pix para pessoas desconhecidas. Ao buscar a devolução dos valores junto ao banco, não obteve sucesso e decidiu ingressar na Justiça pedindo restituição e indenização por danos morais. Na primeira instância, o juiz considerou o pedido improcedente e extinguiu o processo. Inconformada, a mulher recorreu ao TJMG. No julgamento, a relatora, desembargadora Cláudia Maia, reconheceu que a relação entre as partes é regida pelo Código de Defesa do Consumidor, mas ressaltou que isso, por si só, não implica responsabilidade automática do banco. Segundo a magistrada, as provas mostraram que a cliente recebeu uma mensagem de SMS informando sobre a suposta contratação de um empréstimo e, a partir do número indicado, entrou em contato com falsos atendentes, tanto por telefone quanto por aplicativo de mensagens. Na sequência, fez dois Pix para contas de terceiros, que se revelaram golpistas. Para a relatora, a cliente agiu sem a devida cautela: “Ficou evidente sua falta de diligência ao efetuar o Pix, pois deveria ligar para os canais oficiais de seu banco ou para o seu gerente, a fim de se assegurar da veracidade das informações. Dessa forma, caracterizou-se a culpa exclusiva da vítima”, concluiu. O entendimento foi acompanhado pelo desembargador Marco Aurélio Ferenzini e pelo juiz convocado Clayton Rosa de Resende. Com a decisão, ficou confirmado que o banco não terá de indenizar nem devolver os valores, já que as transferências foram realizadas de forma voluntária pela cliente, induzida por estelionatários. Fonte: TJMG

  • Operação em Pouso Alegre flagra transporte ilegal de aves silvestres

    Divulgação Operação da PRF e PMRv resgata 86 trinca-ferros transportados ilegalmente em Pouso Alegre. Na noite de sábado (9), uma ação conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar Rodoviária (PMRv) resultou no resgate de 86 pássaros silvestres da espécie Saltator similis, conhecida popularmente como trinca-ferro, no km 98 da BR-459, em Pouso Alegre, Sul de Minas. As aves eram transportadas em condições precárias: gaiolas pequenas, sem ventilação ou acesso à água, cobertas por sacolas de pano que impediam a entrada de luz. Parte delas estava no interior do veículo e parte no porta-malas. Durante a abordagem, os agentes também apreenderam redes utilizadas na captura ilegal. O motorista confessou ter recolhido os pássaros no município de Machado (MG) e que pretendia revendê-los no estado de São Paulo. O homem foi autuado pelos crimes previstos nos artigos 29 e 32 da Lei de Crimes Ambientais, que tratam, respectivamente, da captura e maus-tratos a animais silvestres. Os trinca-ferros foram encaminhados para atendimento veterinário e, posteriormente, receberão destinação adequada. Fonte: PRF

  • FADIVA abre semestre letivo com momento de fé e união

    Reprodução Após a reunião de alinhamento pedagógico, a FADIVA viveu um instante de profunda espiritualidade com a presença do Padre Luiz Fernando, da Paróquia do Divino Espírito Santo, que gentilmente esteve ministrando uma bênção especial aos professores e colaboradores. A iniciativa partiu da Professora Priscilla Guimarães e foi prontamente acolhida com carinho pela Presidência da Fundação e pela Direção da FADIVA, reconhecendo a importância de começarem mais um ciclo entregando tudo nas mãos de Deus. A FADIVA agradeceu imensamente à Paróquia do Divino Espírito Santo por abrir espaço para viverem esse momento tão significativo, e ao Padre Luiz Fernando por sua presença tão sensível e inspiradora. Que essa bênção os acompanhe durante todo o semestre, guiando cada passo, cada aula e cada decisão com sabedoria, amor e excelência. Fonte: FADIVA

  • Equipe Sub13 de Varginha vence Campestre e garante 2º lugar na fase de classificação da Lidarp 2025

    Reprodução No último final de semana, dia 9 de agosto de 2025, a equipe Sub13 de futebol da SEMEL Varginha disputou a última partida da fase de classificação da Lidarp Sub13, em Paraguaçu. Contra a equipe de Campestre, os varginhenses enfrentaram dificuldades na primeira etapa e saíram perdendo por 1 a 0. Porém, no segundo tempo, a equipe reagiu com gols de Luizinho e Davi Batista, virando o jogo e garantindo a vitória. Com esse resultado, Varginha finalizou a fase de classificação na segunda colocação da chave A, contabilizando quatro vitórias contra Serrania, Caldas, Paraguaçu e Campestre, além de uma derrota para Poços de Caldas. Agora, o time segue treinando enquanto aguarda a definição da classificação da chave B para conhecer os próximos adversários na competição. Os técnicos Wendel de Oliveira e José Lourenço elogiaram a atuação da equipe na última partida. “Foi uma partida de superação. Começamos atrás no placar e tivemos resiliência para buscar a vitória. Agora vamos concentrar ainda mais na preparação para a próxima fase”, ressaltaram. A participação da equipe na Lidarp conta com total apoio da Prefeitura de Varginha, voluntários e parceiros da iniciativa privada, entre eles CRABI, Auto Peças Joaquim Siqueira, Panificadora Floresta, Clínica Sentinela, Nova Fase Confecções, Sacolão da Fartura, Adrenaline, Transversal Transportes Ltda, RR Seguros e IOT Varginha.

  • Agosto Lilás reforça combate à violência contra a mulher em todo o país

    Você já ouviu falar do Agosto Lilás? A cor lilás simboliza respeito, dignidade e sinceridade. Por isso, é tema da campanha de conscientização sobre a luta pelo fim da violência contra a mulher. A campanha foi criada em referência à sanção da Lei Maria da Penha (Lei Federal nº 11.340/ 2006). Um dos objetivos do Agosto Lilás é a divulgação da lei que foi elaborada justamente para amparar as mulheres vítimas de violência, seja ela física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral. Em âmbito nacional, registra-se que a população feminina sofre violência a cada quatro minutos e que 43% dos casos acontecem dentro de casa. A necessidade de isolamento social no período de pandemia ocasionada pela Covid-19 trouxe uma preocupação real, devido ao fato de que para mulheres em situação de vulnerabilidade o cenário demonstrou-se trágico. Pesquisas e levantamentos de dados evidenciam que a violência contra a mulher afeta as mais variadas classes sociais, nível de escolaridade, raça, idade e religiões. Pode ocorrer em casa, entre pessoas da família ou entre grupos que mantenham relações íntimas de afeto, mesmo sem a convivência sob o mesmo teto. O agressor é, geralmente, o marido, o namorado, o pai, o irmão, o tio ou o avô. Mas a violência também pode vir de outra mulher, como a mãe, a sogra ou a cunhada. A denúncia de violência contra a mulher pode ser feita em delegacias e órgãos especializados, onde a vítima procura amparo e proteção. Veja, abaixo, um detalhamento sobre os tipos de violência: 1. Física: tapas, murros, empurrões, puxões de cabelo, pontapés, aranhões, prender, tentar afogar, provocar queimaduras, produzir danos ao corpo da mulher que, inclusive, podem levar a óbito (feminicídio); 2. Psicológica: humilhações, xingamentos, chantagens, comentários maldosos, fazer com que a mulher acredite que está louca, exposição íntima na internet sem a permissão da mulher (vídeos e/ou fotos), controle de ações, crenças e vontades; 3. Sexual: consiste em qualquer ação em que a mulher é ameaçada ou forçada a presenciar ou manter relação sexual sem seu consentimento, inclusive com o marido (estupro); 4. Patrimonial: tomar, esconder, subtrair, destruir documentos pessoais, de trabalho, bens e dinheiro da mulher. E, também, de impedi-la de receber salários, pensões, indenizações entre outros; 5. Moral: calúnias, insultos, difamações, injúrias, mentiras e exposições íntimas na internet (vídeos e/ou fotos) sem permissão da mulher. Na ocorrência de uma situação de violência é importante ter em mente os seguintes conceitos: a vítima não é culpada pela violência que sofre; a vítima pode depender financeiramente do agressor ou, ainda, pode existir uma relação de poder do agressor sobre a vítima; há razões para ela permanecer na situação, quer sejam: vergonha, medo de sofrer novas agressões, ameaças, inclusive de morte; a vítima tem medo que os filhos ou outras pessoas da casa também sofram violências. Pelos motivos supramencionados e, ainda, por outros que não estão contemplados no texto, muitas mulheres nem chegam a efetuar uma denúncia. Em diversos casos a mulher está vivenciando calada a situação de violência e pode acreditar que provocou a situação. No entanto, salienta-se que a vítima não é culpada pelas agressões que sofre e o medo e a vergonha podem colaborar para que ela mantenha-se em silêncio. Por isso, se você presencia ou tem conhecimento de situações de violência contra a mulher, denuncie.

  • Delegação de Varginha brilha e garante pódio nos Jogos da Advocacia Mineira 2025

    Reprodução Considerado o maior torneio esportivo da advocacia no mundo, os Jogos da Advocacia Mineira (JAM) 2025 seguiram batendo recordes e promovendo integração entre advogados e advogadas de todas as regiões do estado. Em sua 23ª edição, realizada de 30 de julho a 3 de agosto no SESC Venda Nova, em Belo Horizonte, o evento reuniu mais de 4.600 participantes, distribuídos em 164 delegações, representando 208 das 253 subseções da OAB/MG, com disputas em 42 modalidades esportivas. A OAB Varginha marcou presença com uma delegação dedicada e competitiva, coordenada pelo presidente da Comissão OAB Esporte, Dr. Breno Matoso, e pelos advogados Dra. Letícia Rego, Dr. Wagner Roschel, Dra. Bárbara Canela e Dr. João Rafael Reis. O trabalho de organização, mobilização e preparação dos atletas, realizado ao longo dos últimos meses, foi fundamental para garantir o preparo físico e mental da equipe, refletindo-se nos resultados expressivos alcançados. Desempenho da delegação varginhense: Giovanna Olivotto: Medalha de ouro no Tênis de Mesa Feminino; Victor Neves e Diogo Souza: Medalha de prata no Vôlei de Areia Masculino | Técnico: José Braga; Patrícia Vani: Medalha de prata no Tênis de Quadra Feminino; Cibelly Leal: Medalha de bronze nos 100 metros do Atletismo; Roberta Figueiredo: Medalha de prata na prova de 6 km do Atletismo. O presidente da OAB Varginha, Guilherme Maia, acompanhado do secretário-geral da subseção, Daniel Brandão, esteve presente durante todo o evento e parabenizou os atletas pelo desempenho exemplar e espírito esportivo. Ele reforçou o compromisso da entidade com a valorização da saúde, do bem-estar e da integração da advocacia. Fonte: OABVarginha

  • Varginha recebe Mostra de Cinema & Gastronomia Rural Mineira nos dias 27 e 28 de agosto

    Reprodução A Mostra de Cinema & Gastronomia Rural Mineira promete unir arte, cultura e sabores em dois dias de programação gratuita em Varginha (MG). O evento, que será realizado nos dias 27 e 28 de agosto, busca fomentar políticas públicas culturais, incentivar o turismo de negócios e valorizar a culinária mineira, promovendo a democratização do cinema e da cultura popular. Além das exibições de filmes, a Mostra contará com debates sobre temas essenciais do setor audiovisual, reunindo nomes de destaque no cenário nacional. Entre eles, o ator, diretor e especialista em Shakespeare Alexandre Barillari, lembrado pelo papel do vilão Guto, o “fantasma” da novela Alma Gêmea. A programação inclui ainda a participação da conselheira estadual de audiovisual Aryanne Ribeiro, realizadora de mostras e festivais e atuante na elaboração das Leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc; de Mônica Trigo, gestora cultural, consultora internacional e curadora de festivais; e de Naiara Bernardes, do MAX Sebrae, especialista em Economia Criativa e idealizadora de projetos de turismo e audiovisual. A agente territorial do Programa Nacional dos Comitês de Cultura (PNCC), Yasmin Penélope Silva Costa, ministrará uma oficina e conduzirá roda de conversa sobre a Política Nacional Cultura Viva. Já a atriz, diretora e cineasta Paula Braun compartilhará experiências e será responsável por uma oficina de cinema voltada a entusiastas da sétima arte. O evento é realizado pelo Ministério da Cultura, por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), e produzido pelo Ponto de Cultura Associação Artística e Assistencial Russilvânia Galo. Conta com apoio da Secretaria Estadual de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Secretaria Municipal de Turismo e Comércio de Varginha, Fundação Cultural, Prefeitura e Câmara Municipal de Varginha. O patrocínio é do Sicoob Credivar e do Via Garden Varginha Hotel, com parcerias da Emater-MG, Sebrae MAX, Rota Turística do Café Sul de Minas, Vida Viva, Senar – Centro de Excelência em Cafeicultura e Sindicato dos Produtores Rurais de Varginha/Faemg-Senar.

  • Missão técnica do Sistema Faemg Senar impulsiona queijarias do Vale do Suaçuí

    FAEMG SENAR | Divulgação Produtores trocaram experiências e conheceram propriedades em regiões referência na produção de queijos artesanais regularizados Após um dia inteiro de estrada, 15 produtores da região do Vale do Suaçuí , que abrange os municípios de Santa Maria do Suaçuí , Água Boa , São Sebastião do Maranhão , São Pedro do Suaçuí e São José do Jacurí , participaram de uma missão técnica com destino às cidades de Itamonte e Alagoa . O objetivo da missão foi conhecer de perto o processo que levou os queijos do Sul de Minas Gerais ao reconhecimento internacional. A iniciativa foi promovida pelo Sistema Faemg Senar e Sebrae . Em Itamonte , a comitiva iniciou as visitas na Queijaria Velho Pitta , fundada pelo casal Bianca e Gustavo Pitta . Com uma produção diária de cerca de 380 litros de leite, a queijaria fabrica de 10 a 11 quilos de queijo por dia. Os cuidados com a higiene, desde a ordenha até a embalagem, garantem a qualidade do produto, um diferencial que, segundo Bianca , foi potencializado com o apoio do programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Sistema Faemg Senar , por meio do Sindicato Rural de Itamonte . A queijaria possui o Selo de Inspeção Municipal (SIM) , que atesta a segurança alimentar dos produtos de origem animal, além do Selo ARTE , certificação que permite a comercialização nacional de alimentos artesanais de origem animal. Ainda em Itamonte , os produtores conheceram a Queijaria Artesanal Capoeira Grande , conduzida pelos irmãos Fabrício e Fabiano Fonseca . Com o suporte do ATeG , aprimoraram técnicas de maturação, conquistaram o registro sanitário e viram o valor de mercado de seus queijos aumentar. Hoje, produzem em média 10,3 kg por dia, com preço médio de R$ 55 — 50% superior ao praticado antes da regularização. A visita seguiu para a Queijaria Morro Grande , dos produtores Luciane e João Carlos de Carvalho , referência na produção de muçarela e do tradicional Queijo Artesanal da Mantiqueira . “Eles são exemplos para os outros produtores”, destaca Márcia Motta , médica veterinária do Sindicato Rural de Itamonte . “Foram um dos primeiros a buscar capacitação, reconhecer que podiam melhorar e vencer o medo de ir atrás dos registros e selos que garantem a qualidade dos queijos”, completa. Alagoa No segundo dia da missão, a comitiva seguiu para Alagoa , município com mais de 140 queijarias atendidas pelo Sindicato Rural de Baependi . Desde 2020, o produto típico da cidade ganhou identidade própria, deixando de ser chamado apenas de “parmesão” para ostentar oficialmente o título de Queijo Artesanal de Alagoa . Uma das visitas mais aguardadas foi à Queijaria Pedra do Segredo , do produtor Jayme Porfírio , vencedora da Expoqueijo 2025 com o troféu Super Ouro — a primeira vez que um queijo brasileiro conquista o reconhecimento no concurso internacional realizado em Araxá . A última parada foi no Sítio Três Irmãos , onde o produtor Aldo Gabriel de Barros continua o legado iniciado pelo pai. Seus queijos maturados por 60 e 90 dias já receberam prêmios nacionais e encantaram os visitantes durante a degustação. Um detalhe que chamou a atenção: diferentemente da maioria dos produtores da região, Aldo utiliza leite da raça jersey , conhecido por seu alto teor de gordura e qualidade. Troca de experiências Para Paula Lobato , analista de Assistência Técnica e Gerencial do Sistema Faemg Senar , a missão cumpriu plenamente seu objetivo. “Os produtores do Vale do Suaçuí conheceram realidades diversas, desde queijarias estruturadas com foco no turismo rural até outras menores, que atendem aos requisitos sanitários básicos para garantir a legalização da produção”, avalia. “Mas os ganhos vão além. Eles viram na prática a força da união entre produtores, sindicatos e associações”, pontua. Segundo ela, esse trabalho conjunto fortalece o setor e incentiva os produtores a buscarem os registros necessários para a comercialização legal dos queijos. A viagem também provocou reflexões e trouxe inspiração para quem ainda está em processo de formalização. Leandro Nunes , de Santa Maria do Suaçuí , destacou: “A gente já sabia que o queijo é parecido com o nosso, mas lá eles têm o hábito da maturação, o que agrega valor. Minha expectativa era ver de perto como isso funciona, para no futuro buscar o registro”. Já para Leandro Ferreira dos Santos , de São Pedro do Suaçuí , a longa jornada valeu a pena. “Percebi que vou ter que começar do zero, construir uma nova queijaria, mas estou animado. Vou investir na estrutura e buscar o SIM, para vender para quem valoriza o nosso produto”, afirmou o produtor, que hoje comercializa o quilo a R$ 27 para atravessadores.

  • OAB Varginha promove ações pelo Agosto Lilás e reforça combate à violência contra a mulher

    Divulgação O mês de agosto é dedicado à conscientização pelo fim de todas as formas de violência contra a mulher. Em Varginha, a OAB, por meio da Comissão de Enfrentamento à Violência Doméstica, presidida pela Dra. Luciane Ferreira e Souza, promoveu um dia inteiro de rodas de conversa com mulheres que atuam na defesa dos direitos femininos, incentivando vítimas a denunciarem e solicitarem Medidas Protetivas. Entre as participantes, a presidente da Comissão da Mulher Advogada, Dra. Sônia Helena de Paula Ramos, destacou: “O silêncio protege o agressor. Não se cale! Denuncie.” A advogada Dra. Nataly Amancio Paruci reforçou que “a violência doméstica não é um problema particular, é uma urgência social. Não se cale!”. Para a presidente da Comissão, Dra. Luciane Ferreira, é fundamental ampliar a divulgação sobre os diferentes tipos de violência que muitas mulheres sofrem sem perceber. Já a advogada e integrante da Comissão de Direito de Família, Dra. Tcharla Toledo, ressaltou: “Quem ama não fere! Violência doméstica não é prova de amor, é crime!”. Ao final do encontro, Dra. Luciane reafirmou que a Comissão seguirá realizando palestras para estimular denúncias, esclarecer sobre a importância das Medidas Protetivas de Urgência, do atendimento especial e humanizado, do afastamento do agressor e da assistência integral à vítima. As vítimas devem acionar o 190 e registrar o Boletim de Ocorrência na Delegacia da Mulher, localizada no Centro Integrado de Atendimento à Mulher de Varginha, contribuindo assim para prevenir o aumento dos casos de feminicídio no município.

Gazeta de Varginha

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